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sábado, 8 de agosto de 2015

Notícias sobre a crise que ameaça o Parque Nacional Serra da Capivara

   Durante as férias, o site do projeto FUMDHAM sofreu modificações. Ok, isso é comum... Mas muitos alunos ficaram preocupados com as notícias acerca dos problemas (principalmente financeiros) que estariam ameaçando a preservação do Parque Nacional Serra da Capivara, afinal, trata-se de um patrimônio natural e cultural da humanidade. 

   Abaixo seguem, então, links para matérias recentes sobre o problema. Em todas elas, a arqueóloga Niède Guidon é tratada como figura fundamental para a existência e manutenção da FUMDHAM.



Em crise, parque arqueológico do Piauí pode ficar sem segurança
Arqueóloga ameaça encerrar atividades da fundação por falta de verba; governo diz que vai garantir segurança

A destruição de um patrimônio

Como a falta de dinheiro está arruinando o Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, considerado um dos mais importantes sítios arqueológicos do mundo


Parque da Serra da Capivara, no Piauí, está ameaçado

Fundação que atua na conservação do Patrimônio Cultural da Humanidade conta com apenas 50 funcionários, poucos recursos e pode fechar




Crise ameaça fechar o Parque Nacional da Serra da Capivara


Conselho de Cultura propõe nome de Niède Guidon ao aeroporto de São Raimundo Nonato


A saga empreendedora da arqueóloga Niède Guidon revelou riquezas do Piauí


terça-feira, 7 de julho de 2015

Mapa de Minas Gerais para quem, no Trabalho em Grupo, optou pelo tema "As pesquisas sobre Luzia e seu povo"

   
 Descoberta em 1835 por Peter Lund, a gruta da Lapinha localiza- se no Parque Estadual do Sumidouro e está inserida na área de proteção ambiental da APA-Carste de Lagoa Santa. Recentemente, a gruta passou por reformas visando um melhor atendimento ao público e a valorização e preservação do patrimônio tombado em nível federal e municipal.

   Bom, conforme prometi, quem quiser a localização das cidades deste estado, basta clicar AQUI para ir até o Portal do Governo de Minas Gerais que disponibiliza a sua divisão política. 

  Lagoa Santa fica na Microrregião de Belo Horizonte (código 30) -- que, por sua vez, fica dentro da Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte (código 7). 

Curiosidade: Minas tem 853 municípios. Para ver a relação completa, inclusive encontrar Lagoa Santa (Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte - código 7; Microrregião de Belo Horizonte - código 30), basta fazer o download da lista completa clicando no link no final da página.  

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Informações sobre o Trabalho em Grupo do 2º trimestre: "As Pesquisas Arqueológicas no Brasil"

      

   O trabalho é em dupla, feito nas aulas de Informática Educativa a partir desta semana, sobre um dos temas abaixo: 
  • As pesquisas sobre Luzia e seu povo - Lagoa Santa / MG
  • As pesquisas no Parque Nacional Serra da Capivara - São Raimundo Nonato / PI
  • As pesquisas sobre os sambaquis - litoral / RJ 


    A dupla deve criar um painel virtual sobre o tema escolhido contendo os seguintes elementos:

  • o mapa do Brasil e a localização do(s) sítio(s) arqueológico(s) - incluindo o nome da cidade e do estado
  • imagens do que foi encontrado assim como do(s) próprio(s) sítio(s) arqueológico(s) - no mínimo, seis imagens
  • curiosidades: o que tem de mais interessante neste(s) sítio(s); que novidades foram descobertas 
  • a datação do(s) sítio(s) arqueológico(s)
  • links para os sites que possuem informações sobre o(s) sítio(s) arqueológico(s)

Abaixo, seguem as postagens do blog sobre cada tema.
(Atenção: só podem ser utilizadas para pesquisa postagens aqui do blog!)

- As pesquisas sobre Luzia e seu povo:
As pesquisas no Parque Nacional Serra da Capivara:

Imagens: Anna Clara Alves, fumdham.gov.br e museusdorio.com.br

domingo, 21 de junho de 2015

Ainda mais sambaquis... Dessa vez, em Rio das Ostras/RJ

   





   Conheça agora o Museu de Arqueologia Sambaqui da Tarioba, "um dos poucos museus de arqueologia 'in situ' do Brasil, ou seja, o material que está exposto permanece da forma como foi encontrado. O Sítio Arqueológico foi mapeado em 1967 por pesquisadores do Instituto de Arqueologia Brasileira que realizavam o Programa Litoral Fluminense, no âmbito do projeto maior denominado Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas (PRONAPA) patrocinado pelo Smithsonian Institution e realizado com autorização e apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)."


           Para ir até a página sobre esse museu, basta clicar AQUI

Imagens: www.museusdorio.com.br

Você sabia que há muitos sambaquis bem pertinho de nós?

    




  Além do sambaqui recentemente descoberto durante as obras no estacionamento do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Descoberta de sambaqui no Galeão traz novos elementos para compreensão da pré-história carioca) e do visitado no ano passado pelos alunos que vieram do Pedrinho do Engenho Novo (no Museu Vivo do São Bento, em Duque de Caxias), há outros também pertinho de nós e há muito tempo são visitados por muita gente. Você sabia disso? Pois é. Clique AQUI e conheça o Museu do Sambaqui da Beirada, que fica em Saquarema.  

   Clique também no link O Saquá - O jornal de Saquarema  e descubra que nesta cidade do litoral do nosso estado há ainda outros museus a céu aberto dedicados ao tema.  

Imagens: www.mapadecultura.rj.gov.br

As pesquisas arqueológicas no Brasil - OS SAMBAQUIS

Sambaqui localizado no Rio de Janeiro (Angra dos Reis)
(Foto: Divulgação/CNPq) 

Sambaqui em Santa Catarina
(Foto: Divulgação/CNPq)


     Outro assunto estudado ontem foram os vestígios deixados por grupos de pescadores-coletores dos litorais sudeste e sul do país. Vimos que os sambaquis ("colina de concha", em tupi) são os locais onde estes vestígios são encontrados

    Para saber mais sobre os sambaquis, clique no link abaixo:
Mundo Estranho - O que são sambaquis?

    

Site das imagens: arquivosdoinsolito.blogspot.com

FOLHA DE S. PAULO: No Piauí, Serra da Capivara guarda o maior tesouro arqueológico do Brasil

A Pedra Furada, que tem sua cavidade devido à ação do vento e da chuva


   "Estudos apontam a presença do homem há cerca de 50 mil anos. Os vestígios são resultado de escavações lideradas pela arqueóloga Niède Guidon na década de 70, quando foram encontradas ferramentas que evidenciaram a presença mais antiga do homem nas Américas." RAFAEL MOSNA - ENVIADO ESPECIAL A SÃO RAIMUNDO NONATO (PI)

Para ler a matéria completa, de 09/05/2013, basta clicar AQUI.

Ainda sobre a Serra da Capivara, clique:

E mais:


Site da imagem: www1.folha.uol.com.br

Vídeo: "Niède Guidon e as Origens do Homem Americano (1990)"

  Aqui nessa postagem temos um documentário de 1990 com a arqueóloga Niède Guidon para o programa Globo Ciência,  quando o Museu do Homem Americano ainda nem estava pronto. É um vídeo antigo, mas traz informações muito interessantes acerca do seu trabalho à frente do Parque Nacional Serra da Capivara, no Piauí.


A arqueóloga brasileira Niède Guidon e as pesquisas arqueológicas no Brasil - Parque Nacional Serra da Capivara

(fonte: wikimapia.org)
Toca do Boqueirão da Pedra Furada 
(Pintura escolhida para a logomarca do Parque Nacional Serra da Capivara)


   Niède Guidon (na foto à esquerda) à frente da Fundação Museu do Homem Americano (na cidade de São Raimundo Nonato, estado do Piauí). Como não podia deixar de ser, todos ficamos surpresos com os resultados das pesquisas de sua equipe.   
Nas aulas de ontem, também falamos sobre  o trabalho da arqueóloga brasileira 
    
Abaixo, está o link para o site desta fundação.


    Ao entrar no site, explore-o bastante, pois há várias informações interessantes. Não deixe de visitar, por exemplo, a página sobre as pinturas rupestres, ou sobre a megafauna da região (de há mais de 10 mil anos) - nesta, clique em cima do nome científico da espécie e aparecerão  informações e ilustrações  de como era o animal, assim como fotos  de seus restos (dentes, ossos etc.) encontrados no local.

Enfim, divirta-se e aprenda!

Site da imagem: saoraimundo.com/noticias 


E, agora, uma foto da reconstituição do rosto da Luzia que Anna Clara, da 606, enviou aqui para o blog!

  Pois é, a Anna Clara já viu a Luzia de bem pertinho, lá no Museu Nacional...  

  Essa foto aí ao lado, da reconstituição do rosto da Luzia, foi ela mesma quem tirou.

Valeu, Anna! 





Imagem: Anna Clara Alves

Quer saber mais um pouco sobre o povo da Luzia?

   "O filme [abaixo] mostra os sítios arqueológicos de Pedro Leopoldo, na região mineira de Lagoa Santa, nos arredores de Belo Horizonte, onde foi encontrado um crânio de 11 mil anos de idade, chamado informalmente de Luzia

    A área é alvo de um grande projeto de pesquisa sobre a origem do homem nas Américas coordenado pelo arqueólogo 
Walter Neves, do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos (LEEH) do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB/USP). 

   Produzido pela prefeitura de Pedro Leopoldo e pelo LEEH em 2007, o vídeo foi gentilmente cedido à Pesquisa FAPESP por Walter Neves."


Pedro Leopoldo: O berço de Luzia



Fonte: Canal de vídeos do site da revista Pesquisa FAPESP
publicada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP (Enviado em 10/02/2010)

Entrevista com Walter Neves - o "pai" de Luzia



   Nas aulas de ontem, voltamos a falar de Luzia e seu "pai", o Walter Neves, que é coordenador do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP).  

   Walter Neves "não foi o responsável por ter resgatado esse antigo esqueleto de um sítio pré-histórico, mas foi graças a seus estudos que Luzia, assim batizada por ele, tornou-se o símbolo de sua polêmica teoria de povoamento das Américas: o modelo dos dois componentes biológicos."

   Para ver o quanto você sabe sobre esse "modelo dos dois componentes biológicos", basta ler a entrevista, concedida a Marcos Pivetta e Ricardo Zorzetto, para a página da Pesquisa FAPESP (Edição 195 de maio de 2012), na qual esse arqueólogo e antropólogo conta como formulou sua teoria sobre o povoamento da América. 

Para ir até a entrevista, basta clicar AQUI. 


Imagem: pesquisarevista.fapesp.br

terça-feira, 16 de junho de 2015

Luzia: a brasileira (e americana) mais antiga

Reconstrução das feições do crânio de Luzia, desenterrado na década de 70 
no sítio da Lapa Vermelha (Lagoa Santa/MG)

   "O crânio mais antigo do continente, com cerca de 12 mil anos, pertencente a uma mulher (batizada de Luzia), teve suas feições reconstituídas. A partir daí, [o bioarqueólogo Walter] Neves demonstrou que elas se assemelhavam mais às dos africanos e aborígenes australianos que às dos índios atuais. Assim, os povos mongoloides - ancestrais dos índios - teriam chegado à América do Sul há cerca de 9 mil anos, substituindo totalmente os 'paleoamericanos', que se refugiaram em áreas remotas do continente até a extinção." (Thaís Fernandes - ICH - jan/2001)

    O trecho acima é parte de uma matéria publicada na revista Ciência Hojeem 2001 , logo após os resultados das pesquisas sobre o crânio de Luzia, feitas pelo bioarqueólogo Walter Neves, da USP. Segundo ele, antes da chegada dos grupos mongoloides da Ásia, que deram origem aos ameríndios, a América foi povoada por grupos negroides vindos da África e da Oceania. Para ler a matéria completa, clique no link: Luzia - Instituto Ciência Hoje.  

    Para saber mais, leia ainda "Como viviam os primeiros brasileiros" (de novembro de 2004), também no site do Instituto Ciência Hoje. Para ter uma ideia do que trata a matéria, veja o trecho abaixo: 

    "Ao supormos que os primeiros povoadores tinham feições negroides, não estamos afirmando que eles tenham vindo da África, do sul da Ásia, ou da Oceania, onde as populações negroides predominavam, e que só os povoadores posteriores tenham vindo do leste da Ásia, hoje predominantemente mongoloide. Todos teriam vindo do continente asiático, pela região do Bering, já biologicamente diferenciados em negroides e mongoloides antes da migração, ou os primeiros humanos teriam chegado à América quando as feições negroides e mongoloides ainda não estavam plenamente definidas, completando-se aqui o processo de caracterização." (Pedro Ignácio Schmitz - Unisinos - nov/2004)

Imagem: www.lagoasanta.com.br

Há 13 mil anos, a origem dos brasileiros - série ‘Jornada da Vida’, do Fantástico / Rede Globo

  Fóssil humano mais antigo do Brasil é de Luzia, com 13 mil anos. Ela era negroide e muito parecida com os aborígenes australianos.


Na imagem acima, da esquerda para a direita, 
o crânio e a reconstituição das feições de "Luzia" 
(o mais antigo fóssil encontrado na América, em Lagoa Santa, MG), 
as duas seguintes, o Parque Nacional Serra da Capivara, PI, 
e as duas últimas, pinturas rupestres do mesmo local. 

   "Já parou para pensar como era o Brasil 10 mil anos atrás? O Fantástico [mostrou] como vivia o povo que chegou aqui milhares de anos antes do 'descobrimento'. Esse povo chegou muito antes até do que os índios. Os repórteres Sônia Bridi e Paulo Zero visitaram os lugares que contam essa história. Uma história que tem rosto e tem nome: Luzia, a primeira brasileira.
  Cavernas, água e vento mudam essas formas lentamente. Trazem a terra que cobre e preserva milhares de anos de uma história aos poucos descoberta. A chegada ao continente americano da espécie que conquistou o planeta: o Homo sapiens.

  Como a humanidade chegou até o local, a milhares de quilômetros de onde a espécie surgiu, na África? Caminhando, sem rumo definido, seguia animais de caça, buscava frutas, raízes. Fugia da seca ou do frio. E como não tinha cidades e nem lavouras, uma vez que avançava, também não tinha motivos para voltar para trás. Assim chegou até a América do Sul. A última fronteira da humanidade na incrível jornada da vida."

E aí, ficou curioso para saber o restante da história? Então, é só clicar AQUI para ir até a página do programa com o restante do texto e o vídeo sobre a matéria.

Ah, e participam da matéria duas pessoas sobre as quais falaremos bastante nas próximas aulas: Walter Neves e Niède Guidon

Fique ligado...

Imagens: museunacionalufrj.br, img.socioambiental.org, renatogrim.com, wikipedia.org, fumdham.org.br, piauibrasil.com, livrevozdopovo.blogspot.com

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Você sabia que o crânio de Luzia está no Museu Nacional?


   Sim, é isso mesmo: o crânio mais antigo do Brasil (e da América) está bem pertinho de nós, lá no Museu da Quinta da Boa Vista, no setor de Antropologia Biológica.

   Quer saber mais? Vá até o site do Museu Nacional - UFRJ!

Site da imagem:  http://creationsciencenews.wordpress.com

quinta-feira, 14 de maio de 2015

"Stonehenge do Amapá"


   Nas aulas desta semana, estudamos sobre os monumentos megalíticos erguidos por grupos neolíticos e que estão espalhados por várias partes do planeta, inclusive aqui no Brasil -- o que deixou muitos alunos curiosíssimos ("Como assim, aqui, no Brasil? Como é que a gente nunca ouviu falar disso?", foi o que muitos disseram) e querendo mais informações a respeito... 

   Bom, se você nunca, até então, tinha ouvido falar disso, agora não só ouviu como também já sabe do que se trata... E se quiser saber mais, toda essa postagem é dedicada ao tema! 

  Veja o texto de uma matéria publicada pela Ciência Hoje sobre o que é conhecido por muitos como "Stonehenge do Amapá":

   O sítio arqueológico da cidade de Calçoene, no interior do Amapá, pode ter sido um grande calendário solar construído por civilizações antigas há mais de mil anos. A afirmação é do físico Marcomede Rangel, do Observatório Nacional, no Rio de Janeiro, que vem estudando o local. Descoberto pelo naturalista Emilio Goeldi (1859-1917) no início do século passado, o sítio abriga pedras monolíticas estrategicamente posicionadas no solo.

   Com ajuda de estudantes do curso de turismo do Centro de Educação Profissional do Amapá (Cepa), o físico mapeou o local e descobriu uma relação entre o sítio e o fenômeno natural do equinócio. “Uma das pedras é uma chapa de granito de 3 m com uma abertura no centro com cerca de um palmo de diâmetro. Há outra pedra direcionada justamente em relação a essa. Provavelmente, o sítio era usado pelos povos antigos para saber a época de plantio, colheita, chuva e seca”, diz.
O sítio era provavelmente usado pelos povos antigos para saber a época de plantio, colheita, chuva e seca
   O equinócio acontece quando o Sol, visto da Terra, se desloca sobre a linha do Equador, nascendo a leste e se pondo a oeste. Essa passagem de um hemisfério a outro determina o início das estações primavera e outono, conforme o hemisfério. Durante o fenômeno, o dia e a noite têm a mesma duração.
  Para Marcomede, os monumentos encontrados em Calçoene – comparáveis a Stonehenge, na Inglaterra, o mais conhecido círculo de pedras do mundo –, podem ter sido formas de homenagem aos deuses pagãos ou mesmo observatórios primitivos. 'Já conseguimos saber que a luz do Sol é projetada pela abertura de uma das pedras, criando uma bola de luz, que vai bater em outra pedra. A bola de luz se desloca seguindo a linha do Equador', conta o pesquisador.
  O sítio de Calçoene ficou no esquecimento durante muito tempo. Somente em 2005, o ‘Stonehenge brasileiro’ despertou o interesse do governo do Amapá, quando foi catalogado e cercado, sendo estudado por arqueólogos do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa).
   Pesquisas apontaram uma relação das construções com o solstício de inverno, momento em que o Sol está mais afastado do Equador, em cima do trópico de Capricórnio. Marcomede espera encontrar novos elos entre o sítio e fenômenos astronômicos: 'Com os dados obtidos, confeccionaremos um mapa das constelações para encontrar outras relações com estrelas brilhantes e a Lua', finaliza o físico.



Bruna Ventura
Ciência Hoje/RJ


Para ver muitas imagens desse monumento megalítico brasileiro, publicadas no UOL Notícias - Ciência, em 02/12/2011,é só clicar AQUI e, para ler a matéria completa, publicada junto com essas imagens, clique  AQUI

 Fonte: Ciência Hoje e UOL Notícias - Ciência

sexta-feira, 27 de março de 2015

O que faz um arqueólogo?

  Nas três aulas que tivemos até agora, vimos que a pesquisa histórica é um trabalho interdisciplinar, ou seja, vários profissionais são necessários na tarefa de reconstituir e analisar o que já aconteceu. E um desses profissionais é o arqueólogo. Muito do que estudaremos nas próximas aulas é fruto da Arqueologia... Mas, você conhece o trabalho de um arqueólogo?


Site da imagem: pareepenseblog.blogspot.com


Site da imagem: arqueologiapublica.com.br


Site da imagem: www.algosobre.com.br

   O arqueólogo é um "cientista que estuda a cultura e os costumes de povos que viveram na Terra há milhares de anos.   Seu trabalho consiste em encontrar e analisar ossos, objetos, pinturas, enfim, qualquer prova da existência desses povos do passado que tenha sido preservada pela natureza." (CHC) 

   Se você ficou curuioso(a) e quiser saber mais, basta clicar AQUI para ir até a matéria da Ciência Hoje das Crianças ("Arqueóloga desde menina", de onde o trecho acima foi retirado) que traz uma entrevista com a arqueóloga Maria Beltrão, que conta como é o seu trabalho. 

domingo, 22 de março de 2015

Ainda sobre as verdades absolutas que não têm vez na História...


O jornal O Globo de ontem, dia 21 de março, publicou uma matéria que também pode ilustrar tudo isso que a gente vem discutindo em nossas aulas: 

A junção de conchas e outros materiais no terreno 
do aeroporto no Rio - DHANI ACCIOLY BORGES/DIVULGAÇÃO 

Descoberta de sambaqui no Galeão traz novos elementos para compreensão da pré-história carioca

Primeiros habitantes do litoral entraram em conflito com índios tupis, o que levou a sua extinção 

POR 

21/03/2015 6:00


 A matéria trata da descoberta de um sambaqui em terreno do Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão. Para quem não sabe, os sambaquis são sítios arqueológicos formados, principalmente, por cascas de moluscos e quem os formou  os sambaquieiros  eram grupos de pescadores-coletores que viviam em busca de locais com mares, rios e mangues. Quando estudarmos o "Povoamento da América", dentro do tópico "Arqueologia Brasileira", veremos os sambaquis com mais detalhes. Se bem que os alunos que vieram do Pedrinho, pelo menos, não só já ouviram falar como já viram um sambaqui de perto quando fizeram, no ano passado, um trabalho de campo no Museu Vivo do São Bento, em Duque de Caxias/RJ...

Bom, voltando ao assunto das nossas aulas nesse momento, com certeza,  essa descoberta trará novos elementos sobre a ocupação dessa área na pré-história, veja só: 


— A grande base de subsistência dos sambaquieiros era a pesca. Por meio das ossadas, vemos que existiram comunidades que ficaram em locais durante cem, 200, até 900 anos. Obter comida era uma necessidade diária. Não havia como caçar ou pescar e armazenar. Mas também já foi possível apurar que eles tinham manejo com vegetais. 
[...]
— O senso comum sugere que o Brasil foi inventado pelos portugueses. Somos profundamente devedores aos nossos nativos. Eles viveram em nossas costas durante muito mais tempo do que qualquer outro povo. É nossa obrigação investigar como eles viviam  afirma a pesquisadora Maria Dulce Gaspar, do Museu Nacional/UFRJ, responsável pela pesquisa no Galeão.


Para ler a matéria completa, basta clicar AQUI.