segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Controvérsias sobre a origem do nome da cidade que se transformou num dos maiores impérios da história: Roma


“A fundação de Roma está envolta em lendas e mitos e deve, por algum tempo, continuar assim. Não há uma informação definitiva.” 
(Maria Luiza Corassin, especialista em Idade Antiga da Universidade de São Paulo)

Você sabe que a cidade de Roma é a capital da Itália, certo? 
Mas sabia que Roma existe há bem mais tempo que a própria Itália? 
E a origem desta palavra, "Roma", sabe qual é?
Bom, quanto à resposta a esta última pergunta, saiba que ainda não há um consenso entre os historiadores. Há muitas hipóteses a respeito... Veja quais  clicando no link abaixo:  


Coliseu - Roma
(Site da imagem: galactidades.blogs.sapo.pt)

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A infância em Esparta - onde o Estado tomava os meninos das famílias para treiná-los na arte da guerra



  Os homoioi ["os iguais"], os cidadãos espartanos, cresciam comendo mal e viviam com fome, enfrentavam-se entre si e suportavam um treinamento militar tão intenso que até soldados do Bope pediriam para sair na primeira semana.

  "A ideia básica era deixar os meninos duros, resistentes, no melhor de sua forma física. Acima de tudo, eles tinham que ser autossuficientes e capazes de suportar a dor." - Paul Cartledge, autor de Spartans (sem edição em português) e professor de cultura grega na Universidade de Cambridge

  A restrição de comida também era parte do treinamento. Os jovens soldados recebiam apenas o necessário para sobreviver [... e em] quantidade que não chegava nem perto da saciedade. Constantemente com fome, os jovens só tinham uma solução: roubar comida. Para os espartanos, não havia problema algum em furtar alimentos - o problema estava em ser pego.

 Durante toda agoge [a educação espartana],o papel do Estado espartano era gigantesco. Não se tratava apenas de deixar o filho na escola todas as manhãs e ele crescer até cursar uma universidade, mas a entrega completa do futuro cidadão à Esparta. E só havia um caminho possível: ser soldado.

  Na prática, o que as evidências arqueológicas dão conta é que as mulheres espartanas estavam em forma - as estátuas mostram músculos definidos nos braços e nas coxas. Além disso, tinham fama de serem lindas: Helena, a mulher mais bela do mundo antigo, antes de ser de Troia e de virar a cabeça de Páris, era Helena de Esparta.



Para ler a matéria completa, acesse:



Atenção! Como vimos nas aulas, e diferente do que aparece na matéria, os hilotas, população nativa do território espartano, NÃO eram escravos. Submetidos à condição de servos a serviço de Esparta, não podiam ser vendidos nem comprados e não tinham liberdade para deixar a cidade.    

Site da imagem: pt.gdefon.com

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Mais 300!



Hoplitas espartanos em ação: lutando em falange, caminhando lado a lado - o escudo protegia metade do corpo  do guerreiro que o segurava e metade do corpo do soldado vizinho. Cada um protegia não apenas a si próprio, mas também a seu companheiro, assim como era protegido por um outro, e assim sucessivamente. 
    Um exército hoplita funcionava em equipe.

    No site Cine Pop encontrei alguns relatos interessantes do autor dos quadrinhos, Frank Miller, e do diretor do filme, Zack Snyder, sobre os guerreiros espartanos. Vale conferir: 

"Espartanos permanecem como um mistério para todos nós", diz Frank Miller, autor da graphic novel 300, no qual o filme se baseou. "São incomparáveis, incontestáveis por formarem uma cultura totalmente voltada para a luta, inteiramente dedicada às artes da guerra. Têm um código de honra a respeito do que significa ser espartano, e dele advém uma classe de heróis como o mundo jamais viu".
O co-roteirista e diretor Zack Snyder acrescenta: "Espartanos vivem para lutar. Gostam disso", diz ele. "Lutam como uma unidade, criando uma falange na qual o escudo de cada guerreiro protege o homem ao seu lado. É uma visão assustadora e intimidante, mesmo para a multidão de persas. Embora os espartanos estivessem diante de uma dificuldade insuperável em termos numéricos, um verdadeiro guerreiro de Esparta está sempre disposto a morrer [por Esparta] ... - o que eles consideram a 'morte digna'."


Site da imagem: imagensdedeposito.com

A educação em Esparta

(Imagem do filme "300", retirada do site recantodecaliope.blospot.com) 

       
        Entre os séculos V e IV a.C., período da história grega conhecido como Clássico, as cidades gregas atingiram o seu apogeu (auge, ápice), ocorrendo a consolidação da cidade-Estado como forma de organização política.  
Existiram muitas cidades-Estado, ou pólis, gregas na Antiguidade; e com histórias bastante diferentes: o mundo grego não era um Estado unificado, como vimos. Dentre elas, Atenas e Esparta eram as mais destacadas. A primeira, pelo regime democrático e pelas realizações culturais; a segunda, pelo militarismo e pela desvalorização da individualidade.  
Na aula de hoje, ao estudarmos sobre Esparta, analisamos um texto de Plutarco sobre a educação dos meninos espartanos e vimos que esta enfatizava, afinal, a obediência às ordens, a resistência à dor, ao frio, à fome, à fadiga e buscava, sempre, a vitória em combate. Ou seja, o que se esperava do espartano era que ele fosse uma "máquina de guerra" insensível e obediente. 
O filme "300", de Zack Snyder, inspirado nos quadrinhos homônimos de Frank Millertraz uma cena que ilustra muito bem o que lemos no texto de Plutarco: trata-se do treinamento do rei Leônidas quando menino. Tentei encontrar no YouTube a tal cena. Contudo, só a encontrei como uma seleção feita por um blog chamado "Papo de Líder", que, inclusive, bloqueou sua incorporação, ou seja, não pude colocar o vídeo direto aqui no blog. Ah, mas, para ver a cena, é só clicar no link abaixo: 
Cena de "300" sobre o treinamento do jovem (e futuro rei) Leônidas

E aí, o que você achou? Poste um comentário!


terça-feira, 27 de novembro de 2012

Ainda sobre a "Guerra de Troia"

O Cavalo de Troia
por Giovanni Domenico Tiepolo

   "Em 1873, um tesouro de 4 500 anos foi descoberto em Troia, na Turquia. Em 1945, ele desapareceu, em Berlim. Agora, ressurgiu em Moscou, reabrindo a controvérsia sobre a pré-história grega e a lenda do Cavalo de Troia. A ciência já descobriu que partes do mito são muito, muito reais."

   Esta postagem trata das descobertas arqueológicas do europeu Heinrich Schliemann, em 1873. Homem de origem pobre e deslumbrado com a Grécia, "com a imaginação incendiada pela visão de Troia em chamas, cantada por Homero, na Ilíada", foi "o primeiro Indiana Jones da Arqueologia", que "errou muito, mas descobriu Troia e ampliou sua história até a Idade do Bronze (300-1000 a.C.). Além disso, descobriu a civilização de Micenas (1600-1200 a.C.). E, antes de morrer, apontou para a civilização minoica, em Cnossos (3000-1100 a.C.), na Ilha de Creta, onde pretendia escavar, e que foi achada dez anos depois. Era muito mais do que um amador. Foi um visionário e um pioneiro".

 Para ler a matéria completa, clique no link:

SUPERINTERESSANTE / Edição 108 - 1996


Site da imagem: pt.wikipedia.org 


"Guerra de Troia - Ficção ou Realidade?"

  A Guerra de Troia teria durado cerca de dez anos e ocorrido por volta do século XIII a.C., entre os aqueus (gregos) e Troia, na atual Turquia.

    Uma das mais famosas histórias da civilização micênica, essa guerra foi narrada pelo poeta grego Homero, que teria vivido, pelo menos, 700 anos após o fato, e seu relato escrito uns 200 anos após sua morte. Por algum tempo, era tida como totalmente mitológica, porém, pesquisas arqueológicas têm comprovado que algumas partes desse mito são, sim, muito reais...

Imagem:  Helena e Páris,  por Jacques-Louis David, Museu do Louvre
(pt.wikipedia.org)

          
    A postagem abaixo traz um vídeo, hospedado no YouTube, que analisa, justamente, esse tema: seja por questões pessoais (a disputa por Helena) ou conquistas territoriais, a Guerra de Troia realmente ocorreu. 

     "A Guerra de Troia pode ter sido um grande conflito bélico entre gregos e troianos, possivelmente ocorrido entre 1400 a.C. e 1300 a.C. Segundo o poeta-épico, Homero, a guerra foi motivada pelo rapto de Helena, rainha de Esparta, por Páris, príncipe de Troia.
     A maioria de gregos clássicos admitia que a Guerra de Troia era um evento histórico, embora muitos entendessem que os poemas homéricos continham vários exageros. Por exemplo, o historiador Tucídides, conhecido por seu espírito crítico, considerava-a um evento real, mas duvidava que os gregos houvessem mobilizado a quantidade de navios (mais de mil) mencionada por Homero, para atacar os troianos.
     Por volta de 1870, na Europa, os estudiosos da Antiguidade eram concordes em considerar as narrativas homéricas absolutamente lendárias. Segundo eles, a guerra jamais ocorrera e Troia nunca existira. Mas quando o alemão Heinrich Schliemann (um apaixonado pelas obras de Homero) descobriu as ruínas de Troia e de Micenas, foi preciso reformular esses conceitos."  
(André Wagner Rodrigues, também autor do vídeo - historiaemperspectiva.com)


  
A queda de Troia
por Johann Georg Trautmann 
Da coleção dos grão-duques de Baden, Karlsruhe. 
(pt.wikipedia.org)

Guerra de Troia - Ficção ou Realidade?


A Grécia hoje - imagens e outras informações



Santorini, Grécia 
(Site da imagem: viagemafora.blogspot.com)

    "A ilha deve o seu nome a Santa Irene, nome pelo qual os venezianos a denominavam. Era anteriormente conhecida por Kallístē (em grego Καλλίστη, "a mais bela"), Strongýlē (Στρογγύλη, "a circular") ou Thera (Θήρα), nome que ainda hoje ostenta em grego.
    Para além da ilha principal, Santorini tem nas suas proximidades diversos ilhéus, formando um grupo quase circular de ilhas, vestígio da grande erupção que despedaçou a ilha. [...] O impacto daquela erupção fez-se sentir em toda a Terra, mas com particular intensidade na bacia do Mediterrâneo. A erupção parece estar ligada ao colapso da Civilização Minoica na ilha de Creta, distante de Santorini 110 km ao sul. Acredita-se que tal cataclismo tenha inspirado as posteriores lendas acerca de Atlântida."


Para mais imagens sobre a Grécia na atualidade, clique no link: tripadvisor.


    
    
Vista do Partenon na Acrópole de Atenas
(Site da imagem: wikipedia.org)

    "A Grécia é um dos berços da civilização europeia. Aos seus pensadores da Antiguidade devem-se grandes progressos nos domínios da filosofia, da medicina, da matemática e da astronomia. As cidades-Estado gregas foram pioneiras do desenvolvimento das formas de governo democrático. O patrimônio histórico e cultural da Grécia continua a repercutir-se no mundo moderno nos campos da literatura, arte, filosofia e política." (EUROPA - O portal oficial da União Europeia)

    Para mais informações sobre a Grécia na atualidade, clique AQUI.


sábado, 10 de novembro de 2012

Um achado da Diovana - ex 602, atual 702: os nomes judaicos


Gabriel        Tamarah        Adelle        Ariel        Zac           

     Samuel        Rafael        Phineas        Nathan     

Deborah           Daniella, Daniela, Danielle             

David        Jennifer        Ruth        Jonathan         Joel      

Hannah            Daniel           Alex, Alexandre   

      Rachel            Gabriela, Gabriella, Gabrielle         Caleb


    Para os judeus, nomear um recém-nascido é algo sagrado. E meninos recebem o seu nome em ocasião diferente das meninas
      A escolha do nome pode ser uma homenagem a um parente e a sua repetição ao longo das gerações, uma garantia de que não seja esquecido. 
      Os nomes podem ser bíblicos, remeter à natureza, ser nome de anjos, enfim.

     Clique AQUI e saiba mais sobre como se dá a escolha de um nome judaico.

     E, logo no final do texto, você encontrará outros links para sugestões (e signifiacado) de nomes judaicos masculinos 
femininos.  

        De repente, até o seu está lá...


Mais uma vez, obrigada, Diovana!


             Fonte: site da  Associação Israelita de Beneficência Beit Chabad do Brasil  

Mais informações sobre a circuncisão - ou "berit milá" - 2ª edição


Material utilizado em uma cerimônia de berit milá 
exibido no museu da cidade de Göttingen (Alemanha)
(site da imagem: wikipedia.org)

E disse Deus a Abraão: “Eu te farei pai de um grande povo e te abençoarei. O meu pacto eterno contigo será: que eu seja o teu Deus e o da tua descendência. E eu te darei a terra de Canaã. Em sinal dessa aliança, todos os homens entre vós serão circuncidados.”
Bíblia, Antigo Testamento, Gênesis, 17

     Muitos alunos quiseram mais informações a respeito da cerimônia religiosa judaica da circuncisão, ou "berit milá", na qual o recém nascido junta-se ao povo judeu.  É nesta cerimônia, símbolo da aliança entre Deus e o povo de Israel, que o menino recebe seu nome. 

       Então, atendendo a pedidos, eis o link:


Fonte: chabad.org.br