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terça-feira, 16 de junho de 2015

Há 13 mil anos, a origem dos brasileiros - série ‘Jornada da Vida’, do Fantástico / Rede Globo

  Fóssil humano mais antigo do Brasil é de Luzia, com 13 mil anos. Ela era negroide e muito parecida com os aborígenes australianos.


Na imagem acima, da esquerda para a direita, 
o crânio e a reconstituição das feições de "Luzia" 
(o mais antigo fóssil encontrado na América, em Lagoa Santa, MG), 
as duas seguintes, o Parque Nacional Serra da Capivara, PI, 
e as duas últimas, pinturas rupestres do mesmo local. 

   "Já parou para pensar como era o Brasil 10 mil anos atrás? O Fantástico [mostrou] como vivia o povo que chegou aqui milhares de anos antes do 'descobrimento'. Esse povo chegou muito antes até do que os índios. Os repórteres Sônia Bridi e Paulo Zero visitaram os lugares que contam essa história. Uma história que tem rosto e tem nome: Luzia, a primeira brasileira.
  Cavernas, água e vento mudam essas formas lentamente. Trazem a terra que cobre e preserva milhares de anos de uma história aos poucos descoberta. A chegada ao continente americano da espécie que conquistou o planeta: o Homo sapiens.

  Como a humanidade chegou até o local, a milhares de quilômetros de onde a espécie surgiu, na África? Caminhando, sem rumo definido, seguia animais de caça, buscava frutas, raízes. Fugia da seca ou do frio. E como não tinha cidades e nem lavouras, uma vez que avançava, também não tinha motivos para voltar para trás. Assim chegou até a América do Sul. A última fronteira da humanidade na incrível jornada da vida."

E aí, ficou curioso para saber o restante da história? Então, é só clicar AQUI para ir até a página do programa com o restante do texto e o vídeo sobre a matéria.

Ah, e participam da matéria duas pessoas sobre as quais falaremos bastante nas próximas aulas: Walter Neves e Niède Guidon

Fique ligado...

Imagens: museunacionalufrj.br, img.socioambiental.org, renatogrim.com, wikipedia.org, fumdham.org.br, piauibrasil.com, livrevozdopovo.blogspot.com

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Para saber mais: O CARBONO 14

"O teste do carbono 14 pode ser aplicado em amostras originadas de qualquer tipo de
ser vivo – seres humanos, animais, plantas..." 
(Foto: Catarina Chagas)

    Nas aulas desta terça-feira, alguns alunos ficaram interessados em saber um pouco mais sobre a técnica de datação por carbono 14... Bom, então, para saber mais, é só clicar no link abaixo:


Site da imagem: chc.cienciahoje.uol.com.br

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Para entender melhor a Evolução das Espécies

Este vídeo de animação sobre a Evolução explora como surgiu toda a diversidade de seres vivos a partir de um antepassado comum. Apresenta a árvore da vida, em que todos os seres vivos são aparentados, e explica o aparecimento de novas espécies. Trata, ainda, da contribuição dos estudos sobre evolução para outras áreas científicas e para a sociedade. 

"Nós, os fantásticos seres vivos: uma breve história da evolução" é uma co-produção do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) e do Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB), em Portugal.


É MUITO BOM! VALE A PENA ASSISTIR!





Folha de São Paulo: "Cientista que sequenciou genoma neandertal conta como descoberta abalou a antropologia"

Folha de São Paulo: 07 de março de 2014 - C6 (versão impressa)


   Svante Pääbo: das suas revelações, "aquela que chamou mais a atenção, sem dúvida, foi a de que Homo sapiens e Homo neanderthalensis legaram ao planeta os frutos de uma inusitada história de amor. Pessoas de etnias europeias ainda carregam no DNA cerca de 3% de ancestralidade neandertal."

           
   Para alguns cientistas, o Homo sapiens (a nossa espécie) teria contribuído para a extinção do Homo neanderthalensis. E essa espécie serviu de tema para uma matéria da Folha de São Paulo no ano passado presente no título dessa postagem: "Cientista que sequenciou genoma neandertal conta como descoberta abalou a antropologia".  A matéria é de Rafael Garcia e trata do novo livro do geneticista sueco Svante Pääbo sobre a importância das pesquisas que têm como base a análise do DNA. 
   

Abaixo, seguem algumas das principais realizações desse cientista, assim como outras informações acadêmicas a seu respeito.

Folha de São Paulo: 07 de março de 2014 (versão digital)


E, para ler a matéria completa, basta clicar AQUI.
  
BOA LEITURA!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

A evolução do homem - e ainda o conceito de CULTURA, por Darcy Ribeiro

   Nas nossas próximas aulas, estudaremos sobre os primeiros grupos humanos e veremos que, atualmente, há apenas uma espécie de ser humano habitando o planeta: a nossaHomo sapiensMas já houve outras, algumas que até podem ter convivido entre si (inclusive com a nossa), porém todas já extintas, exceto a nossa, claro. 

   Além do Homo sapiens, existiram outros hominídeos (primatas semelhantes ao ser humano). O primeiro hominídeo bípede conhecido é o Australopithecus (surgiu há cerca de 5,5 milhões de anos). Depois deles surgiram hominídeos do gênero Homo, isto é, com capacidade para fabricar utensílios e  articular uma linguagem e se comunicar

   Podemos dizer, então, que com essas espécies começa a História: 
  • Homo habilis (há cerca de 2,4 milhões de anos); 
  • Homo erectus (há cerca de 1,6 milhão de anos); 
  • Homo neanderthalensis - ou Homo sapiens neanderthalensis...  (há cerca de 200 mil anos) e 
  • Homo sapiens - ou Homo sapiens sapiens... (há cerca de 120 mil anos). 
   É importante reforçar, mais uma vez, que não há prova de evolução direta entre essas espécies. Portanto, uma espécie de Homo não gerou a outra, mas, ao contrário, há evidências de que diferentes espécies de Homo existiram na mesma época, como já disse acima e na folha desta semana.  

   Além disso, desde o momento em que passaram a confeccionar instrumentos e a desenvolver uma linguagem articulada, as espécies dentro do gênero Homo se distinguiram das demais e criaram o mundo da cultura. Principalmente quanto à nossa espécie, Homo sapiens, transformar a natureza e a si próprio por meio do trabalho passou a ser a sua principal característica. A partir de então, a evolução biológica ocorre simultaneamente à evolução cultural. E a nossa capacidade de produzir cultura se deve tanto às características físicas que adquirimos com a evolução biológica quanto às próprias heranças culturais que recebemos de nossos antepassados.

   Bom, já que estamos falando de cultura, que tal entender melhor esse conceito? Para isso, nada melhor que um texto do antropólogo Darcy Ribeiro feito especialmente para pessoas da sua idade. Que tal?


     CULTURA 

   Além dos seres vivos e da matéria cósmica, existem, também, coisas culturais, muitíssimo mais complicadas. Chama-se cultura tudo o que é feito pelos homens, ou resulta do trabalho deles e de seus pensamentos. Por exemplo, uma cadeira está na cara que é cultural porque foi feita por alguém. Mesmo o banquinho mais vagabundo, que mal se põe em pé, é uma coisa cultural. É cultura, também, porque feita pelos homens, uma galinha. Sem a intervenção humana, que criou os bichos domésticos, as galinhas, as vacas, os porcos, os cabritos e as cabras não existiriam. Só haveria animais selvagens. 
   A minhoca criada para produzir humo é cultural, eu compreendo. Mas a lombriga que você tem na barriga é apenas um ser biológico. Ou será, ela também, um ser cultural? Cultural não é, porque ninguém cria lombrigas. Elas é que se criam e se reproduzem nas suas tripas. 
   Uma casa qualquer, ainda que material, é claramente um produto cultural, porque é feita pelos homens. A mesma coisa se pode dizer de um prato de sopa, de um picolé ou de um diário. Mas essas são coisas de cultura material, que se pode ver, medir, pesar. 
   Há, também, para complicar, as coisas da cultura imaterial, impropriamente chamadas de espiritual – muitíssimo mais complicadas. 
   A fala, por exemplo, que se revela quando a gente conversa, e que existe independentemente de qualquer boca falante, é criação cultural. Aliás, a mais importante. Sem a fala, os homens seriam uns macacos, porque não poderiam se entender uns com os outros, para acumular conhecimento e mudar o mundo como temos mudado. A fala está aí, onde existe gente, para qualquer um aprender. Aprende-se, geralmente, a da mãe. Se ela é uma índia, aprende-se a falar a fala dos índios, dos Xavantes, por exemplo. Se ela é uma carioca, professora, moradora da Tijuca, a gente aprende aquele português lá dos tijucanos. Mas, se você trocar a filhinha da índia pela filhinha da professora e criá-la, bem ali, na praça Saens Peña, ela vai crescer como uma menina qualquer, tijucana, dali mesmo. E vice-versa, o mesmo ocorre se a filha da professora for levada para a aldeia Xavante: ela vai crescer lá, como uma xavantinha perfeita – falando a língua dos Xavantes e xavanteando muito bem, sem nem saber que há tijucanos. 
   Além da fala, temos as crenças, as artes, que são criações culturais, porque inventadas pelos homens e transmitidas uns aos outros através das gerações. Elas se tornam visíveis, se manifestam, através de criações artísticas, ou de ritos e práticas – o batizado, o casamento, a missa – em que a gente vê os conceitos e as ideias religiosas ou artísticas se realizarem. Essa separação, de coisas cósmicas, coisas vivas, coisas culturais, ajuda a gente de alguma forma? Sei não. Se não ajuda, diverte. É melhor que decorar um dicionário, ou aprender datas. Você não acha? 

(RIBEIRO, Darcy. Noções de coisas. São Paulo: FTD, 2000. p. 34.)

Darcy Ribeiro (1922-1997) 
Antropólogo, escritor e político brasileiro, 
conhecido por seu foco em relação aos índios e à educação no país


Imagem: revistaforum.com.br 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

No Fantástico, da Rede Globo: ‘Jornada da Vida’ mostra origem dos brasileiros há 13 mil anos

Fóssil humano mais antigo do Brasil é de Luzia, com 13 mil anos. Ela era negroide e muito parecida com os aborígenes australianos.


Na imagem acima, da esquerda para a direita, 
o crânio e a reconstituição das feições de "Luzia" 
(o mais antigo fóssil encontrado na América, em Lagoa Santa, MG), 
as duas seguintes, o Parque Nacional Serra da Capivara, PI, 
e as duas últimas, pinturas rupestres do mesmo local. 

   "Já parou para pensar como era o Brasil 10 mil anos atrás? O Fantástico [mostrou] como vivia o povo que chegou aqui milhares de anos antes do 'descobrimento'. Esse povo chegou muito antes até do que os índios. Os repórteres Sônia Bridi e Paulo Zero visitaram os lugares que contam essa história. Uma história que tem rosto e tem nome: Luzia, a primeira brasileira.
  Cavernas, água e vento mudam essas formas lentamente. Trazem a terra que cobre e preserva milhares de anos de uma história aos poucos descoberta. A chegada ao continente americano da espécie que conquistou o planeta: o Homo sapiens.
  Como a humanidade chegou até o local, a milhares de quilômetros de onde a espécie surgiu, na África? Caminhando, sem rumo definido, seguia animais de caça, buscava frutas, raízes. Fugia da seca ou do frio. E como não tinha cidades e nem lavouras, uma vez que avançava também não tinha motivos para voltar para trás. Assim chegou até a América do Sul. A última fronteira da humanidade na incrível jornada da vida."
E aí, ficou curioso para saber o restante da história? Então, é só clicar AQUI para ir até a página do programa com o restante do texto e o vídeo sobre a matéria.
Ah, e dois nossos velhos conhecidos participam da matéria: o Walter Neves e a Niède Guidon...
Imagens: museunacionalufrj.br, img.socioambiental.org, renatogrim.com, wikipedia.org, fumdham.org.br, piauibrasil.com, livrevozdopovo.blogspot.com

terça-feira, 15 de abril de 2014

Quer saber mais sobre a evolução das espécies? Então assista a esse vídeo! "Nós, os fantásticos seres vivos: uma breve história sobre Evolução"



Este vídeo de animação sobre a Evolução explora como surgiu toda a diversidade de seres vivos a partir de um antepassado comum. Apresenta a árvore da vida, em que todos os seres vivos são aparentados, e explica o aparecimento de novas espécies. Fala-se ainda na contribuição dos estudos sobre evolução para outras áreas científicas e para a sociedade. Este vídeo é uma co-produção do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) e do Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB), em Portugal.


quinta-feira, 20 de março de 2014

Vídeo sobre os primeiros seres humanos e sua chegada à América

Em 2011, no segundo ano deste blog, procurando na web material a respeito da evolução da nossa espécie, encontrei, no YouTube, uma série do Discovery Channel que trata desde como viviam os primeiros seres humanos até sua chegada à América: "Homem Pré-Histórico - Vivendo entre as feras". Como os alunos daquele ano, assim como dos seguintes, gostaram bastante (foi sempre um sucesso...), postarei para vocês também. 


Veja a sinopse: 

    
 "Prepare-se para uma viagem na era da pré-história. Entre 12 e 40 mil anos atrás, o homem moderno já havia se estabelecido em todos os continentes, com exceção da Antártica. Ele convivia com tigres dentes-de-sabre, mamutes e ursos gigantes. Aqui [neste documentário], foram usados os mais modernos recursos tecnológicos e científicos para que se vejam nossos ancestrais vivendo entre as feras e lutando pela sobrevivência da forma mais realista possível."  (Sinopse  junto ao vídeo, no YouTube)



    


       Nesse vídeo, você verá como se deu o triunfo da espécie humana, graças à sua inteligência, ao domínio da linguagem e da comunicação e à sua habilidade em se adaptar a qualquer desafio - qualidades estas que levaram a nossa espécie a todos os cantos do planeta... e alémEnfim, você verá que Homo sapiens sapiens não apenas vivia entre as feras como também as dominou.  (trecho transcrito e adaptado do próprio vídeo)  


   Se achar o documentário muito longo, assista-o aos poucos. Mas assista... Muito do que estamos estudando está lá. Ele vem dividido em cinco partes e todas são muito boas!



As cinco partes vêm abaixo.




sexta-feira, 14 de março de 2014

Para quem quiser saber mais: "Viagem à evolução do Homem"


   Acabei de encontrar, no site Ciência 2.0 - Conhecimento em Rede (uma publicação da Universidade do Porto, de Portugal), uma matéria a respeito do que estamos estudando no momento. Achei o texto bem interessante para vocês do 6º ano

   Veja esse trecho:  

   "As evidências que permitem reconstituir a história da origem do Homem dividem-se fundamentalmente em dados genéticos e fósseis e arqueológicos. Comparações entre sequências genéticas de humanos e chimpanzés mostram poucas diferenças entre ambos e permitiram estimar o tempo que decorreu desde que humanos e chimpanzés partilharam um ancestral comum: 5 a 7 milhões de anos. Várias descobertas de fósseis com esta idade aproximada e identificados como pertencentes à linhagem do Homem corroboram os resultados obtidos com os dados genéticos."

   O único porém é a respeito das datas em que teriam surgido os Homo sapiens sapiens e os Homo sapiens neanderthalensis. Segundo esse site, a nossa espécie seria mais antiga (teria sugido há 300 mil anos e não há cerca de 120 mil anos, conforme dito em aula e o texto do módulo 1, capítulo 2, do nosso livro didático) que os neanderthais.  

Para ler o texto completo, é só clicar AQUI.


Site da imagem: www.ciencia20.up.pt

domingo, 5 de maio de 2013

Vídeo muito bom! "Nós, os fantásticos seres vivos: uma breve história sobre a Evolução"

  Este vídeo de animação sobre a Evolução explora como surgiu toda a diversidade de seres vivos a partir de um antepassado comum. O vídeo apresenta a árvore da vida, em que todos os seres vivos são aparentados, e explica o aparecimento de novas espécies. Fala-se ainda na contribuição dos estudos sobre evolução para outras áreas científicas e para a sociedade. Este vídeo é uma co-produção do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) e do Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB), em Portugal.



Vídeo e resenha retirados de youtube.com - grifos meus


Para quem quiser saber mais sobre Darwin e a Teoria da Evolução...


   A Teoria da Evolução de Darwin mudou por completo nosso entendimento sobre o mundo e nosso papel dentro dele. O relato sobre a vida de Darwin começa com o fascínio do jovem garoto pela natureza e mostra como, anos mais tarde, o naturalista foi inspirado pela incrível viagem ao redor do mundo no navio HMS Beagle. 

   Os leitores o acompanham nas Ilhas Galápagos, nos Andes e explorando a floresta tropical brasileira. Além disso, aprendem sobre as descobertas decorrentes da publicação tardia do livro A Origem das Espécies.

   Mick Manning e Brita Granström apresentam ideias complexas de uma maneira interessante e acessível, ressaltando com humor as origens e a importância dos estudos de Darwin.

Resenha retirada do site editorabiruta.com.br