segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Para os que faltaram no sábado: roteiro de estudo para a prova de amanhã


Imagem: historiazine.com

EUROPA OCIDENTAL
1. Baixa Idade Média 
 - período de expansão:
Atenção para o crescimento populacional e o aperfeiçoamento das técnicas de cultivo:
a charrua;
a coleira acolchoada;
o uso de cavalos como tração;
o sistema de rotação trienal de culturas etc.
- o período de depressão:
as Cruzadas;
o esgotamento do sistema feudal;
a crise agrícola e a fome;
as epidemias – destaque para a peste negra: suas consequências para a população e para a produção agrícola;
guerras internas.

2. Islã 
- o domínio da Península Ibérica pelos muçulmanos – a partir do século VIII

3. Reconquista e formação de Portugal 
- os mouros na Península Ibérica (século VIII ao XV);
- o que foi o movimento da Reconquista;
- de feudo a reino: a formação de Portugal;
- o recém-nascido reino de Portugal: como ficou a situação do rei, da nobreza, da burguesia e a dos trabalhadores do campo e das cidades;
- a crescente importância do comércio como atividade econômica e o monopólio comercial de Gênova e Veneza sobre o Mediterrâneo.

4. Expansão Marítima Europeia (ou Grandes Navegações) 
- os produtos mais valorizados na Europa e o monopólio de Gênova e Veneza sobre a sua comercialização;
- o conhecimento de mundo dos europeus no início do século XV;
- o porquê da expansão marítima;
- o projeto português de caminho marítimo para chegar às Índias – e seus financiadores;
- o porquê do pioneirismo português nas navegações oceânicas – questões geográficas, tecnológicas (destaque para a utilização das caravelas) e políticas;
- o projeto de caminho marítimo para chegar às Índias patrocinado pelos reis espanhóis – quem foi o seu mentor;
- o caminho que atingiu o objetivo (1498);
- a chegada a um continente até então desconhecido (1492);
- o Tratado de Tordesilhas (1494);
- as consequências da descoberta de um novo caminho para as Índias.

ESTUDAR PELOS TEXTOS 6 (segunda parte), 7, 8, 9, 10 e 11.

BOM ESTUDO E BOA PROVA!

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

A diferença entre burca, niqab, hijab, xador, al-amira, khimar e shaila







Do hijab...





à burca...

   No mundo ocidental, o termo burca se popularizou como uma expressão genérica para se referir às vestes femininas islâmicas que cobrem todo o corpo da mulher. Há, porém, vários tipos dessas vestimentas, dependendo do país ou região. A ampla variedade dificulta a diferenciação, mas alguns termos se consolidaram.

  A burca propriamente dita, em algumas regiões também conhecida como chadri, é uma veste que cobre todo o corpo, com uma rede diante dos olhos para permitir a visão. No Afeganistão era de uso obrigatório durante o regime do grupo extremista Talibã. Hoje não é mais obrigatória, mas ainda usada por mulheres que temem pela sua segurança caso não o façam, principalmente em áreas rurais. A burca também é muito comum no Paquistão, principalmente em territórios da etnia pachto.

  Já o niqab é muito usado na Arábia Saudita, no Iêmen, no Omã e nos Emirados Árabes Unidos. Ele é um véu propriamente dito, cobrindo o rosto e o pescoço, com apenas uma abertura diante dos olhos. O niqab costuma ser usado sobre uma outra vestimenta de corpo inteiro, daí a confusão com a burca.

  O xador cobre todo o corpo, assim como a burca, mas ao contrário desta deixa o rosto descoberto. É uma espécie de capa para ser usada sobre a roupa, como a palavra persa - que significa tenda - indica. O xador é usado no Irã, apesar de não ser obrigatório, e seu uso está caindo entre as jovens. Nos tempos do xá, ou antes da Revolução Islâmica de 1979, chegou a ser proibido e não era visto com bons olhos pelo governo, que tentava modernizar o país, aproximando-o dos hábitos do Ocidente.

  Muitas mulheres muçulmanas usam, porém, apenas véus. O mais comum no Ocidente é o hijab, que significa justamente véu ou cobertura. Ele cobre a cabeça e o pescoço, deixando o rosto livre. Hijabs existem nas mais variadas cores e estampas.

  Já o al-amira é uma variação do hijab, composta de duas partes. A primeira é uma espécie de touca, que cobre a cabeça de forma bem justa, e a segunda é um véu que veste sobre a primeira, cobrindo também o pescoço e frequentemente chegando até os ombros. O khimar é semelhante ao al-amira, porém mais longo, chegando até a cintura, e é às vezes usado com um niqab, que cobre o rosto e deixa apenas os olhos livres. Por fim, a shaila é muito popular na região do Golfo Pérsico. É um véu longo e retangular, às vezes transparente, e que é envolto ao redor da cabeça e preso na região dos ombros com alfinetes.

  O termo hijab também é frequentemente usado como uma designação genérica para todos os tipos de véus. Hijabs devem ser usados em público ou diante de homens estranhos, e seu uso remete à interpretação de um trecho do Alcorão.

Clique AQUI, vá ao site de onde copiei esse texto e veja outras imagens além da burca e do hijab, como a do niqab, do xador (ou chador), do al-amira, do khimar e da shaila (ou shayla). Ah, e ainda do burquíni.

Imagens: http://www.dw.com/pt-br/zeitgeist

SUPERINTERESSANTE: "Maomé – a face oculta do criador do Islã"


"Ele criou uma nação fundamentada em direitos trabalhistas, juros baixos e livre concorrência de mercado. Tinha uma esposa que ganhava mais do que ele e emancipou as mulheres quando assumiu o poder. Conheça a face realmente oculta do criador do islamismo.
(Por Alexandre Versignassi, SUPERINTERESSANTE, editora Abril)

A maior dor de cabeça dos árabes que controlavam Meca, a cidade sagrada, era um certo Muhammad ibn Abdallah – Maomé, em português. O plano era acabar com ele de uma vez. Aquele “poeta insano”, como eles diziam, tinha virado uma ameaça. Ele vinha angariando partidários fervorosos. Agora era questão de tempo até que o poeta, que se dizia profeta, assumisse o poder na cidade. “Maomé deve morrer” era a ordem. [...]
[Porém, o plano de assassiná-lo] não deu certo, claro, se não este texto não estaria sendo escrito. E não só porque se trata de um artigo sobre a vida dele. Mas porque, sem a religião que ele criou, o mundo seria um lugar bem diferente. E bem pior, como vamos ver mais adiante. Por outro lado, é óbvio: o que motivou este texto foi a violência dos extremistas islâmicos, uma MINORIA estridente que comete crimes em nome de sua religião, sem saber [ou até sabendo...] que outro grande delito que está perpetrando é contra o próprio islamismo e, mais ainda, contra a imagem de Maomé, um homem que trabalhou pela civilização, NÃO pela barbárie. Vamos conhecê-lo melhor agora."


Para isso, basta clicar aqui.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Para quem já quiser entrar no clima das próximas aulas... Filme: "1492 - A Conquista do Paraíso", de Ridley Scott

(Imagem: camminus.com)

   Tudo começa com a grande luta que o navegador Cristóvão Colombo teve que empreender para conseguir o apoio necessário para realizar sua viagem, sofrendo restrições por parte dos religiosos, enfrentando o desdém dos políticos e a indiferença dos comerciantes. Somente com o apoio de um banqueiro e da rainha Isabel da Espanha foi possível reverter sua perspectiva e permitir que ele viesse a escrever seu nome na eternidade.

   O grande mérito do filme reside em nos colocar lado a lado com a trajetória de Cristóvão Colombo, acompanhando-o nas embarcações, sofrendo com ele os reveses de uma viagem longa e desgastante e triunfando com o desembarque em terras americanas em 1492. A sequência da chegada é deslumbrante, os homens se jogando ao chão, os passos de Colombo, as cores das bandeiras e os sons que acompanham esse momento permitem-nos entender como foi grandioso esse acontecimento. (Trecho adaptado do site Planeta Educação)



Trechos que requerem uma atenção especial:
porém com algumas alterações minhas nos textos.)

  • Fé e ciência: um monge informa que a universidade de Salamanca cederá a Colombo uma audiência para que ele tente aprovar sua viagem para Oeste, em busca das Índias (que ficam a Leste). Nessa conversa, fica claro que, embora seja um homem de fé na Igreja Católica, suas convicções científicas diferem das afirmações defendidas pelos clérigos.
  • Negociação: Colombo procura convencer os intelectuais da universidade de Salamanca a aprovarem sua jornada rumo às Índias.
  • Financiamento: Colombo conhece uma pessoa que poderá conseguir uma audiência com a rainha Isabel, da Espanha, e viabilizar sua expedição. Neste trecho, é interessante observar o papel dos banqueiros no contexto das Grandes Navegações.
  • Colombo inicia a viagem: Colombo dá início a sua jornada, em direção ao ocidente, rumo ao extremo oriente, com a nau Santa Maria e as caravelas Pinta e Nina. Durante o trajeto, explica como utiliza as estrelas como guia. Nessa passagem lembre da influência da cultura árabe na península Ibérica que estudamos com a “Reconquista”.
  • América: Colombo e sua frota avistam terra firme e entram em contato com um grupo de nativos. A partir desse recorte, observe como se dá a chegada dos europeus ao “Novo Mundo”.
  • Contato com os nativos: Colombo narra sua percepção do novo mundo com bastante otimismo, ao mesmo tempo em que percebe os perigos desse paraíso na Terra. Pouco tempo depois de sua chegada, consegue estabelecer contato com os nativos, sendo recebido com desconfiança por alguns deles.


1492: Conquest of Paradise 
Drama - França/Espanha/EUA/Inglaterra, 1992 - 155 min 
Direção: Ridley Scott

O filme inteiro, e dublado, encontra-se no YouTube
Basta clicar aqui embaixo e ampliar a tela:




BOM FILME!

sábado, 16 de junho de 2018

ATENÇÃO, 7º ANO!!! Roteiro de estudo para a prova do dia 23/06


  

Castelo de Dunluce - Irlanda do Norte


Idade Média

A Alta Idade Média: período de transformações no Ocidente europeu quando se deu  a formação do feudalismo
A Europa Ocidental feudal:

·      quanto à política
   
os laços de suserania e vassalagem
   
a descentralização do poder político: o poder dos senhores feudais e o enfraquecimento do poder político do rei
   
a atuação da Igreja Católica

·       quanto à sociedade
   
a ruralização da sociedade
   
a posse da terra e a posição social dos indivíduos
   
a sociedade estamental: as três ordens e suas respectivas funções na sociedade
   
a servidão feudal: as obrigações impostas aos camponeses
   
as relações entre os nobres: suserania e vassalagem
   
a atuação do clero na manutenção das desigualdades sociais

·      quanto à economia
   
baseada na agricultura (de baixa produtividade)
   
autossuficiente e voltada para o próprio feudo.

·       quanto à mentalidade
   
orientada por valores religiosos e guerreiros e a aceitação das desigualdades sociais e de todos os acontecimentos como vontade divina.
  → uma sociedade de clérigos (sacerdotes da Igreja) e leigos (nobres e camponeses)
  → destaque para a importância da Igreja na formação do pensamento medieval

·      as permanências de elementos medievais na mundo atual

Roteiro de estudo para a prova da CAIS 1 do dia 23 de junho (individual e sem consulta, valendo 4 pontos)

O Tribunal de Osíris
a pesagem do coração e a apresentação da alma a Osíris conduzida pelos deuses

Eis o roteiro:

1. O processo de sedentarização de algumas aldeias neolíticas que levou ao surgimento das primeiras cidades do planeta:
• a agricultura e a criação de animais;
• o aumento populacional;
• a especialização do trabalho e o aumento da produtividade;
• o surgimento do comércio – com o aumento da produtividade e a produção do excedente;
• a hierarquização da sociedade – algumas profissões eram mais valorizadas que outras;
• a centralização do poder nas mão do rei;
• a invenção da escrita – que era para poucos;
• a vida sedentária.
2. As civilizações mesopotâmicas e o Egito Antigo – semelhanças e diferenças (o mesmo tema do teste, porém com questões diferentes):
• a maioria da população – os camponeses;
• a servidão coletiva;
• o significado do trabalho;
• o politeísmo;
• a teocracia – e o controle da sociedade através da religião.
.
ESTUDAR PELA "APOSTILA 1", PELO "TEXTO 2" E PELAS ANOTAÇÕES NO CADERNO.
.
BONS ESTUDOS E...
BOAS NOTAS!

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Quer ir até um blog especializado em castelos e em várias outras coisas relacionadas à Idade Média???

  
Uma imagem de Carcassonne, uma verdadeira cidade medieval no sul da França


Agora, Carcassonne visto do alto

  Pois é, ao buscar uma imagem para a postagem anterior, encontrei um blog especializado em castelos e em Idade Média em geral. Lá, você verá um mooonte de castelos... Como disse a Dona Benta no texto do Monteiro Lobato que analisamos nas primeiras aulas, "uma verdadeira vegetação de castelos", de todos os tipos, e em vários locais da Europa.

  Ah, e o blog "Castelos Medievais" ainda oferece a possibilidade de ter a imagem em 360º de alguns deles. Basta clicar no link CASTELOS que aparecerá, no final da lista outro link, 360º, como aparece na imagem abaixo:

   




Para ir ao blog Castelos Medievais, basta clicar AQUI.

Vídeo: "Vida Medieval"

Castelo de Almansa, Espanha
(Fonte: https://castelosmedievais.blogspot.com.br)

E aí, quer saber, DE VERDADE, como era a vida na Europa medieval???

  Então. No especial Vida Medieval, do History Channel, o historiador e especialista em armas Mike Loades nos conduz através dessa época que vimos tantas vezes, desde crianças (tanto você como eu), repleta de lendas, cavaleiros, castelos, justas, batalhas heroicas... Mas que também é de grandes construçõesmudanças e inovações
  Uma época de desafios (muitos deles presentes até hoje em nosso dia a dia), mas também de invenção de soluções -- estas, em boa parte das vezes,  muito diferentes das atuais: talvez você fique boquiaberto com a maioria delas! 😲 😲 😲
 Mais ainda que nas aulas, encare esse programa como uma jornada para desvendar esse tal mundo medievaltão distante de nóstanto no tempoquanto no espaço

   Acompanhe a reconstrução da vida cotidiana de pessoas comuns, desde coisas bem simples até outras espetaculares, mas que Loades promete ser tudo 100% autêntico!!!  O recorte no tempo escolhido é entre 1200 e 1300, o auge do período, no qual ele e mais um grupo de amigos procuram recriar...
  •  como era o treinamento de um soldado, ou melhor, de um nobre guerreiro cavaleiro
  • construção de um castelo em tamanho natural, com materiais e técnicas exata e unicamente como as da época (!!!);
  • caça como uma paixão da nobreza, um evento ritualizado, de status elevado, um exercício militar: "uma verdadeira metáfora para a guerra", segundo Loades. E ainda, a falcoaria, uma paixão de Eduardo III, e os direitos de caça da nobreza (mas o que restava, então, às "pessoas comuns"??? Ora, trabalhar, trabalhar, trabalhar...);
  • como era a alimentação de cada grupo (nobres e camponeses) e como proceder com elegância à mesa (Sabia que havia o jeito certo de se comer com os dedinhos? Os "dedos de cortesia"... Pois é... Esse povo também se preocupava em não cometer gafes...);
  • nesse mundo ruralizado, dominado pela agricultura, como era a criação de animais -- leitões e gansos, por exemplo;
  • as práticas de higiene: como eram as receitas de sabão para a lavagem de roupas e de sabonete para o corpo. E escova de dentes, havia? Sim... E pasta de dentes também... E você ainda verá a função de um colar de contas feitas com ervas aromáticas;
  • medicina e o porquê das tão comuns sangrias, quando, então, se acreditava que a saúde tinha relação com quatro fluídos corporais, os chamados humores. E a doença que nada na época era o bastante para derrotá-la e que levou à morte metade da população europeia em meados do séulo XIV: a peste negra, que deixava o corpo do doente coberto por caroços escuros e fedorentos... E os médicos da peste? Sua figura dava tanto medo quanto a doença... Aliás, já solto o spoiller de que de nada adiantava, pois a tentativa de cura da peste foi um dos piores fracassos da medicina medieval;
  • as máquinas de guerra medievais: como funcionavam as catapultas de contrapeso, conhecidas como "mauvais voisins" (traduzindo do francês: "maus vizinhos"... Será por quê?), que podiam até ser usadas como armas biológicas (!!!) ou armas de terror... 😲 😲 😲 Ué, como assim??? Pois é, assista ao vídeo... Ah, você também verá que havia técnicas para lançar as flechas através das seteiras e a importância, fundamental, da existência de poços artesianos no interior das muralhas do castelo durante o tempo que pudesse durar o cerco;
  • por fim, o surgimento das primeiras armas de fogo -- que na dublagem aparece apenas como "arma", sem especificação, pois em inglês usa-se apenas "gun" para esse tipo de armamento. E o interessante é que quem as utilizava não era considerado cavaleiro (e um cavaleiro seria severamente punido se o fizesse!!!), pois a este, um nobre, cabiam apenas espadas, lanças e flechas... Mas, enfim, estava chegada a sua hora. Começava a era da artilharia.

DICA: COMO O VÍDEO É LONGO, VOCÊ PODE IR ASSISTINDO AOS POUCOS...


Vamos lá, então? 

BOA VIAGEM! 
(No tempo e no espaço...)
   

History Channel: Vida Medieval





(Post adaptado de outo aqui deste mesmo blog, de minha autoria.)


segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Roteiro de estudo para a prova do dia 24 de fevereiro

Com bastante antecedência, 
seguem as dicas de estudo para a PI:

1. Idade Média europeia
- Baixa Idade Média Texto 5
- revigoramento das cidades e do comércio
- crise do feudalismo
 2Islã, Reconquista e formação de Portugal  Texto 7
- o movimento da Reconquista e a formação de Portugal
- o recém-nascido reino de Portugal: como ficou a situação do rei, da nobreza, da burguesia e dos trabalhadores do campo e das cidades
- a crescente importância do comércio como atividade econômica e o monopólio comercial de Gênova e Veneza sobre o Mediterrâneo
3. Expansão marítima europeia Texto 9 + caderno
- os produtos mais valorizados na Europa e o monopólio de Gênova e Veneza sobre a sua comercialização
 - a chegada a um continente até então desconhecido – a América
- as consequências da descoberta de um novo caminho para as Índias
- Ásia, África e América integradas ao sistema comercial europeu
- o etnocentrismo europeu

4. Reformas religiosas Caderno
- as questões pertinentes a este tema estarão diluídas ao longo da prova sem que haja necessidade de estudá-lo a fundo
5. Colonização da América Portuguesa Textos 12, 14, 16, 17 e 20 + caderno
- a colonização do Brasil no contexto da economia europeia – as práticas mercantilistas:
 o MERCANTILISMO:  a política econômica do absolutismo
 o protecionismo e a intervenção do governo na economia
 o metalismo
 a balança comercial favorável
 o colonialismo: a exploração de colônias; o pacto colonial (o monopólio da metrópole sobre o comércio colonial); os conceitos de metrópole e colônia
- o período anterior à colonização de fato (1500-1530)
 os indígenas e a chegada dos primeiros europeus
 o comércio do pau-brasil 
- a implantação da lavoura canavieira: o início da colonização
 colonizadores, colonos e colonizados
 o Brasil Colonial – Brasil e África enriquecem Portugal
 o pacto colonial
 a montagem de um engenho de açúcar
 a escravização dos indígenas
a introdução da mão de obra escrava africana – e os altíssimos lucros dos traficantes de escravos
 a pecuária, a agricultura do tabaco, a produção de gêneros de subsistência e as trocas entre colonos e indígenas
 a descoberta do ouro: o início da mineração
6. A África e a introdução do trabalho escravo no Brasil Textos 15 (sem se preocupar com os detalhes, porém constatando a pluralidade do continente), 18 e 19 + caderno
- a África: a diversidade cultural (língua, religiões, costumes etc) e o escravismo africano
- a África e o comércio de escravos
- a vida do escravo no Brasil - o processo de despersonalização, de objetificação de seres humanos
 o racismo ontem e hoje
 a escola e o combate ao racismo
- a garantia do acesso dos afrodescendentes à educação
 a importância do ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira

Ah, e não se esqueça de estudar os exercícios correspondentes!

BOM ESTUDO E...

BOA PROVA!