quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Fotografias de uma viagem ao Egito - 2ª parte

Vale dos Reis e Templo de Karnak







 





 









Imagens: arquivo pessoal da professora Cristina Sperle

Fotografias de uma viagem ao Egito - 1ª parte

Pois bem, eis a postagem com as fotos da professora Cristina Sperle, atualmente no Campus Tijuca, em uma viagem que fez ao Egito. 
Lembram que contei que, da janela do quarto do hotel onde se hospedou, dava para ver as pirâmides? Então, à direita, aparecem:
a Cristina, a janela e as pirâmides... 

     
Aí vão as paisagens que ela viu ao fazer um cruzeiro pelo Rio Nilo, saindo de Assuã (no sul) e chegando ao Cairo, capital do Egito. 
























Eu, os alunos dos Campi Engenho Novo e demais visitantes do blog agradecemos!

Imagens: arquivo pessoal da professora Cristina Sperle 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Entrevista com arqueóloga especialista em Egito Antigo

Faraó Akhenaton  
(Saiba mais sobre ele - uma figura curiosíssima - assistindo à entrevista abaixo)
Site da imagem: menfisnefer.com.br
        
     Em agosto de 2010 - no primeiro ano deste blog -, mais ou menos na época em que começávamos as aulas sobre o Egito Antigo, foi entrevistada no Programa do Jô, da Rede Globo, a pesquisadora Flávia Haddad, formada em Egiptologia na Sorbonne e em Arqueologia Egípcia na École du Louvre - França. Quem assistiu e deu a dica aqui para o blog foi a aluna Anna Isabela, da turma 603 daquele ano.

      Na entrevista, vários assuntos que vimos nas aulas são abordados, assim como algumas novidades:
  • o decifrador dos hieroglifos, Champollion, e a Pedra de Rosetta
  • o faraó Akhenaton, pai de Tutankamon, figura interessantíssima, que instituiu uma espécie de monoteísmo durante o seu reinado (e outras tantas mudanças) e era representado de maneira híbrida, meio homem, meio mulher; 
  • a rainha Nefertiti, mulher de Akhenaton
  • o faraó Ramsés II, cujo reinado durou 67 anos (!!!), e o primeiro acordo de paz da humanidade;
  • o processo de mumificação
  • a maldição de Tutankamon... 
    Enfim, é uma entrevista que vale a pena assistir, pois trata desta civilização tão antiga e que se manteve por mais de três mil anos, com uma incrível continuidade na base de suas tradições, seja na religião, nas artes, ou na política. 

Aí vai o link para a entrevista:









Mais Akhenaton
Site da imagem: ceuaustral.pro.br




Nefertiti
Site da imagem: infoescola.com



Ramsés II
Site da imagem: horahistoria.blogspot.com


Veja que legal: no ano passado, o Google fez uma homenagem ao arqueólogo que descobriu a tumba do faraó Tutankamon!



“O Google criou um logo para homenagear o arqueólogo Howard Carter, que completaria 138 anos nesta quarta-feira (o9/o5/2012). O explorador ficou conhecido por ter descoberto a tumba do faraó Tutankamon no Vale dos Reis, no Egito. No logo, o Google ilustrou Carter observando o tesouro encontrado dentro do túmulo. Por trás aparece o logotipo da companhia. Carter fez a descoberta em 1922 após uma longa jornada. A escavação até chegar ao local onde estava a tumba levou meses, e a recuperação dos tesouros levou quase uma década, conforme o site 'Huffington Post'. Carter morreu de linfoma em 1939 aos 64 anos.”  (Fonte: g1.globo.com)

Ao estudarmos sobre o Egito Antigo, e também pela postagem "A Maldição de Tutankamon" / Discovery Channel 3ª edição, aprendemos sobre a importância da descoberta de Howard Carter.

Fonte da imagem: Google - 09/05/2012

O mito que fortalecia a teocracia egípcia - 3ª edição atualizada

O Tribunal de Osíris
(Analisado na aula de ontem...)
Site da imagem: palavreado.com.br

   Para entender a antiga civilização egípcia, vimos que é necessário, antes de tudo, conhecer um pouco da mentalidade do povo que a construiu e, para tal, nada melhor que conhecer a sua mitologia

    Há algumas semanas, analisamos o mito de Osíris, simbolicamente associado às cheias anuais do Nilo, que fertilizam o solo do Egito: ele representa o retorno da vida após o período da seca. Da mesma forma, a gravidez de Ísis, fecundada pelo marido morto, remete à ideia da morte dando origem à vida. Na dualidade "bem X mal", em oposição ao bom e sábio Osíris, temos o seu irmão mau e invejoso Set, associado ao deserto e à ausência de vida. Por fim, Hórus, o filho póstumo de Osíris e Ísis, concebido para vingar a morte de seu pai e proteger a humanidade das maldades de Set, toma posse do trono dos vivos, encarnado na pessoa do faraó. 

     Política e religião se fundem: o faraó era o deus vivo, substituto do pai no governo dos homens na Terra. Protetor do povo das maldades de Set, deveria ser amado e respeitado. Eis a teocracia egípcia.

    Bom, mas todo este papo de deuses deixou em muitos alunos um "gostinho de quero mais"...
    Atendendo a pedidos, o link abaixo trata destes e alguns outros deuses egípcios:

Para quem quiser ainda mais detalhes sobre a mumificação... - 3ª edição

Vasos canopos (ou canópicos)
Neles eram guardados, respectivamente, 
os intestinos, o estômago, os pulmões e o fígado do morto

Site da imagem: asb.rio.nom.br 

     E aí, quer mais detalhes sobre a mumificação? Clique no link Aventuras na História e conheça os seis passos do processo que podia levar até setenta dias para ser concluído. 


terça-feira, 6 de agosto de 2013

"Anatomia de uma múmia" (4ª edição adaptada) - com o INTERATIVO em que você conduzirá o embalsamamento de um corpo, tal como ocorria no Egito Antigo

Anúbis 
(deus com cabeça de chacal protetor das múmias)
Site da imagem: hist7alfandega.blogspot.com (10/09/10)

    Na aula de hoje, também vimos que nas tumbas dos egípcios antigos (os das camadas mais privilegiadas), poderiam estar guardados objetos do dia-a-dia, bebida e comida, roupas, armas, joias, mobília, além dos papiros funerários, hoje conhecidos como "Livro dos Mortos". Tudo isso nos revela muitas informações sobre como era a vida no Egito Antigo e constitui importantíssimos documentos desta época

   Já as pessoas comuns poderiam ser mumificadas desde que pudessem pagar por isso, só que todo o processo seria bem mais simples. A maioria da população, contudo, era sepultada em covas rasas cavadas no deserto.  

   Clicando AQUIvocê encontrará um material interessantíssimo, produzido pelo Discovery Brasil, que trata da reconstituição de uma tumba, com seus possíveis conteúdos originais. Como modelo, foi escolhida a de Menna - um oficial que viveu durante o reinado de Tutmés IV (1400 - 1390 a.C.) ou de seu sucessor, Amenhotep III -, localizada na margem  ocidental do rio Nilo, em Luxor.


Mas atenção ao acessar o material, para que você aproveite todas as três etapas - capela, a tumba e a múmia:   

  • Ao clicar nas paredes da "capela", você aprenderá sobre as crenças dos egípcios antigos
  • Ao entrar na "tumba"verá como e com quais objetos eram enterrados os mortos
  • Finalmente, ao chegar na "múmia"participará do processo de embalsamamento. ATENÇÃO! Conforme falei na aula de hoje, é neste momento que você conduzirá o embalsamamentoatravés do interativo que descreve todo o processo. 

   Observe atentamente toda a variedade de itens que deveriam acompanhar este homem em sua morte ou, como acreditavam, em sua vida eterna.

Vamos lá, aproveite!
(E depois me conte como foi...)

"A Maldição de Tutankamon" - Discovery Channel / 3ª edição


    Conforme prometi na aula de hoje, para a 606, e na de sábado para a 603, logo abaixo está o documentário do Discovery Channel"A Maldição de Tutankamon".

    Sei que vocês tendem a se interessar mais pelo lado da "maldição" (eu sei, eu sei, já tive a idade de vocês e também gostava destas coisas...), mas procurem aproveitar também para acompanhar como foi (e o que foi) a incrível descoberta do túmulo deste faraó - o ÚNICO encontrado praticamente intacto.
   
    Ah, e depois de assistir, não esqueça de me contar o que achou...