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quarta-feira, 19 de junho de 2019

Curiorisades sobre o ISLAMISMO

  



Acima, três vistas da Grande Mesquita de Meca 

Também chamada de Mesquita Sagrada (em árabeالمسجد الحرامtransl.: Al-Masjid al-ḤarāmIPA[ʔælˈmæsdʒɪd ælħɑˈrɑːm]) ou Mesquita Alharam, é considerada o maior centro de peregrinação do mundo. Localizada na cidade de Meca, na Arábia Saudita, é o lugar mais sagrado do Islamismo. 
Cerca de 1 bilhão de muçulmanos se voltam para ela cinco vezes ao dia para rezar, obedecendo aos preceitos do Alcorão.
(Adaptado de wikipedia.org)

Acima, a Caaba

A Caaba ou Kaaba (também conhecida como Ka'bah ou Kabah; em árabeالكعبة al-Kaʿbah IPA: [ʔælˈkæʕbɐ], "O Cubo"; ou como al-Kaʿbatu l-Mušarrafah: الكعبة المشرفة, "O Nobre Cubo"; ou al-Baytu l-ʿAtīq: البيت العتيق, "A Casa Primigênia"; ou al-Baytu l-Ḥarām: البيت الحرام, "A Casa Sagrada/Proibida") é uma construção em formato de cubo reverenciada pelos muçulmanos na mesquita sagrada de Grande Mesquita em Meca e é considerada pelos devotos do Islã como o lugar mais sagrado do mundo.
(Adaptado de wikipedia.org)

  Nas últimas aulas -- as primeiras do 2º trimestre --, tratamos do Islamismo, religião monoteísta surgida na Península Arábica no século VII do nosso calendário (o cristão) e uma das religiões com mais seguidores no mundo atualmente.

  Vale reforçar que monoteísmo é a crença em apenas UM deus -- para os monoteístas, Deus -- que, além de ÚNICO, é onipotente (tudo pode), onisciente (tudo sabe) e onipresente (está em todos os lugares). 

E como falamos de religião...
Como até hoje, por incrível que pareça, ainda há quem mate em nome da fé, também vale reforçar o quanto é importante RESPEITAR A RELIGIÃO DOS OUTROS (sim, isso vai além de  simplesmente tolerar)...  



  A logo [acima] é formada pelo intercambiamento dos três símbolos das religiões monoteístas que consideram Abraão como seu patriarca.
→ A letra "C" foi trocada pelo Crescente Islâmico [a lua], símbolo adotado em várias bandeiras de países em que há predominância de muçulmanos na população.
→ O símbolo judaico conhecido como "Estrela de Davi" foi inserido na logo na posição da letra "X". Segundo a tradição judaica, este símbolo era grafado no escudo do exército do reino de Israel desde os tempos do reinado de Davi.
→ A letra "T" foi permutada pelo símbolo maior do cristianismo, a Cruz onde cristo foi crucificado. Esta representa a expiação dos pecados da humanidade por meio do sacrifício de Jesus Cristo na cruz do Calvário.
A união desses símbolos numa só palavra, "Coexista", sugere a idéia de convivência pacífica entre as religiões abraâmicas. Tal convivência pressupõe o respeito às crenças e aos preceitos das outras religiões sem o abandono ou sincretismo dos mesmos.

AGORA, AS CURIOSIDADES...

Muitas curiosidades surgiram durante as aulas, mas praticamente TODOS queriam mais informações sobre a Caaba e a Pedra Negra... 
"O que é a Caaba?"
"Por que os muçulmanos oram em direção à Cabba?"
"O que tem dentro da Caaba?"
"A Caaba é feita de quê???"
"Como é o chão da Caaba?"
(Sim, essa pergunta foi feita! E outras também...)

Assistindo ao vídeo abaixo, você terá respostas para essas e outras perguntas sobre... a CAABA!


AS PERGUNTAS ABAIXO SÃO LINKS.
CLICANDO NELAS, VOCÊ ENCONTRARÁ SUAS RESPOSTAS.






MAIS IMAGENS DA CAABA...
(Todas retiradas do Pinterest)




  





E DA PEDRA NEGRA
A Pedra Negra da Caaba é provavelmente a rocha (ou fragmentos de rocha) mais sagrada do mundo e continua a ser a peça central da sagrada peregrinação islâmica.


sábado, 18 de novembro de 2017

"Kahal Zur Israel" - ou Congregação Rochedo de Israel (Recife - PE): a primeira sinagoga da América

Kahal Zur Israel  
(Congregação Rochedo de Israel)
Recife - PE
A primeira sinagoga da América. 
A fachada do prédio data do século XIX e, atualmente, abriga o 
Centro Cultural Judaico de Pernambuco.

(Para saber sobre as sinagogas e a presença judaica na colonização do Brasil, ao clicar AQUI você chegará ao site da Fundação Joaquim Nabuco -- que traz muitas informações a respeito.)



E, caso queira saber ainda mais, abaixo segue o link para uma página do site da  Associação Israelita de Beneficência Beit Chabad do Brasil:
(basta clicar abaixo)
SINAGOGA: ONDE OS JUDEUS SE REÚNEM


segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Agora, os nomes judaicos...

Gabriel        Stella        Adelle        Ariel        Zac           

     Isaac        Rafael        Phineas        Nathan     

Deborah           Daniella, Daniela, Danielle             

David        Jennifer        Rebeca        Jonathan         Sarah      

Hannah            Daniel           Alex, Alexandre   

      Rachel            Gabriela, Gabriella, Gabrielle         


    Para os judeus, nomear um recém-nascido é algo sagrado. E meninos recebem o seu nome em ocasião diferente das meninas
      A escolha do nome pode ser uma homenagem a um parente e a sua repetição ao longo das gerações, uma garantia de que não seja esquecido. 
      Os nomes podem ser bíblicos, remeter à natureza, ser nome de anjos, enfim.

     Clique AQUI e saiba mais sobre como se dá a escolha de um nome judaico.

     E, logo no final do texto, você encontrará outros links para sugestões (e signifiacado) de nomes judaicos masculinos femininos.  

        De repente, até o seu está lá...


(O site utilizado nessa postagem foi um achado da Diovana - ex 602/2011, atualmente no Ensino Médio. Mais uma vez, obrigada, Diovana!)


             Fonte: site da  Associação Israelita de Beneficência Beit Chabad do Brasil  

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Sobre os "cristãos novos" e os sobrenomes judaicos...

No desenho ‘Caminhada dos prisioneiros para o auto de fé’, 
de A. Shoonebeck:
um retrato da perseguição aos judeus 
    
   Nas aulas de ontem -- que as turmas 702 e 704 só terão na terça-feira que vem --, quando falávamos sobre a intolerância religiosa e as violentas perseguições a quem se opunha à religião do rei, muitíssimo constantes no regime absolutista, principalmente em monarquias como Portugal, Espanha e França, acabamos por cair na questão da perseguição aos judeus, que chegavam a ser obrigados a se converter ao cristianismo, abandonando (ou não) a sua fé: e daí vem a expressão "cristãos-novos". Vimos também que muitos desses vieram parar aqui no Brasil na época da colonização -- que coincide com o auge do absolutismo. 

   A historiadora da USP Anita Novinsky em sua dissertação 'O mito dos sobrenomes marranos' ["marrano" era outra forma, na época, de se referir a um judeu convertido ao cristianismo], exemplifica o dilema dos cristãos-novos brasileiros, nos primeiros séculos do país, como mostra a matéria de O Globo "O mito sobre a origem dos judeus convertidos", de Daniela Kresch (18/06/2012), cujo trecho copio e colo a seguir: 

"Expor ou não o sobrenome da família fora de casa, sob risco de ser identificado pela Inquisição e acusado do crime inafiançável de 'judaísmo'? O temor e a delicadeza do tema fizeram com que a genealogia dos descendentes de judeus portugueses no Brasil fosse envolta, por séculos, numa bruma de mitos e ignorância. Nos últimos anos, no entanto, pesquisadores têm revelado surpresas sobre os sobrenomes marranos no Brasil. [...]

Até recentemente, acreditava-se que esses judeus conversos abandonaram seus sobrenomes 'infiéis' para adotar novos 'inventados' baseados exclusivamente em nomes de plantas, árvores, frutas, animais e acidentes geográficos. Assim, seria fácil. Todos os portugueses com os sobrenomes Pinheiro, Carvalho, Pereira, Raposo, Serra, Monte ou Rios, entre outros, que imigraram para o Brasil após 1500 devem ter sido marranos, certo? Errado.

 — Em minhas investigações, não encontrei prova documental de que nomes de árvores, animais, plantas ou acidentes geográficos tenham pertencido apenas ou quase sempre a marranos — afirma Anita Novisnky, uma das maiores autoridades no assunto.

O que causa confusão, segundo Novinsky, é o fato de que os sobrenomes adotados pelos cristãos-novos eram os mesmos usados por cristãos-velhos, alguns por nostalgia, outros por medo de perseguições. Afinal, no Brasil, os marranos foram perseguidos por 285 anos pela Inquisição portuguesa. Quem demonstrasse apego à antiga religião poderia ser condenado à morte na fogueira dos 'autos de fé', as cerimônias de penitência aos infiéis.

Como identificar, então, quem era marrano? A mais importante pista está justamente nos arquivos da Inquisição. Aproximadamente 40 mil julgamentos resistiram ao tempo, 95% deles referentes a crimes de judaísmo. Anita Novinsky encontrou exatos 1.819 sobrenomes de cristãos-novos detidos, só no século XVIII, no chamado 'Livro dos Culpados'. Os sobrenomes mais comuns dos detidos eram Rodrigues (citado 137 vezes), Nunes (120), Henriques (68), Mendes (66), Correia (51), Lopes (51), Costa, (49), Cardoso (48), Silva (47) e Fonseca (33)."

Para ler a matéria completa, basta clicar AQUI.

   Agora, segue o link para outra matéria, "Os sobrenomes mais usados pelos cristãos novos", também de O Globo, para você ver se o da sua família está, ou não, entre eles (o da minha está...). Mas, atenção! Como disse a historiadora da USP Anita Novinsky, para saber se seus antepassados eram marranos, ou cristãos-novos, só mesmo montando a sua árvore genealógica e pesquisando nos arquivos da Inquisição, lá no 'Livro dos Culpados'... Bom, mas para ver a tal listagem, é só clicar AQUI

Matérias acessadas em 27/10/2017, às 20h56