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quinta-feira, 20 de junho de 2019

SUPERINTERESSANTE: "Maomé – a face oculta do criador do Islã"


"Ele criou uma nação fundamentada em direitos trabalhistasjuros baixos livre concorrência de mercadoTinha uma esposa que ganhava mais do que ele e emancipou as mulheres quando assumiu o poder. Conheça a face realmente oculta do criador do islamismo.
(Por Alexandre Versignassi, SUPERINTERESSANTE, editora Abril)

A maior dor de cabeça dos árabes que controlavam Meca, a cidade sagrada, era um certo Muhammad ibn Abdallah – Maomé, em português. O plano era acabar com ele de uma vez. Aquele “poeta insano”, como eles diziam, tinha virado uma ameaça. Ele vinha angariando partidários fervorosos. Agora era questão de tempo até que o poeta, que se dizia profeta, assumisse o poder na cidade. “Maomé deve morrer” era a ordem. [...]
[Porém, o plano de assassiná-lo] não deu certo, claro, se não este texto não estaria sendo escrito. E não só porque se trata de um artigo sobre a vida dele. Mas porque, sem a religião que ele criou, o mundo seria um lugar bem diferente. E bem pior, como vamos ver mais adiante. Por outro lado, é óbvio: o que motivou este texto foi a violência dos extremistas islâmicos, uma MINORIA estridente que comete crimes em nome de sua religião, sem saber [ou até sabendo...] que outro grande delito que está perpetrando é contra o próprio islamismo e, mais ainda, contra a imagem de Maoméum homem que trabalhou pela civilizaçãoNÃO pela barbárie. Vamos conhecê-lo melhor agora."


Para isso, basta clicar AQUI.

VÉUS MUÇULMANOS: a diferença entre burca, niqab, chador, al-amira, khimar, hijab e shaila

   No mundo ocidental, o termo burca se popularizou como uma expressão genérica para se referir às vestes femininas islâmicas que cobrem todo o corpo da mulher. Há, porém, vários tipos dessas vestimentas, dependendo do país ou região. A ampla variedade dificulta a diferenciação, mas alguns termos se consolidaram.

  A burca propriamente dita, em algumas regiões também conhecida como chadri, é uma veste que cobre todo o corpo, com uma rede diante dos olhos para permitir a visão. No Afeganistão era de uso obrigatório durante o regime do grupo extremista Talibã. Hoje não é mais obrigatória, mas ainda usada por mulheres que temem pela sua segurança caso não o façam, principalmente em áreas rurais. A burca também é muito comum no Paquistão, principalmente em territórios da etnia pachto.

  Já o niqab é muito usado na Arábia Saudita, no Iêmen, no Omã e nos Emirados Árabes Unidos. Ele é um véu propriamente dito, cobrindo o rosto e o pescoço, com apenas uma abertura diante dos olhos. O niqab costuma ser usado sobre uma outra vestimenta de corpo inteiro, daí a confusão com a burca.

chador cobre todo o corpo, assim como a burca, mas ao contrário desta deixa o rosto descoberto. É uma espécie de capa para ser usada sobre a roupa, como a palavra persa - que significa tenda - indica. O chador é usado no Irã, apesar de não ser obrigatório, e seu uso está caindo entre as jovens. Nos tempos do xá, ou antes da Revolução Islâmica de 1979, chegou a ser proibido e não era visto com bons olhos pelo governo, que tentava modernizar o país, aproximando-o dos hábitos do Ocidente.

 Já o al-amira é uma variação do hijab, composta de duas partes. A primeira é uma espécie de touca, que cobre a cabeça de forma bem justa, e a segunda é um véu que veste sobre a primeira, cobrindo também o pescoço e frequentemente chegando até os ombros. 







  O khimar é semelhante ao al-amira, porém mais longo, chegando até a cintura, e é às vezes usado com um niqab, que cobre o rosto e deixa apenas os olhos livres. 










     Muitas mulheres muçulmanas usam apenas véus. O mais comum no Ocidente é o hijab, que significa justamente véu ou cobertura. Ele cobre a cabeça e o pescoço, deixando o rosto livre. Hijabs existem nas mais variadas cores e estampas.
 O termo hijab também é frequentemente usado como uma designação genérica para todos os tipos de véus. Hijabs devem ser usados em público ou diante de homens estranhos, e seu uso remete à interpretação de um trecho do Alcorão.

 Por fim, temos a shaila, que é muito popular na região do Golfo Pérsico. É um véu longo e retangular, às vezes transparente, e que é envolto ao redor da cabeça e preso na região dos ombros com alfinetes.








AQUI, OS DIFERENTES VÉUS LADO A LADO







Clique AQUI e vá ao site de onde copiei e adaptei esse texto e veja outras imagens
da burcado niqab,
 do chador (ou xador), do al-amira, do khimar, do hijab, e da shaila (ou shayla). Ah, e ainda há o burquíni.


E clique AQUI para outras informações sobre os diferentes tipos de véus islâmicos.

IMAGENS:
https://noticias.bol.uol (1ª)
http://modestyle.asiab (2ª)
https://lobelog.com (3ª)
https://www.ebay.com (4ª)
https://tudungpeople.com (5ª)
http://rafaelfuentes.me (6ª)
http://diplowife-diplolife.blogspot.com (7ª)
https://brasil.elpais.com (8ª)
https://novaescola.org.br (9ª)
https://montrealgazette.com (10ª)

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Curiorisades sobre o ISLAMISMO

  



Acima, três vistas da Grande Mesquita de Meca 

Também chamada de Mesquita Sagrada (em árabeالمسجد الحرامtransl.: Al-Masjid al-ḤarāmIPA[ʔælˈmæsdʒɪd ælħɑˈrɑːm]) ou Mesquita Alharam, é considerada o maior centro de peregrinação do mundo. Localizada na cidade de Meca, na Arábia Saudita, é o lugar mais sagrado do Islamismo. 
Cerca de 1 bilhão de muçulmanos se voltam para ela cinco vezes ao dia para rezar, obedecendo aos preceitos do Alcorão.
(Adaptado de wikipedia.org)

Acima, a Caaba

A Caaba ou Kaaba (também conhecida como Ka'bah ou Kabah; em árabeالكعبة al-Kaʿbah IPA: [ʔælˈkæʕbɐ], "O Cubo"; ou como al-Kaʿbatu l-Mušarrafah: الكعبة المشرفة, "O Nobre Cubo"; ou al-Baytu l-ʿAtīq: البيت العتيق, "A Casa Primigênia"; ou al-Baytu l-Ḥarām: البيت الحرام, "A Casa Sagrada/Proibida") é uma construção em formato de cubo reverenciada pelos muçulmanos na mesquita sagrada de Grande Mesquita em Meca e é considerada pelos devotos do Islã como o lugar mais sagrado do mundo.
(Adaptado de wikipedia.org)

  Nas últimas aulas -- as primeiras do 2º trimestre --, tratamos do Islamismo, religião monoteísta surgida na Península Arábica no século VII do nosso calendário (o cristão) e uma das religiões com mais seguidores no mundo atualmente.

  Vale reforçar que monoteísmo é a crença em apenas UM deus -- para os monoteístas, Deus -- que, além de ÚNICO, é onipotente (tudo pode), onisciente (tudo sabe) e onipresente (está em todos os lugares). 

E como falamos de religião...
Como até hoje, por incrível que pareça, ainda há quem mate em nome da fé, também vale reforçar o quanto é importante RESPEITAR A RELIGIÃO DOS OUTROS (sim, isso vai além de  simplesmente tolerar)...  



  A logo [acima] é formada pelo intercambiamento dos três símbolos das religiões monoteístas que consideram Abraão como seu patriarca.
→ A letra "C" foi trocada pelo Crescente Islâmico [a lua], símbolo adotado em várias bandeiras de países em que há predominância de muçulmanos na população.
→ O símbolo judaico conhecido como "Estrela de Davi" foi inserido na logo na posição da letra "X". Segundo a tradição judaica, este símbolo era grafado no escudo do exército do reino de Israel desde os tempos do reinado de Davi.
→ A letra "T" foi permutada pelo símbolo maior do cristianismo, a Cruz onde cristo foi crucificado. Esta representa a expiação dos pecados da humanidade por meio do sacrifício de Jesus Cristo na cruz do Calvário.
A união desses símbolos numa só palavra, "Coexista", sugere a idéia de convivência pacífica entre as religiões abraâmicas. Tal convivência pressupõe o respeito às crenças e aos preceitos das outras religiões sem o abandono ou sincretismo dos mesmos.

AGORA, AS CURIOSIDADES...

Muitas curiosidades surgiram durante as aulas, mas praticamente TODOS queriam mais informações sobre a Caaba e a Pedra Negra... 
"O que é a Caaba?"
"Por que os muçulmanos oram em direção à Cabba?"
"O que tem dentro da Caaba?"
"A Caaba é feita de quê???"
"Como é o chão da Caaba?"
(Sim, essa pergunta foi feita! E outras também...)

Assistindo ao vídeo abaixo, você terá respostas para essas e outras perguntas sobre... a CAABA!


AS PERGUNTAS ABAIXO SÃO LINKS.
CLICANDO NELAS, VOCÊ ENCONTRARÁ SUAS RESPOSTAS.






MAIS IMAGENS DA CAABA...
(Todas retiradas do Pinterest)




  





E DA PEDRA NEGRA
A Pedra Negra da Caaba é provavelmente a rocha (ou fragmentos de rocha) mais sagrada do mundo e continua a ser a peça central da sagrada peregrinação islâmica.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Roteiro de estudo para as avaliações de 11/12: PI do 7º ano (7 pontos) e prova da CAIS 1 (4 pontos)

Bom, agora, isso só depende de você...

Segue a lista, bem detalhada, de todos os pontos que estarão na avaliação:

1. Idade Média europeia
- Baixa Idade Média → Texto 7 (CAIS 1 
→ Texto 9)
- revigoramento das cidades e do comércio
- crise do feudalismo

 2. Islã, Reconquista e formação de Portugal → Texto 9 
(CAIS 1 → Texto 10)
- o recém-nascido reino de Portugal: como ficou a situação do rei, da nobreza, da burguesia e dos trabalhadores do campo e das cidades
- a crescente importância do comércio como atividade econômica e o monopólio comercial de Gênova e Veneza sobre o Mediterrâneo

3. Expansão marítima europeia e o pioneirismo português → Textos 10 e 11 
(CAIS 1 → Texto 11 e 12)
- os produtos mais valorizados na Europa e o monopólio de Gênova e Veneza sobre a sua comercialização
 - a chegada a um continente até então desconhecido – a América
- as consequências da descoberta de um novo caminho para as Índias
- Ásia, África e América integradas ao sistema comercial europeu
- o etnocentrismo europeu

4. Formação dos Estados Nacionais → Textos 13, 14 e 15 
(CAIS 1, idem → Textos 13, 14 e 15) 
- a política 
- a sociedade 
- a economia – a nova concepção de riqueza 

5. Colonização da América Portuguesa → Textos 14, 15, 17 e 18 
(CAIS 1, idem → Texto 14, 15, 17 e 18) 
- a colonização do Brasil no contexto da economia europeia – as práticas mercantilistas:
 → o MERCANTILISMO:  a política econômica do absolutismo
 → o protecionismo e a intervenção do governo na economia
 → o metalismo
 → a balança comercial favorável
 → o colonialismo: a exploração de colônias; o pacto colonial (o monopólio da metrópole sobre o comércio colonial); os conceitos de metrópole e colônia
- o período anterior à colonização de fato (1500-1530)
 → os indígenas e a chegada dos primeiros europeus
 → o comércio do pau-brasil 
- a implantação da lavoura canavieira: o início da colonização

 → características – quanto ao tipo de cultura, à extensão de terra, à mão de obra e ao mercado consumidor 
 → o Brasil Colonial – Brasil e África enriquecem Portugal
 → o pacto colonial  – o monopólio comercial da metrópole sobre a colônia
 → a montagem de um engenho de açúcar
 → a escravização dos indígenas
 → a introdução da mão de obra escrava africana – e os altíssimos lucros dos traficantes de escravos
 → a pecuária, a agricultura do tabaco, a produção de gêneros de subsistência e as trocas entre colonos e indígenas

6. África e a introdução do trabalho escravo no Brasil → Texto 16 
(CAIS 1, idem → Texto 16) (sem se preocupar com os detalhes, porém constatando a pluralidade do continente africano, assim como seus principais reinos e a respectiva ligação com a nossa história: os reinos de Gana, Mali, Ioruba, Benin e Congo) + 18 (verso) e 19 (CAIS 1, idem → + verso da 18  e 19) 
- a África: a diversidade cultural (língua, religiões, costumes etc) e o escravismo africano
- a África e o comércio de escravos
- a vida do escravo no Brasil - o processo de despersonalização, de objetificação de seres humanos
- as formas de resistência dos africanos e afrodescendentes à escravidão

7.  Mineração → Texto 20
 (CAIS 1, idem → Texto 20)
- a descoberta do ouro e o o início da mineração 
- a “corrida do ouro” e a questionável ideia de crescimento demográfico 


NÃO SE ESQUEÇA DE ESTUDAR TAMBÉM PELAS ANOTAÇÕES NO CADERNO!


BOM ESTUDO E, CONSEQUENTEMENTE...
BOA PROVA!



segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Para os que faltaram no sábado: roteiro de estudo para a prova de amanhã


Imagem: historiazine.com

EUROPA OCIDENTAL
1. Baixa Idade Média 
 - período de expansão:
Atenção para o crescimento populacional e o aperfeiçoamento das técnicas de cultivo:
a charrua;
a coleira acolchoada;
o uso de cavalos como tração;
o sistema de rotação trienal de culturas etc.
- o período de depressão:
as Cruzadas;
o esgotamento do sistema feudal;
a crise agrícola e a fome;
as epidemias – destaque para a peste negra: suas consequências para a população e para a produção agrícola;
guerras internas.

2. Islã 
- o domínio da Península Ibérica pelos muçulmanos – a partir do século VIII

3. Reconquista e formação de Portugal 
- os mouros na Península Ibérica (século VIII ao XV);
- o que foi o movimento da Reconquista;
- de feudo a reino: a formação de Portugal;
- o recém-nascido reino de Portugal: como ficou a situação do rei, da nobreza, da burguesia e a dos trabalhadores do campo e das cidades;
- a crescente importância do comércio como atividade econômica e o monopólio comercial de Gênova e Veneza sobre o Mediterrâneo.

4. Expansão Marítima Europeia (ou Grandes Navegações) 
- os produtos mais valorizados na Europa e o monopólio de Gênova e Veneza sobre a sua comercialização;
- o conhecimento de mundo dos europeus no início do século XV;
- o porquê da expansão marítima;
- o projeto português de caminho marítimo para chegar às Índias – e seus financiadores;
- o porquê do pioneirismo português nas navegações oceânicas – questões geográficas, tecnológicas (destaque para a utilização das caravelas) e políticas;
- o projeto de caminho marítimo para chegar às Índias patrocinado pelos reis espanhóis – quem foi o seu mentor;
- o caminho que atingiu o objetivo (1498);
- a chegada a um continente até então desconhecido (1492);
- o Tratado de Tordesilhas (1494);
- as consequências da descoberta de um novo caminho para as Índias.

ESTUDAR PELOS TEXTOS 6 (segunda parte), 7, 8, 9, 10 e 11.

BOM ESTUDO E BOA PROVA!

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

A diferença entre burca, niqab, hijab, xador, al-amira, khimar e shaila







Do hijab...





à burca...

   No mundo ocidental, o termo burca se popularizou como uma expressão genérica para se referir às vestes femininas islâmicas que cobrem todo o corpo da mulher. Há, porém, vários tipos dessas vestimentas, dependendo do país ou região. A ampla variedade dificulta a diferenciação, mas alguns termos se consolidaram.

  A burca propriamente dita, em algumas regiões também conhecida como chadri, é uma veste que cobre todo o corpo, com uma rede diante dos olhos para permitir a visão. No Afeganistão era de uso obrigatório durante o regime do grupo extremista Talibã. Hoje não é mais obrigatória, mas ainda usada por mulheres que temem pela sua segurança caso não o façam, principalmente em áreas rurais. A burca também é muito comum no Paquistão, principalmente em territórios da etnia pachto.

  Já o niqab é muito usado na Arábia Saudita, no Iêmen, no Omã e nos Emirados Árabes Unidos. Ele é um véu propriamente dito, cobrindo o rosto e o pescoço, com apenas uma abertura diante dos olhos. O niqab costuma ser usado sobre uma outra vestimenta de corpo inteiro, daí a confusão com a burca.

  O xador cobre todo o corpo, assim como a burca, mas ao contrário desta deixa o rosto descoberto. É uma espécie de capa para ser usada sobre a roupa, como a palavra persa - que significa tenda - indica. O xador é usado no Irã, apesar de não ser obrigatório, e seu uso está caindo entre as jovens. Nos tempos do xá, ou antes da Revolução Islâmica de 1979, chegou a ser proibido e não era visto com bons olhos pelo governo, que tentava modernizar o país, aproximando-o dos hábitos do Ocidente.

  Muitas mulheres muçulmanas usam, porém, apenas véus. O mais comum no Ocidente é o hijab, que significa justamente véu ou cobertura. Ele cobre a cabeça e o pescoço, deixando o rosto livre. Hijabs existem nas mais variadas cores e estampas.

  Já o al-amira é uma variação do hijab, composta de duas partes. A primeira é uma espécie de touca, que cobre a cabeça de forma bem justa, e a segunda é um véu que veste sobre a primeira, cobrindo também o pescoço e frequentemente chegando até os ombros. O khimar é semelhante ao al-amira, porém mais longo, chegando até a cintura, e é às vezes usado com um niqab, que cobre o rosto e deixa apenas os olhos livres. Por fim, a shaila é muito popular na região do Golfo Pérsico. É um véu longo e retangular, às vezes transparente, e que é envolto ao redor da cabeça e preso na região dos ombros com alfinetes.

  O termo hijab também é frequentemente usado como uma designação genérica para todos os tipos de véus. Hijabs devem ser usados em público ou diante de homens estranhos, e seu uso remete à interpretação de um trecho do Alcorão.

Clique AQUI, vá ao site de onde copiei esse texto e veja outras imagens além da burca e do hijab, como a do niqab, do xador (ou chador), do al-amira, do khimar e da shaila (ou shayla). Ah, e ainda do burquíni.

Imagens: http://www.dw.com/pt-br/zeitgeist