sexta-feira, 14 de março de 2014

Para quem quiser saber mais: "Viagem à evolução do Homem"


   Acabei de encontrar, no site Ciência 2.0 - Conhecimento em Rede (uma publicação da Universidade do Porto, de Portugal), uma matéria a respeito do que estamos estudando no momento. Achei o texto bem interessante para vocês do 6º ano

   Veja esse trecho:  

   "As evidências que permitem reconstituir a história da origem do Homem dividem-se fundamentalmente em dados genéticos e fósseis e arqueológicos. Comparações entre sequências genéticas de humanos e chimpanzés mostram poucas diferenças entre ambos e permitiram estimar o tempo que decorreu desde que humanos e chimpanzés partilharam um ancestral comum: 5 a 7 milhões de anos. Várias descobertas de fósseis com esta idade aproximada e identificados como pertencentes à linhagem do Homem corroboram os resultados obtidos com os dados genéticos."

   O único porém é a respeito das datas em que teriam surgido os Homo sapiens sapiens e os Homo sapiens neanderthalensis. Segundo esse site, a nossa espécie seria mais antiga (teria sugido há 300 mil anos e não há cerca de 120 mil anos, conforme dito em aula e o texto do módulo 1, capítulo 2, do nosso livro didático) que os neanderthais.  

Para ler o texto completo, é só clicar AQUI.


Site da imagem: www.ciencia20.up.pt

quarta-feira, 12 de março de 2014

Quer assistir a um bom filme?

As Aventuras de Peabody & Sherman

Site da imagem: cabinecultural.com

   O filme conta a história inusitada de um cão que adota um menino que encontrou na rua. Bom, como o cão, Sr. Peabody, é muito, mas muito inteligente, "o cão mais extraordinario do mundo" (é cientista, inventor, magnata dos negócios, excelente chefe... - e até ganhador do Prêmio Nobel!), ele cria uma máquina do tempo (a "Volta Atrás") para melhor ensinar ao filho, Sherman, sobre a realidade dos fatos e, assim, eles veem e interagem com várias personagens da História. Ao longo de muitas aventuras, algumas épocas estudadas por nós no 6º ano aparecem, como o Egito do rei "Tuta" e a Grécia da Guerra de Troia, e também outras, como a França da rainha Maria Antonieta e da Revolução Francesa e a Itália renascentista de Leonardo Da Vinci.  


Segue, abaixo, um trailer do filme:




Ontem, como mãe, assisti ao filme e garanto: vale a pena! É muito divertido!

Assista também! E depois me conte o que achou...


E se quiser ir ao site do filme, basta clicar AQUI.


sábado, 8 de março de 2014

"A Evolução do Homem" e ainda "Folha de São Paulo: Cientista que sequenciou genoma neandertal conta como descoberta abalou a antropologia"

Folha de São Paulo: 07 de março de 2014 - C6 (versão impressa)


   Svante Pääbo: das suas revelações, "aquela que chamou mais a atenção, sem dúvida, foi a de que Homo sapiens e Homo neanderthalensis legaram ao planeta os frutos de uma inusitada história de amor. Pessoas de etnias europeias ainda carregam no DNA cerca de 3% de ancestralidade neandertal."

   Nas nossas próximas aulas, estudaremos sobre os primeiros grupos humanos e veremos que, atualmente, há apenas uma espécie de ser humano habitando o planeta: a nossa - Homo sapiens. Mas já houve outras, algumas que até podem ter convivido entre si (inclusive com a nossa), porém todas já extintas (exceto a nossa, claro). Além do Homo sapiens, existiram outros hominídeos (primatas semelhantes ao ser humano). O primeiro hominídeo bípede conhecido é o Australopithecus (surgiu há cerca de 5,5 milhões de anos). Depois deles surgiram hominídeos do gênero Homo, isto é, com capacidade para fabricar utensílios e  articular uma linguagem e se comunicar. Podemos dizer, então, que com essas espécies começa a História: Homo habilis (há cerca de 2,4 milhões de anos), Homo erectus (há cerca de 1,6 milhão de anos), Homo neanderthalensis -ou Homo sapiens neanderthalensis...-  (há cerca de 200 mil anos) e Homo sapiens -ou Homo sapiens sapiens...- (há cerca de 120 mil anos). É importante reforçar, contudo, que não há prova de evolução direta entre essas espécies. Portanto, uma espécie de Homo não gerou a outra, mas, ao contrário, há evidências de que diferentes espécies de Homo existiram na mesma época, como já disse acima.         
   Para alguns cientistas, o Homo sapiens (a nossa espécie) teria contribuído para a extinção do Homo neanderthalensis. E essa espécie foi a que serviu de tema para a matéria da Folha de São Paulo de ontem presente no título dessa postagem: "Cientista que sequenciou genoma neandertal conta como descoberta abalou a antropologia".  A matéria é de Rafael Garcia e trata do novo livro do geneticista sueco Svante Pääbo sobre a importância das pesquisas que têm como base a análise do DNA. 
   

Abaixo, seguem algumas das principais realizações desse cientista, assim como outras informações acadêmicas a seu respeito.

Folha de São Paulo: 07 de março de 2014 (versão digital)


E, para ler a matéria completa, basta clicar AQUI.
  
BOA LEITURA!


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O que faz um historiador?

 Site da imagem: historiadoensino.blogspot.com

"O historiador é um profissional que constrói compreensões sobre a vida dos homens no tempo, acreditando que a experiência por eles vivida é valiosa para que possamos compreender o mundo que nos cerca e para que possamos nos posicionar diante dele. O profissional da História busca textos, objetos, fotografias, mapas, tudo o que possa ser vestígio de uma experiência humana e interpreta tais vestígios observando os sentidos particulares que a experiência no tempo e no espaço lhe definiram." 

Para  saber mais, leia o restante do texto clicando no link abaixo:
PUC-Rio: História

Não existem verdades absolutas em História

    Em "Introdução ao estudo da História", vimos que podem existir versões diferentes para um mesmo fato. E que o historiador, como não sabe exatamente o que aconteceu, precisa reunir o maior número possível de documentos que irão ajudá-lo a reconstituir os fatos e a construir a sua versão sobre o assunto estudado. A história é, então, a interpretação do historiador sobre o passado e a sua relação com o presente. 

Vimos também que o conhecimento é cumulativo e sempre deve ser reavaliado, pois é possível fazer novas descobertas até quando investigamos um fato bem estudado do passado, uma vez que novos documentos podem ser encontrados, e estes podem levar a uma outra versão deste fato. Um dos exemplos dados sobre o assunto, e que mais despertou o interesse dos alunos de algumas turmas, foi a respeito dos exames feitos na múmia do faraó Tutancâmon, há cerca de cino anos, e que trouxeram vários dados novos sobre essa pessoa que viveu há mais de três milênios...

Tomografias computadorizadas e exames de DNA mudaram muito do que se sabia sobre esse famoso faraó: surgiram novidades a respeito da causa da sua morte,  assim como sobre quem seria a sua mãe e até em relação à existência de malária (uma doença infecciosa transmitida pela picada de um mosquito, assim como a dengue) no Antigo Egito! Algumas teorias chegaram a ser “levadas à tumba”, ou seja, foram descartadas...

Abaixo, temos parte de uma matéria de jornal (intitulada "Malária matou Tutancâmon - Dono de uma saúde frágil, faraó teve a infecção agravada por uma fratura na perna"), de fevereiro de 2010, sobre os resultados destas pesquisas. Veja só quantas novidades trouxeram:


Fonte: O GLOBO - 17/02/2010

  E aí, ficou curioso(a)? Quer saber mais sobre este assunto? Então clique AQUI e vá até uma postagem antiga do blog que traz mais detalhes a respeito da vida (e da morte) do rei Tut!



"Um ataúde de ouro sólido, pesando cerca de 110 quilos, abriga os restos mortais mumificados do faraó Tutankhamon."



Fonte da imagem: viajeaqui.com.br

sábado, 15 de fevereiro de 2014

O GLOBO de hoje: A genética como ferramenta para contar histórias do nosso passado

Todos juntos e misturados

Ilustração mostra o exército de Gengis Kahn atacando uma fortaleza: expansão do Império Mongol introduziu o DNA mongolês em populações espalhadas por milhares de quilômetros entre o Nordeste da Ásia até a Turquia

Atlas da miscigenação global mostra como eventos históricos moldaram o perfil genético de populações ao redor do mundo

   "Ao longo dos últimos 4 mil anos, impérios surgiram e caíram, com guerras e invasões provocando migrações em massa, enquanto rotas de comércio transportavam ouro, seda, especiarias e escravos. Tudo isso envolveu a movimentação de milhões de pessoas, em processos que moldaram o perfil genético de populações ao redor do planeta. Até recentemente, tais efeitos não podiam ser detectados, cenário que mudou com o avanço das tecnologias de pesquisa do DNA. E foi unindo o poder do genoma com novas abordagens estatísticas que uma equipe internacional de cientistas produziu o primeiro atlas da miscigenação global. Com base apenas em dados genéticos, os pesquisadores foram capazes não só de relacionar o DNA de diversos grupos humanos atuais a eventos históricos conhecidos — como as conquistas de Alexandre, o Grande; a expansão do Império Mongol; o tráfico de escravos pelos árabes e a colonização das Américas, entre outros — como revelar a possível existência de outros ainda desconhecidos pelos historiadores."

Leia mais sobre esse assunto em O GLOBO 


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O BLOG NA MÍDIA...

Nosso blog na Revista de História da Biblioteca Nacional - edição de fevereiro/2012:



Antes e depois do 'blog'

Professoras provam que a Internet nem sempre afasta os alunos da boa leitura. Pelo contrário: na web eles se tornam curiosos coautores

Para ler o artigo, escrito por mim e pela professora Carolina Medeiros, basta clicar na imagem ao lado. 








Nosso blog no Globo Educação 
- matéria de 18/outubro/2013:


Fonte: Globo Educação

Segue o link, no site do Globo Educação, para matéria sobre o nosso blog:


Fonte: Globo Educação

Imagens: Alessandra de Paula

SEJA BEM-VINDO AO 6º ANO!


Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.

Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.

Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.

(Rubem Alves)



domingo, 1 de dezembro de 2013

Aos que farão a PFV:


 Nossa aula de recuperação será no dia 03 de dezembro, no mesmo horário de sempre. 

E lembre de levar a PI...

Até lá!

Imagem: blog-emunah.com