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sexta-feira, 3 de maio de 2019

Principalmente para o 7º ano: Vídeo - "Vida Medieval" - E aí, quer saber, MESMO, como era a vida na Europa Medieval? - 3º edição

   Nas últimas aulas começamos -- finalmente! 😅 -- a estudar como ficou a  Europa Ocidental com as invasões dos povos que não faziam parte do Império Romano (os, pelos romanos, chamados "bárbaros"... 😒), a partir do século V. Já deu tempo para vermos o quando a vida por lá ficou diferente, tanto socialmente, economicamente, politicamente, quanto, principalmente, à mentalidade. Dessa forma, aos poucos, foi se formando o que, mais tarde, foi chamado de feudalismo

  Foi uma época de muitas "novas necessidades" e, consequentemente, de muitas invenções. Muitos alunos ficaram interessados em conhecer, com muitos mais detalhes, essas invenções medievais. Por isso, resolvi repostar o vídeo "Vida Medieval", do History Channel, do qual gosto bastante. O vídeo é meio londo, mas você pode assistir a ele aos poucos, caso fique cansativo (eu gostei tanto que assisti de uma tacada só!).

  Nessa espécie de documentário, o historiador e especialista em armas Mike Loades nos conduz através dessa época na qual tantos desenhos da Disney foram ambientados -- a animação Shrek é um ótimo exemplo --, repleta de lendas, cavaleiros, castelos, justas, batalhas heroicas... Mas que também é de grandes construçõesmudanças e inovações. Uma época de desafios muitas vezes nossos velhos conhecidos, contudo com soluções, certamente, muito diferentes das atuaisMais ainda que nas aulas, encare esse programa como uma jornada para desvendar esse tal mundo medievaltão distante de nóstanto no tempoquanto no espaço

   Acompanhe a reconstrução da vida cotidiana de pessoas comuns, desde coisas bem simples até outras espetaculares, mas que Loades promete ser tudo 100% autêntico... O recorte no tempo escolhido é entre 1200 e 1300, o auge do período, no qual ele e mais um grupo de amigos procuram recriar...
  •  como era o treinamento de um soldado, ou melhor, de um nobre guerreiro cavaleiro
  • construção de um castelo, a moradia/fortaleza, em tamanho natural, com materiais e técnicas exata e unicamente como as da época;
  • caça como uma paixão da nobreza, um evento ritualizado, de status elevado, um exercício militar: "uma verdadeira metáfora para a guerra", segundo Loades. E ainda, a falcoaria, uma paixão de Eduardo III, e os direitos de caça da nobreza (o que restava, então, às "pessoas comuns"?);
  • como era a alimentação de cada grupo e como proceder com elegância à mesa (Sabia que havia o jeito certo de se comer com os dedinhos? Os "dedos de cortesia"... 😲 É, pois é...);
  • no mundo dominado pela agricultura, como era a criação de animais -- leitões e gansos, por exemplo;
  • as práticas de higiene: como eram as receitas de sabão para a lavagem de roupas e de sabonete para o corpo. E escova de dentes, havia? Sim... E pasta de dentes também... E você também verá a função de um colar de contas feitas com ervas aromáticas. Ah, e por falar em higiene, se ligue no método inventado na época para fixar a cor nos tecidos tingidos... 😵;
  • medicina e o porquê das tão comuns sangrias, quando, então, se acreditava que a saúde tinha relação com quatro fluídos corporais, os chamados humores. E a doença que nada na época era o bastante para derrotá-la e que levou à morte de um terço a metade da população europeia em meados do século XIV: a peste negra, que deixava o corpo do doente coberto por caroços escuros e fedorentos... E os médicos da peste? Sua figura dava tanto medo quanto a doença... Aliás, já solto o spoiller de que de nada adiantava, pois a tentativa de cura da peste foi um dos piores fracassos da medicina medieval;
  • as máquinas de guerra medievais: como funcionavam as catapultas de contrapeso, conhecidas como "mauvais voisins" (maus vizinhos... Será por quê?), que podiam até ser usadas como armas biológicas (!!!) ou armas de terror... Ué, como assim? Pois é, assista ao vídeo... Ah, você também verá que havia técnicas para lançar as flechas através das seteiras e a importância, fundamental, da existência de poços artesianos no interior das muralhas do castelo durante o tempo que pudesse durar o cerco, ou sítio;
  • por fim, o surgimento das primeiras armas de fogo -- que na dublagem aparece apenas como "arma", sem especificação, pois em inglês usa-se apenas "gun" para esse tipo de armamento. E o interessante é que quem as utilizava não era considerado cavaleiro (e um cavaleiro seria severamente punido se o fizesse!), pois a este, um nobre, cabiam apenas espadas, lanças e flechas... Mas, enfim, estava chegada a sua hora. Começava a era da artilharia...

E, agora, 

"BOA VIAGEM!!!"
   

History Channel: Vida Medieval 




domingo, 28 de abril de 2019

Para quem quiser muitos mais detalhes sobre a história de Roma na Antiguidade...

   Estes vídeos, do Novo Telecurso Ensino Médio, da Rede Globo, são a respeito do povo que dominou o Mundo Antigo, os romanos, e de suas questões culturais e políticas que ajudaram a moldar o mundo de hoje. Trazem desde o início de sua história (quando ainda eram governados por reis), a sua sociedade, formada pelos patríciosplebeus e escravos -- como vimos desde a nossa primeira aula do ano -- e suas muitas, muitas guerras: as tais guerras de conquista... Afinal, concluímos que Roma, em sua expansão territorial, apesar das vitórias nas guerras, conseguiu também muitos problemas...  

Primeira parte:



Segunda parte:



Até aqui, vimos que a República Romana foi um período de muitas conquistas territoriais, mas também de muitos conflitos sociaispatrícios cada vez mais ricos; plebeus cada vez mais pobres; escravos cada vez mais e mais numerosos -- necessáriospolítica do "pão e circo" para contornar a vida miserável da maioria dos plebeus e disputas entre os generais por mais poder político foram a tônica dos anos finais da república.


   Sobre este momento da história de Roma, assista ao vídeo abaixo:



E agora, por fim, temos as crises do século III e a inevitável 
queda do Império Romano do Ocidente:



quinta-feira, 25 de abril de 2019

Da série "vale a pena repostar": COMO eram, QUANDO foram construídas, o que HOJE são apenas ruínas do que restou do antigo Império Romano


Ao lado, uma representação da Aquila Romana


  A águia romana (em latim: Aquila) era um símbolo da Roma Antiga, sendo usada pelo exército romano como insígnia das legiões romanas.   






    No tempo de Júlio César -- um patrício, líder militar e político dos anos finais da República Romana -- era feita de prata e ouro. A partir da reforma de Augusto passou a ser feita só de ouro. Você se lembra que Augusto, que quando nasceu recebera o nome de Caio Otávio, foi fundador do  Império Romano  seu primeiro imperador, né? E sabia que ele governou de 27 a.C.  até sua  morte, e14 d.C., aos 75 anos
(ou seja, por 41 anos)??? Nascido Caio Otáviopertenceu a um rico
 e antigo ramo da família plebeia dos Otávios, 
foi ele quem iniciou uma era de relativa paz conhecida como  Pax Romana, ou "Paz Romana", lembra também? 
   A águia, ou Aquila Romana, era guardada pela primeira coorte (uma das subdivisões de uma legião romana) e só saía do acampamento romano em ocasiões raras, quando toda a legião se movimentava.   


Bom, clicando AQUI, você irá até uma postagem do finalzinho do ano passado que traz um vídeo sobre algumas ruínas que restaram do Império Romano – como se encontram hoje – e uma simulação de como eram há dois mil anos.


Fonte: wikipedia.org

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Curiosidades sobre o Coliseu



Imagem: historiazine.com 
  "O Anfiteatro Flaviano teria o nome de 'Coliseu' inspirado no Colosso de Nero, uma estátua de cerca de 35 metros de altura que existia nas proximidades. Foi construído entre os anos 70 e 90 da 'Era Cristã' [depois de Cristo] e o imperador que deu início à construção foi o Vespasiano [da Dinastia Flaviana -- e vem daí 'Anfiteatro Flaviano'...] .
  Seu filho, [o recém Imperador] Tito, no ano de 79, inaugurou o Coliseu ainda inacabado  —  da mesma forma que certos governantes inauguram obras públicas hoje em dia  —  pois no ano 80 aconteceriam os primeiros jogos no local.
  Roma tinha acabado de passar por uma erupção do Vesúvio, um surto de peste e um incêndio que destruiu muitas construções pela cidade. Tito teria ordenado os jogos para acalmar e distrair [!!!] a população.
  Mas para os romanos, o palácio era apenas desperdício de dinheiro público, já que a maioria da população não teria acesso à suntuosa construção. [Mas,] com o Coliseu, Vespasiano procurou expandir a 'política do pão-e-circo' que ficou tão famosa durante o auge e o  declínio do Império Romano [e já era empregada desde a República Romana, lembra?]. E como já foi dito, seu filho Tito [que o sucedeu] tratou de [reforçar] esta política o quanto antes."
“Salve, César! Aqueles que vão morrer te saúdam!”

Para continuar lendo, basta ir ao site HISTORIAZINE clicando AQUI
(De onde foi retirado o texto acima.)

Dá para imaginar uma batalha naval dentro do Coliseu Romano? 
(Descrição: gravura representando a naumaquia, uma batalha naval dentro do Coliseu)

AH, QUER SABER AINDA MAIS?
  Então, clique AQUI e vá ao site Viagem e Arquitetura e leia a matéria "7 incríveis fatos sobre o Coliseu Romano que você precisa conhecer"
  E se quiser ir ao site oficial do Coliseu (THE COLOSSEVM), clique AQUI. É tudo super detalhado e a gente até fica perdido com tantas possibilidades de pesquisa... Só que há somente duas opções de idioma: o italiano e o inglês, ok? 

sábado, 18 de novembro de 2017

"Kahal Zur Israel" - ou Congregação Rochedo de Israel (Recife - PE): a primeira sinagoga da América

Kahal Zur Israel  
(Congregação Rochedo de Israel)
Recife - PE
A primeira sinagoga da América. 
A fachada do prédio data do século XIX e, atualmente, abriga o 
Centro Cultural Judaico de Pernambuco.

(Para saber sobre as sinagogas e a presença judaica na colonização do Brasil, ao clicar AQUI você chegará ao site da Fundação Joaquim Nabuco -- que traz muitas informações a respeito.)



E, caso queira saber ainda mais, abaixo segue o link para uma página do site da  Associação Israelita de Beneficência Beit Chabad do Brasil:
(basta clicar abaixo)
SINAGOGA: ONDE OS JUDEUS SE REÚNEM


terça-feira, 20 de setembro de 2016

Especialmente para a 701... "Navio Negreiro"

   
Cena do filme Amistad, de Steven Spielberg, de 1997
(www.mariapreta.org)

   Apesar de eu ter prometido esse vídeo na aula de hoje para a 701 (e eles sabem muito bem o porquê...), na verdade essa postagem serve para todo o sétimo ano.  

   Na época em que a professora Carolina, hoje coordenadora de História do nosso campus, tinha um blog para o sétimo ano, ela sempre fazia essa postagem para seus alunos -- aliás, não tinha como deixar de fazer...

   "Todo ano, faço questão de mostrar aos alunos o vídeo abaixo. Extraído do filme 'Amistad' feito em 1997 por Steven Spielberg, o trecho mostra o processo doloroso do comércio de gente promovido durante séculos por africanos, europeus e americanos. Nele temos, de uma forma didática, toda a dor e desumanização de uma parcela de africanos que eram capturados por tribos e reinos rivais, ainda em África, e depois vendidos e revendidos várias vezes até que chegavam para o trabalho árduo aqui na América. 
   Para enriquecer mais ainda as imagens, temos ao fundo a leitura majestosa feita por Paulo Autran, um dos maiores atores brasileiros, do poema 'Navio Negreiro', escrito em 1869 por Castro Alves -- o que torna esta montagem realmente emocionante.  
   As cenas são fortes, porém necessárias. Porque mais forte ainda foi a realidade... Não tenha a menor dúvida disso." (Trecho adaptado de Blog de Historia do 7º ano) 

O vídeo segue abaixo.

Procure ficar atento às imagens do filme Amistad e à narração do poema de Castro Alves, feita por Paulo Autran.

(E lembre-se que, apesar de o filme ser uma obra de ficção, essas e muitas outras atrocidades realmente aconteceram com os africanos trazidos à América.) 





sábado, 14 de novembro de 2015

Roteiro de estudo para a PI de História (dia 26/11)


1. Introdução à História
Análise de diferentes documentos históricos – escritos e não escritos
2. Mesopotâmia 
Os poderes do rei antigo – o rei como personificação do Estado
A sociedade diferenciada e hierarquizada
A servidão coletiva 
A teocracia 
O politeísmo 
A escravidão
3. Egito
Uma dádiva do Nilo e do trabalho coletivo 
O poder centralizado: o faraó
A sociedade diferenciada e hierarquizada
O significado do trabalho 
A crença na vida após a morte influências na vida antes da morte
A crença na vida após a morte o porquê da mumificação
A servidão coletiva
A teocracia  e a mitologia 
O politeísmo 
A escravidão
4. Hebreus 
O monoteísmo
O pacto feito com Deus e o significado da circuncisão
A fé como fator de união
5. Grécia
As cidades-Estado ou polis
A língua e a religião como fatores de união
Atenas
Os cidadãos e os não cidadãos
A educação a preparação do cidadão para a política
A economia a importância dos escravos e metecos
Esparta 
Os espartanos, periecos e hilotas
A educação a preparação do cidadão para a guerra 
6. Roma 
Os patrícios e os plebeus 
As conquistas da República Romana (a expansão territorial) vitórias e problemas: quem ganhou e quem perdeu 
A mão de obra escrava
A política do “pão e circo”
As disputas entre os generais
A inauguração do Império
A Pax Romana (séculos I e II) e a crise da mão de obra escrava (a partir do século III)
As crises do século III
As invasões “bárbaras


Como e por onde estudar?

Introdução à História: estude pelas folhas do início do ano e pelas avaliações do 1º e 2º trimestres

Mesopotâmia: estude pela avaliação do 2º trimestre

Egito: estude pelo livro (cap. 6 – módulos 1, 2 e 3) e pelas anotações no caderno

HebreusGrécia e Roma: estude pelas respectivas apostilas, pelas anotações no caderno e o último ponto (Roma) também pelos módulos do livro indicados na apostila.

 UMA DICA: 
Estude, principalmente, pela revisão do último dia de aula antes da Prova Institucional. ;)


BOM ESTUDO E BOA PROVA!

Imagens:
 relevo assírio; estatueta dos deuses Hórus, Osíris e Ísis; estátua da deusa Palas Atena (Museu do Louvre) - arquivo pessoal
 Torá - rechovot.org.br
estátua de guerreiro hoplita (Museu Arqueológico de Esparta) - wikipedia.org
Coliseu (Roma) - viajeaqui.abril.com.br
  

sábado, 11 de abril de 2015

Mais informações sobre o Trabalho em Grupo do dia 25 de abril



    Conforme combinamos nas últimas aulas, no próximo S1, dia 25 de abril, teremos a nossa primeira avaliação, cujo tema será  "Introdução ao estudo da História". Mesmo sendo uma atividade em dupla, estude como se fosse para uma prova. Prepare-se! Não deixe o(a) seu(a) amigo(a) "na mão"...


   Para ajudá-lo(a) nos estudos, abaixo estão listados, resumidamente, os pontos que serão avaliados no trabalho:
  • fontes históricas;
  • a reconstituição histórica a partir de documentos escritos e não-escritos;
  • aspectos do conhecimento histórico;
  • mudanças e permanências; 
  • memória;
  • tempo histórico.

   Você deve estudar o primeiro capítulo do nosso livro didático (páginas 14 e 15, 16 e 17, 20 e 21), além das folhas "Introdução ao estudo da história: memória e fontes históricas" e "A história e o historiador"

E não esqueça das postagens aqui do blog...Emoticon winkmm
    
    Lembre também que esta avaliação valerá 3 pontos preciosos... Aproveite o feriadão e capriche nos estudos!

Site da imagem: mosaico.com.br

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Ainda a "memória"...

     Em outubro de 2011, quando a maioria de vocês estava no 2º ano, visitei a "2ª Mostra Cultural e Científica" do Pedrinho do Engenho Novo e vi muitos trabalhos bastante interessantes e que tinham muito em comum com o que estudamos agora no 6º ano. Havia várias linhas de tempo sobre a vida das crianças, exposições de objetos de tempos antigos, painéis com a história do campus (em 2011, o CENI completou 25 anos: era um ano de muitas comemorações), caixas de memória... Enfim, muita coisa legal! Bom, como fotografei as exposições, logo no final desta postagem, colocarei as fotos, inclusive as das caixas de memória. E talvez alguns alunos tenham uma surpresinha... Emoticon wink

      E você, tem alguma ideia do que seja uma caixa de memória???

   Logo abaixo, segue um poema muito bonito e que nos faz lembrar algumas coisas que falamos em nossas aulas, como memória e fontes históricasÉ também sobre tempo, que estamos estudando nesta semana. Seu título é "Caixa de saudade". Mas, será que tem a ver com o que vi no Pedrinho? E com as tais caixas de memória?  Depois de ler o poema e de ver as fotos, me conta o que achou, tá?  

      Então, aí vai o poema:

Caixa de saudade
Desde menina
guardo,
na minha sala de memória,
numa caixa de saudade,
velhas cartas, fotografias e
objetos coloridos
de encantos e desencantos.
Lá estão
o bigode áspero de meu pai,
o dedal paciente de minha mãe
a trança despenteada da minha irmã,
duas bolas de gude quebradas
que roubei de meus irmãos;
na fita da primeira comunhão,
a medalhinha de Santo Antônio
que a minha tia-madrinha
e casamenteira me deu;
o primeiro cartão postal
do vizinho João,
com o cadeado do diário que perdi
quando fiz quinze anos.
A carta, marcada com o meu batom,
amarrada numa outra,
cuidadosamente desamassada,
que ainda leio;
[...]
Todos os meus coloridos
encantos e desencantos
estão protegidos do tempo.
Num instante, num dia,
muito tempo atrás,
nesse relógio parado, sem corda,
que junto deles
deixei.”
FALCONE, Sandra. Notícias de mim. São Paulo: Lemos Editorial, 2000


     Agora, as fotos:

Linhas de tempo sobre a vida dos alunos:





Painéis com a história do Pedrinho do Engenho:



Objetos de tempos antigos:





E, enfim, as caixas de memória:






E aí, o que achou? Se você foi aluno do Pedrinho, certamente participou desta mostra! Será que fotografei algum trabalho seu? Ou, quem sabe, de um amigo?

Imagens: arquivo pessoal