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sábado, 12 de setembro de 2015

Essa é especialmente para quem gosta de ler: "O DNA do faraó Tutankhamon" - 4ª edição


 "Quaisquer que fossem os defeitos de Tut, a imagem que nos legou é de uma perfeição resplandecente - acima, a sua emblemática máscara funerária feita de ouro, metal considerado pelos antigos egípcios como a carne dos deuses."

 

Exames de DNA revelam a verdade sobre os pais do faraó-menino e novas pistas de sua morte prematura

 

   "Um ataúde de ouro sólido, pesando cerca de 110 quilos, abriga os restos mortais mumificados do faraó Tutankhamon."
...
    "Filho de uma união entre irmãos, o faraó sofria de uma má-formação congênita no pé e de uma doença óssea que lhe dificultavam a locomoção. O casamento endogâmico pode ter causado a deformidade e até mesmo impedido que tivesse herdeiros com a esposa." 

 (Por Zahi Hawass - autoridade mundial em Egiptologia)



PARA LER A MATÉRIA COMPLETA, ACESSE:
National Geographic Brasil



UM POUCO MAIS SOBRE O REI TUT:


Perspectiva da tumba
Site da imagem: aleidaatracao.blogspot.com.br



Sarcófagos - estes são réplicas  

Os originais têm mais de 100 kg em ouro maciço.
Havia, ao todo, três em sua tumba - do menor para o maior, um dentro do outro. A múmia ficava, claro, dentro do menor deles. Sobre a cabeça da múmia estava a máscara mortuária.

(clique na imagem para vê-la com mais detalhes)
Site da imagem: panoramio.com 



A belíssima máscara mortuária - vista lateral
Site da imagem: historiadaarte2009

domingo, 21 de junho de 2015

Quer saber mais um pouco sobre o povo da Luzia?

   "O filme [abaixo] mostra os sítios arqueológicos de Pedro Leopoldo, na região mineira de Lagoa Santa, nos arredores de Belo Horizonte, onde foi encontrado um crânio de 11 mil anos de idade, chamado informalmente de Luzia

    A área é alvo de um grande projeto de pesquisa sobre a origem do homem nas Américas coordenado pelo arqueólogo 
Walter Neves, do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos (LEEH) do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB/USP). 

   Produzido pela prefeitura de Pedro Leopoldo e pelo LEEH em 2007, o vídeo foi gentilmente cedido à Pesquisa FAPESP por Walter Neves."


Pedro Leopoldo: O berço de Luzia



Fonte: Canal de vídeos do site da revista Pesquisa FAPESP
publicada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP (Enviado em 10/02/2010)

Entrevista com Walter Neves - o "pai" de Luzia



   Nas aulas de ontem, voltamos a falar de Luzia e seu "pai", o Walter Neves, que é coordenador do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP).  

   Walter Neves "não foi o responsável por ter resgatado esse antigo esqueleto de um sítio pré-histórico, mas foi graças a seus estudos que Luzia, assim batizada por ele, tornou-se o símbolo de sua polêmica teoria de povoamento das Américas: o modelo dos dois componentes biológicos."

   Para ver o quanto você sabe sobre esse "modelo dos dois componentes biológicos", basta ler a entrevista, concedida a Marcos Pivetta e Ricardo Zorzetto, para a página da Pesquisa FAPESP (Edição 195 de maio de 2012), na qual esse arqueólogo e antropólogo conta como formulou sua teoria sobre o povoamento da América. 

Para ir até a entrevista, basta clicar AQUI. 


Imagem: pesquisarevista.fapesp.br

terça-feira, 16 de junho de 2015

Luzia: a brasileira (e americana) mais antiga

Reconstrução das feições do crânio de Luzia, desenterrado na década de 70 
no sítio da Lapa Vermelha (Lagoa Santa/MG)

   "O crânio mais antigo do continente, com cerca de 12 mil anos, pertencente a uma mulher (batizada de Luzia), teve suas feições reconstituídas. A partir daí, [o bioarqueólogo Walter] Neves demonstrou que elas se assemelhavam mais às dos africanos e aborígenes australianos que às dos índios atuais. Assim, os povos mongoloides - ancestrais dos índios - teriam chegado à América do Sul há cerca de 9 mil anos, substituindo totalmente os 'paleoamericanos', que se refugiaram em áreas remotas do continente até a extinção." (Thaís Fernandes - ICH - jan/2001)

    O trecho acima é parte de uma matéria publicada na revista Ciência Hojeem 2001 , logo após os resultados das pesquisas sobre o crânio de Luzia, feitas pelo bioarqueólogo Walter Neves, da USP. Segundo ele, antes da chegada dos grupos mongoloides da Ásia, que deram origem aos ameríndios, a América foi povoada por grupos negroides vindos da África e da Oceania. Para ler a matéria completa, clique no link: Luzia - Instituto Ciência Hoje.  

    Para saber mais, leia ainda "Como viviam os primeiros brasileiros" (de novembro de 2004), também no site do Instituto Ciência Hoje. Para ter uma ideia do que trata a matéria, veja o trecho abaixo: 

    "Ao supormos que os primeiros povoadores tinham feições negroides, não estamos afirmando que eles tenham vindo da África, do sul da Ásia, ou da Oceania, onde as populações negroides predominavam, e que só os povoadores posteriores tenham vindo do leste da Ásia, hoje predominantemente mongoloide. Todos teriam vindo do continente asiático, pela região do Bering, já biologicamente diferenciados em negroides e mongoloides antes da migração, ou os primeiros humanos teriam chegado à América quando as feições negroides e mongoloides ainda não estavam plenamente definidas, completando-se aqui o processo de caracterização." (Pedro Ignácio Schmitz - Unisinos - nov/2004)

Imagem: www.lagoasanta.com.br

Há 13 mil anos, a origem dos brasileiros - série ‘Jornada da Vida’, do Fantástico / Rede Globo

  Fóssil humano mais antigo do Brasil é de Luzia, com 13 mil anos. Ela era negroide e muito parecida com os aborígenes australianos.


Na imagem acima, da esquerda para a direita, 
o crânio e a reconstituição das feições de "Luzia" 
(o mais antigo fóssil encontrado na América, em Lagoa Santa, MG), 
as duas seguintes, o Parque Nacional Serra da Capivara, PI, 
e as duas últimas, pinturas rupestres do mesmo local. 

   "Já parou para pensar como era o Brasil 10 mil anos atrás? O Fantástico [mostrou] como vivia o povo que chegou aqui milhares de anos antes do 'descobrimento'. Esse povo chegou muito antes até do que os índios. Os repórteres Sônia Bridi e Paulo Zero visitaram os lugares que contam essa história. Uma história que tem rosto e tem nome: Luzia, a primeira brasileira.
  Cavernas, água e vento mudam essas formas lentamente. Trazem a terra que cobre e preserva milhares de anos de uma história aos poucos descoberta. A chegada ao continente americano da espécie que conquistou o planeta: o Homo sapiens.

  Como a humanidade chegou até o local, a milhares de quilômetros de onde a espécie surgiu, na África? Caminhando, sem rumo definido, seguia animais de caça, buscava frutas, raízes. Fugia da seca ou do frio. E como não tinha cidades e nem lavouras, uma vez que avançava, também não tinha motivos para voltar para trás. Assim chegou até a América do Sul. A última fronteira da humanidade na incrível jornada da vida."

E aí, ficou curioso para saber o restante da história? Então, é só clicar AQUI para ir até a página do programa com o restante do texto e o vídeo sobre a matéria.

Ah, e participam da matéria duas pessoas sobre as quais falaremos bastante nas próximas aulas: Walter Neves e Niède Guidon

Fique ligado...

Imagens: museunacionalufrj.br, img.socioambiental.org, renatogrim.com, wikipedia.org, fumdham.org.br, piauibrasil.com, livrevozdopovo.blogspot.com

terça-feira, 12 de maio de 2015

Ötzi, o homem do gelo


Reconstituição de Ötzi, o Homem do Gelo
encontrado na Itália em 1991 e que agora teve seu código genético revelado 
(Foto: South Tyrolean Museum of Archaeology)

   Desde sua descoberta, o Homem do Gelo passou por muitos estudos. Pela análise de seu corpo e dos objetos encontrados ao seu redor, os arqueólogos descobriram que ele se alimentava de carnes e vegetais e também que morreu com um golpe na cabeça. 
(trecho adaptado)


   Quer saber mais sobre Ötzi, além do que vimos (ou ainda veremos...) em nosso livro didático? Então, clique AQUI e vá até a matéria da Ciência Hoje das Crianças ("Segredos do Homem do Gelo") que fala sobre ele.

Site da imagem: chc.cienciahoje.uol.com.br


quinta-feira, 16 de abril de 2015

Folha de São Paulo: "Cientista que sequenciou genoma neandertal conta como descoberta abalou a antropologia"

Folha de São Paulo: 07 de março de 2014 - C6 (versão impressa)


   Svante Pääbo: das suas revelações, "aquela que chamou mais a atenção, sem dúvida, foi a de que Homo sapiens e Homo neanderthalensis legaram ao planeta os frutos de uma inusitada história de amor. Pessoas de etnias europeias ainda carregam no DNA cerca de 3% de ancestralidade neandertal."

           
   Para alguns cientistas, o Homo sapiens (a nossa espécie) teria contribuído para a extinção do Homo neanderthalensis. E essa espécie serviu de tema para uma matéria da Folha de São Paulo no ano passado presente no título dessa postagem: "Cientista que sequenciou genoma neandertal conta como descoberta abalou a antropologia".  A matéria é de Rafael Garcia e trata do novo livro do geneticista sueco Svante Pääbo sobre a importância das pesquisas que têm como base a análise do DNA. 
   

Abaixo, seguem algumas das principais realizações desse cientista, assim como outras informações acadêmicas a seu respeito.

Folha de São Paulo: 07 de março de 2014 (versão digital)


E, para ler a matéria completa, basta clicar AQUI.
  
BOA LEITURA!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

A evolução do homem - e ainda o conceito de CULTURA, por Darcy Ribeiro

   Nas nossas próximas aulas, estudaremos sobre os primeiros grupos humanos e veremos que, atualmente, há apenas uma espécie de ser humano habitando o planeta: a nossaHomo sapiensMas já houve outras, algumas que até podem ter convivido entre si (inclusive com a nossa), porém todas já extintas, exceto a nossa, claro. 

   Além do Homo sapiens, existiram outros hominídeos (primatas semelhantes ao ser humano). O primeiro hominídeo bípede conhecido é o Australopithecus (surgiu há cerca de 5,5 milhões de anos). Depois deles surgiram hominídeos do gênero Homo, isto é, com capacidade para fabricar utensílios e  articular uma linguagem e se comunicar

   Podemos dizer, então, que com essas espécies começa a História: 
  • Homo habilis (há cerca de 2,4 milhões de anos); 
  • Homo erectus (há cerca de 1,6 milhão de anos); 
  • Homo neanderthalensis - ou Homo sapiens neanderthalensis...  (há cerca de 200 mil anos) e 
  • Homo sapiens - ou Homo sapiens sapiens... (há cerca de 120 mil anos). 
   É importante reforçar, mais uma vez, que não há prova de evolução direta entre essas espécies. Portanto, uma espécie de Homo não gerou a outra, mas, ao contrário, há evidências de que diferentes espécies de Homo existiram na mesma época, como já disse acima e na folha desta semana.  

   Além disso, desde o momento em que passaram a confeccionar instrumentos e a desenvolver uma linguagem articulada, as espécies dentro do gênero Homo se distinguiram das demais e criaram o mundo da cultura. Principalmente quanto à nossa espécie, Homo sapiens, transformar a natureza e a si próprio por meio do trabalho passou a ser a sua principal característica. A partir de então, a evolução biológica ocorre simultaneamente à evolução cultural. E a nossa capacidade de produzir cultura se deve tanto às características físicas que adquirimos com a evolução biológica quanto às próprias heranças culturais que recebemos de nossos antepassados.

   Bom, já que estamos falando de cultura, que tal entender melhor esse conceito? Para isso, nada melhor que um texto do antropólogo Darcy Ribeiro feito especialmente para pessoas da sua idade. Que tal?


     CULTURA 

   Além dos seres vivos e da matéria cósmica, existem, também, coisas culturais, muitíssimo mais complicadas. Chama-se cultura tudo o que é feito pelos homens, ou resulta do trabalho deles e de seus pensamentos. Por exemplo, uma cadeira está na cara que é cultural porque foi feita por alguém. Mesmo o banquinho mais vagabundo, que mal se põe em pé, é uma coisa cultural. É cultura, também, porque feita pelos homens, uma galinha. Sem a intervenção humana, que criou os bichos domésticos, as galinhas, as vacas, os porcos, os cabritos e as cabras não existiriam. Só haveria animais selvagens. 
   A minhoca criada para produzir humo é cultural, eu compreendo. Mas a lombriga que você tem na barriga é apenas um ser biológico. Ou será, ela também, um ser cultural? Cultural não é, porque ninguém cria lombrigas. Elas é que se criam e se reproduzem nas suas tripas. 
   Uma casa qualquer, ainda que material, é claramente um produto cultural, porque é feita pelos homens. A mesma coisa se pode dizer de um prato de sopa, de um picolé ou de um diário. Mas essas são coisas de cultura material, que se pode ver, medir, pesar. 
   Há, também, para complicar, as coisas da cultura imaterial, impropriamente chamadas de espiritual – muitíssimo mais complicadas. 
   A fala, por exemplo, que se revela quando a gente conversa, e que existe independentemente de qualquer boca falante, é criação cultural. Aliás, a mais importante. Sem a fala, os homens seriam uns macacos, porque não poderiam se entender uns com os outros, para acumular conhecimento e mudar o mundo como temos mudado. A fala está aí, onde existe gente, para qualquer um aprender. Aprende-se, geralmente, a da mãe. Se ela é uma índia, aprende-se a falar a fala dos índios, dos Xavantes, por exemplo. Se ela é uma carioca, professora, moradora da Tijuca, a gente aprende aquele português lá dos tijucanos. Mas, se você trocar a filhinha da índia pela filhinha da professora e criá-la, bem ali, na praça Saens Peña, ela vai crescer como uma menina qualquer, tijucana, dali mesmo. E vice-versa, o mesmo ocorre se a filha da professora for levada para a aldeia Xavante: ela vai crescer lá, como uma xavantinha perfeita – falando a língua dos Xavantes e xavanteando muito bem, sem nem saber que há tijucanos. 
   Além da fala, temos as crenças, as artes, que são criações culturais, porque inventadas pelos homens e transmitidas uns aos outros através das gerações. Elas se tornam visíveis, se manifestam, através de criações artísticas, ou de ritos e práticas – o batizado, o casamento, a missa – em que a gente vê os conceitos e as ideias religiosas ou artísticas se realizarem. Essa separação, de coisas cósmicas, coisas vivas, coisas culturais, ajuda a gente de alguma forma? Sei não. Se não ajuda, diverte. É melhor que decorar um dicionário, ou aprender datas. Você não acha? 

(RIBEIRO, Darcy. Noções de coisas. São Paulo: FTD, 2000. p. 34.)

Darcy Ribeiro (1922-1997) 
Antropólogo, escritor e político brasileiro, 
conhecido por seu foco em relação aos índios e à educação no país


Imagem: revistaforum.com.br 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

No Fantástico, da Rede Globo: ‘Jornada da Vida’ mostra origem dos brasileiros há 13 mil anos

Fóssil humano mais antigo do Brasil é de Luzia, com 13 mil anos. Ela era negroide e muito parecida com os aborígenes australianos.


Na imagem acima, da esquerda para a direita, 
o crânio e a reconstituição das feições de "Luzia" 
(o mais antigo fóssil encontrado na América, em Lagoa Santa, MG), 
as duas seguintes, o Parque Nacional Serra da Capivara, PI, 
e as duas últimas, pinturas rupestres do mesmo local. 

   "Já parou para pensar como era o Brasil 10 mil anos atrás? O Fantástico [mostrou] como vivia o povo que chegou aqui milhares de anos antes do 'descobrimento'. Esse povo chegou muito antes até do que os índios. Os repórteres Sônia Bridi e Paulo Zero visitaram os lugares que contam essa história. Uma história que tem rosto e tem nome: Luzia, a primeira brasileira.
  Cavernas, água e vento mudam essas formas lentamente. Trazem a terra que cobre e preserva milhares de anos de uma história aos poucos descoberta. A chegada ao continente americano da espécie que conquistou o planeta: o Homo sapiens.
  Como a humanidade chegou até o local, a milhares de quilômetros de onde a espécie surgiu, na África? Caminhando, sem rumo definido, seguia animais de caça, buscava frutas, raízes. Fugia da seca ou do frio. E como não tinha cidades e nem lavouras, uma vez que avançava também não tinha motivos para voltar para trás. Assim chegou até a América do Sul. A última fronteira da humanidade na incrível jornada da vida."
E aí, ficou curioso para saber o restante da história? Então, é só clicar AQUI para ir até a página do programa com o restante do texto e o vídeo sobre a matéria.
Ah, e dois nossos velhos conhecidos participam da matéria: o Walter Neves e a Niède Guidon...
Imagens: museunacionalufrj.br, img.socioambiental.org, renatogrim.com, wikipedia.org, fumdham.org.br, piauibrasil.com, livrevozdopovo.blogspot.com

sábado, 25 de outubro de 2014

Um achado da Sofia (606): "Autópsia virtual revela a real aparência de Tutancâmon, completamente diferente de todas vistas até hoje"


   "Após vários anos de pesquisa, uma equipe de especialistas conseguiu realizar um autópsia virtual do corpo do faraó egípcio Tutancâmon, morto em 1352 a.C. e depositado em um majestoso sarcófago de ouro maciço. Dessa forma, foi possível descobrir que o antigo rei era dentuço, manco, possuía quadris largos, um pé torto e más formações de nascimento, possivelmente causadas pelo incesto a partir do qual foi gerado."

Ah, ficou curioso(a), não foi?

Para ler a matéria completa, do History, basta clicar AQUI.

Site da imagem: seuhistory.com

sábado, 19 de julho de 2014

"DO MACACO AO HOMEM" - Os principais passos evolutivos da humanidade

EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE HUMANA É TEMA DE MOSTRA EM SÃO PAULO

 FOLHA DE SÃO PAULO: 

"Numa exposição que acaba de ser aberta em São Paulo é possível ficar cara a cara com algumas figuras estranhas de nosso álbum de família."

"O visitante da exposição também poderá ver as semelhanças entre o esqueleto humano e o de seus parentes mais próximos, chimpanzés e gorilas, e entender como alterações da anatomia e do comportamento levaram ao surgimento da nossa espécie."


E sabe quem é o responsável pela mostra???
  O nosso velho conhecido bioantropólogo Walter Neves - ele mesmo, o "pai" da Luzia! - coordenador do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). 
Quer saber mais a respeito da exposição? Basta clicar AQUI!


 Imagem: Folha de São Paulo 


Para ainda mais informações, clique em: Agência FAPESP

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Entrevista com Walter Neves - o "pai" de Luzia

  Nessa entrevista, concedida a Marcos Pivetta e Ricardo Zorzetto, para a página da Pesquisa FAPESP (Edição 195 de maio de 2012), o arqueólogo e antropólogo conta como formulou sua teoria sobre o povoamento da América. 

Para ler, basta clicar AQUI. 


Imagem: pesquisarevista.fapesp.br

terça-feira, 15 de abril de 2014

Quer saber mais sobre a evolução das espécies? Então assista a esse vídeo! "Nós, os fantásticos seres vivos: uma breve história sobre Evolução"



Este vídeo de animação sobre a Evolução explora como surgiu toda a diversidade de seres vivos a partir de um antepassado comum. Apresenta a árvore da vida, em que todos os seres vivos são aparentados, e explica o aparecimento de novas espécies. Fala-se ainda na contribuição dos estudos sobre evolução para outras áreas científicas e para a sociedade. Este vídeo é uma co-produção do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) e do Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB), em Portugal.


sábado, 12 de abril de 2014

Quer saber mais um pouco sobre o povo da Luzia?

   "O filme [abaixo] mostra os sítios arqueológicos de Pedro Leopoldo, na região mineira de Lagoa Santa, nos arredores de Belo Horizonte, onde foi encontrado um crânio de 11 mil anos de idade, chamado informalmente de Luzia. A área é alvo de um grande projeto de pesquisa sobre a origem do homem nas Américas coordenado pelo arqueólogo Walter Neves, do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos (LEEH) do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB/USP). Produzido pela prefeitura de Pedro Leopoldo e pelo LEEH em 2007, o vídeo foi gentilmente cedido à Pesquisa FAPESP por Walter Neves."


Pedro Leopoldo: O berço de Luzia  




Fonte: Canal de vídeos do site da revista Pesquisa FAPESP
publicada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP (Enviado em 10/02/2010)

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Luzia: a brasileira (e americana) mais antiga

Reconstrução das feições do crânio de Luzia, desenterrado na década de 70 
no sítio da Lapa Vermelha (Lagoa Santa/MG)

   "O crânio mais antigo do continente, com cerca de 12 mil anos, pertencente a uma mulher (batizada de Luzia), teve suas feições reconstituídas. A partir daí, [o bioarqueólogo Walter] Neves demonstrou que elas se assemelhavam mais às dos africanos e aborígenes australianos que às dos índios atuais. Assim, os povos mongoloides - ancestrais dos índios - teriam chegado à América do Sul há cerca de 9 mil anos, substituindo totalmente os 'paleoamericanos', que se refugiaram em áreas remotas do continente até a extinção." (Thaís Fernandes - ICH - jan/2001)

    O trecho acima é parte de uma matéria publicada na revista Ciência Hojeem 2001 , logo após os resultados das pesquisas sobre o crânio de Luzia, feitas pelo bioarqueólogo Walter Neves, da USP. Segundo ele, antes da chegada dos grupos mongoloides da Ásia, que deram origem aos ameríndios, a América foi povoada por grupos negroides vindos da África e da Oceania. Para ler a matéria completa, clique no link: Luzia - Instituto Ciência Hoje.  

    Para saber mais, leia ainda "Como viviam os primeiros brasileiros" (de novembro de 2004), também no site do Instituto Ciência Hoje. Para ter uma ideia do que trata a matéria, veja o trecho abaixo: 

    "Ao supormos que os primeiros povoadores tinham feições negroides, não estamos afirmando que eles tenham vindo da África, do sul da Ásia, ou da Oceania, onde as populações negroides predominavam, e que só os povoadores posteriores tenham vindo do leste da Ásia, hoje predominantemente mongoloide. Todos teriam vindo do continente asiático, pela região do Bering, já biologicamente diferenciados em negroides e mongoloides antes da migração, ou os primeiros humanos teriam chegado à América quando as feições negroides e mongoloides ainda não estavam plenamente definidas, completando-se aqui o processo de caracterização." (Pedro Ignácio Schmitz - Unisinos - nov/2004)


Ah, você sabia que o crânio de Luzia está no Museu Nacional?  

   Sim, é isso mesmo: ele está bem pertinho de nós, lá no Museu da Quinta da Boa Vista, no setor de Antropologia Biológica.

Quer saber mais? Vá até o site do Museu Nacional - UFRJ!

Site da imagem: creationsciencenews.wordpress.com

Ötzi, o homem do gelo


Reconstituição de Ötzi, o Homem do Gelo
encontrado na Itália em 1991 e que agora teve seu código genético revelado 
(Foto: South Tyrolean Museum of Archaeology)

   Desde sua descoberta, o Homem do Gelo passou por muitos estudos. Pela análise de seu corpo e dos objetos encontrados ao seu redor, os arqueólogos descobriram que ele se alimentava de carnes e vegetais e também que morreu com um golpe na cabeça. 
(trecho adaptado)


   Quer saber mais sobre Ötzi, além do que vimos em nosso livro didático? Então, clique AQUI e vá até a matéria da Ciência Hoje das Crianças ("Segredos do Homem do Gelo") que fala sobre ele.

Site da imagem: chc.cienciahoje.uol.com.br

sexta-feira, 14 de março de 2014

Para quem quiser saber mais: "Viagem à evolução do Homem"


   Acabei de encontrar, no site Ciência 2.0 - Conhecimento em Rede (uma publicação da Universidade do Porto, de Portugal), uma matéria a respeito do que estamos estudando no momento. Achei o texto bem interessante para vocês do 6º ano

   Veja esse trecho:  

   "As evidências que permitem reconstituir a história da origem do Homem dividem-se fundamentalmente em dados genéticos e fósseis e arqueológicos. Comparações entre sequências genéticas de humanos e chimpanzés mostram poucas diferenças entre ambos e permitiram estimar o tempo que decorreu desde que humanos e chimpanzés partilharam um ancestral comum: 5 a 7 milhões de anos. Várias descobertas de fósseis com esta idade aproximada e identificados como pertencentes à linhagem do Homem corroboram os resultados obtidos com os dados genéticos."

   O único porém é a respeito das datas em que teriam surgido os Homo sapiens sapiens e os Homo sapiens neanderthalensis. Segundo esse site, a nossa espécie seria mais antiga (teria sugido há 300 mil anos e não há cerca de 120 mil anos, conforme dito em aula e o texto do módulo 1, capítulo 2, do nosso livro didático) que os neanderthais.  

Para ler o texto completo, é só clicar AQUI.


Site da imagem: www.ciencia20.up.pt

sábado, 8 de março de 2014

"A Evolução do Homem" e ainda "Folha de São Paulo: Cientista que sequenciou genoma neandertal conta como descoberta abalou a antropologia"

Folha de São Paulo: 07 de março de 2014 - C6 (versão impressa)


   Svante Pääbo: das suas revelações, "aquela que chamou mais a atenção, sem dúvida, foi a de que Homo sapiens e Homo neanderthalensis legaram ao planeta os frutos de uma inusitada história de amor. Pessoas de etnias europeias ainda carregam no DNA cerca de 3% de ancestralidade neandertal."

   Nas nossas próximas aulas, estudaremos sobre os primeiros grupos humanos e veremos que, atualmente, há apenas uma espécie de ser humano habitando o planeta: a nossa - Homo sapiens. Mas já houve outras, algumas que até podem ter convivido entre si (inclusive com a nossa), porém todas já extintas (exceto a nossa, claro). Além do Homo sapiens, existiram outros hominídeos (primatas semelhantes ao ser humano). O primeiro hominídeo bípede conhecido é o Australopithecus (surgiu há cerca de 5,5 milhões de anos). Depois deles surgiram hominídeos do gênero Homo, isto é, com capacidade para fabricar utensílios e  articular uma linguagem e se comunicar. Podemos dizer, então, que com essas espécies começa a História: Homo habilis (há cerca de 2,4 milhões de anos), Homo erectus (há cerca de 1,6 milhão de anos), Homo neanderthalensis -ou Homo sapiens neanderthalensis...-  (há cerca de 200 mil anos) e Homo sapiens -ou Homo sapiens sapiens...- (há cerca de 120 mil anos). É importante reforçar, contudo, que não há prova de evolução direta entre essas espécies. Portanto, uma espécie de Homo não gerou a outra, mas, ao contrário, há evidências de que diferentes espécies de Homo existiram na mesma época, como já disse acima.         
   Para alguns cientistas, o Homo sapiens (a nossa espécie) teria contribuído para a extinção do Homo neanderthalensis. E essa espécie foi a que serviu de tema para a matéria da Folha de São Paulo de ontem presente no título dessa postagem: "Cientista que sequenciou genoma neandertal conta como descoberta abalou a antropologia".  A matéria é de Rafael Garcia e trata do novo livro do geneticista sueco Svante Pääbo sobre a importância das pesquisas que têm como base a análise do DNA. 
   

Abaixo, seguem algumas das principais realizações desse cientista, assim como outras informações acadêmicas a seu respeito.

Folha de São Paulo: 07 de março de 2014 (versão digital)


E, para ler a matéria completa, basta clicar AQUI.
  
BOA LEITURA!