quinta-feira, 25 de abril de 2019

Da série "vale a pena repostar": COMO eram, QUANDO foram construídas, o que HOJE são apenas ruínas do que restou do antigo Império Romano


Ao lado, uma representação da Aquila Romana


  A águia romana (em latim: Aquila) era um símbolo da Roma Antiga, sendo usada pelo exército romano como insígnia das legiões romanas.   






    No tempo de Júlio César -- um patrício, líder militar e político dos anos finais da República Romana -- era feita de prata e ouro. A partir da reforma de Augusto passou a ser feita só de ouro. Você se lembra que Augusto, que quando nasceu recebera o nome de Caio Otávio, foi fundador do  Império Romano  seu primeiro imperador, né? E sabia que ele governou de 27 a.C.  até sua  morte, e14 d.C., aos 75 anos
(ou seja, por 41 anos)??? Nascido Caio Otáviopertenceu a um rico
 e antigo ramo da família plebeia dos Otávios, 
foi ele quem iniciou uma era de relativa paz conhecida como  Pax Romana, ou "Paz Romana", lembra também? 
   A águia, ou Aquila Romana, era guardada pela primeira coorte (uma das subdivisões de uma legião romana) e só saía do acampamento romano em ocasiões raras, quando toda a legião se movimentava.   


Bom, clicando AQUI, você irá até uma postagem do finalzinho do ano passado que traz um vídeo sobre algumas ruínas que restaram do Império Romano – como se encontram hoje – e uma simulação de como eram há dois mil anos.


Fonte: wikipedia.org

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Curiosidades sobre o Coliseu



Imagem: historiazine.com 
  "O Anfiteatro Flaviano teria o nome de 'Coliseu' inspirado no Colosso de Nero, uma estátua de cerca de 35 metros de altura que existia nas proximidades. Foi construído entre os anos 70 e 90 da 'Era Cristã' [depois de Cristo] e o imperador que deu início à construção foi o Vespasiano [da Dinastia Flaviana -- e vem daí 'Anfiteatro Flaviano'...] .
  Seu filho, [o recém Imperador] Tito, no ano de 79, inaugurou o Coliseu ainda inacabado  —  da mesma forma que certos governantes inauguram obras públicas hoje em dia  —  pois no ano 80 aconteceriam os primeiros jogos no local.
  Roma tinha acabado de passar por uma erupção do Vesúvio, um surto de peste e um incêndio que destruiu muitas construções pela cidade. Tito teria ordenado os jogos para acalmar e distrair [!!!] a população.
  Mas para os romanos, o palácio era apenas desperdício de dinheiro público, já que a maioria da população não teria acesso à suntuosa construção. [Mas,] com o Coliseu, Vespasiano procurou expandir a 'política do pão-e-circo' que ficou tão famosa durante o auge e o  declínio do Império Romano [e já era empregada desde a República Romana, lembra?]. E como já foi dito, seu filho Tito [que o sucedeu] tratou de [reforçar] esta política o quanto antes."
“Salve, César! Aqueles que vão morrer te saúdam!”

Para continuar lendo, basta ir ao site HISTORIAZINE clicando AQUI
(De onde foi retirado o texto acima.)

Dá para imaginar uma batalha naval dentro do Coliseu Romano? 
(Descrição: gravura representando a naumaquia, uma batalha naval dentro do Coliseu)

AH, QUER SABER AINDA MAIS?
  Então, clique AQUI e vá ao site Viagem e Arquitetura e leia a matéria "7 incríveis fatos sobre o Coliseu Romano que você precisa conhecer"
  E se quiser ir ao site oficial do Coliseu (THE COLOSSEVM), clique AQUI. É tudo super detalhado e a gente até fica perdido com tantas possibilidades de pesquisa... Só que há somente duas opções de idioma: o italiano e o inglês, ok? 

BEM-VINDAS E BEM-VINDOS AO ANO LETIVO DE 2019!



Turmas de 7º e 8º anos,

Que nos alegremos não apenas no encontro do conhecimento, mas também, e principalmente, durante o processo da buscana vontade de procurar, de querer aprender para então, finalmente, encontrar o conhecimento. 

Sejamos felizes na beleza e na alegria de gostar de ensinar e aprender!  

Feliz 2019 para todos e todas nós!

Texto de Paulo Freire sobre 
Imagem do Pinterest: <novaescola.org.br>

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Curiosidades... Como eram, quando foram construídas, o que hoje são apenas ruínas do que restou do antigo Império Romano?

  No vídeo abaixo, você verá algumas ruínas do Império Romano – como se encontram hoje – e uma simulação de como eram há dois mil anos.


É muito legal: vale a pena assistir!




Na imagem abaixo estão os créditos.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Roteiro de estudo para as avaliações de 11/12: PI do 7º ano (7 pontos) e prova da CAIS 1 (4 pontos)

Bom, agora, isso só depende de você...

Segue a lista, bem detalhada, de todos os pontos que estarão na avaliação:

1. Idade Média europeia
- Baixa Idade Média → Texto 7 (CAIS 1 
→ Texto 9)
- revigoramento das cidades e do comércio
- crise do feudalismo

 2. Islã, Reconquista e formação de Portugal → Texto 9 
(CAIS 1 → Texto 10)
- o recém-nascido reino de Portugal: como ficou a situação do rei, da nobreza, da burguesia e dos trabalhadores do campo e das cidades
- a crescente importância do comércio como atividade econômica e o monopólio comercial de Gênova e Veneza sobre o Mediterrâneo

3. Expansão marítima europeia e o pioneirismo português → Textos 10 e 11 
(CAIS 1 → Texto 11 e 12)
- os produtos mais valorizados na Europa e o monopólio de Gênova e Veneza sobre a sua comercialização
 - a chegada a um continente até então desconhecido – a América
- as consequências da descoberta de um novo caminho para as Índias
- Ásia, África e América integradas ao sistema comercial europeu
- o etnocentrismo europeu

4. Formação dos Estados Nacionais → Textos 13, 14 e 15 
(CAIS 1, idem → Textos 13, 14 e 15) 
- a política 
- a sociedade 
- a economia – a nova concepção de riqueza 

5. Colonização da América Portuguesa → Textos 14, 15, 17 e 18 
(CAIS 1, idem → Texto 14, 15, 17 e 18) 
- a colonização do Brasil no contexto da economia europeia – as práticas mercantilistas:
 → o MERCANTILISMO:  a política econômica do absolutismo
 → o protecionismo e a intervenção do governo na economia
 → o metalismo
 → a balança comercial favorável
 → o colonialismo: a exploração de colônias; o pacto colonial (o monopólio da metrópole sobre o comércio colonial); os conceitos de metrópole e colônia
- o período anterior à colonização de fato (1500-1530)
 → os indígenas e a chegada dos primeiros europeus
 → o comércio do pau-brasil 
- a implantação da lavoura canavieira: o início da colonização

 → características – quanto ao tipo de cultura, à extensão de terra, à mão de obra e ao mercado consumidor 
 → o Brasil Colonial – Brasil e África enriquecem Portugal
 → o pacto colonial  – o monopólio comercial da metrópole sobre a colônia
 → a montagem de um engenho de açúcar
 → a escravização dos indígenas
 → a introdução da mão de obra escrava africana – e os altíssimos lucros dos traficantes de escravos
 → a pecuária, a agricultura do tabaco, a produção de gêneros de subsistência e as trocas entre colonos e indígenas

6. África e a introdução do trabalho escravo no Brasil → Texto 16 
(CAIS 1, idem → Texto 16) (sem se preocupar com os detalhes, porém constatando a pluralidade do continente africano, assim como seus principais reinos e a respectiva ligação com a nossa história: os reinos de Gana, Mali, Ioruba, Benin e Congo) + 18 (verso) e 19 (CAIS 1, idem → + verso da 18  e 19) 
- a África: a diversidade cultural (língua, religiões, costumes etc) e o escravismo africano
- a África e o comércio de escravos
- a vida do escravo no Brasil - o processo de despersonalização, de objetificação de seres humanos
- as formas de resistência dos africanos e afrodescendentes à escravidão

7.  Mineração → Texto 20
 (CAIS 1, idem → Texto 20)
- a descoberta do ouro e o o início da mineração 
- a “corrida do ouro” e a questionável ideia de crescimento demográfico 


NÃO SE ESQUEÇA DE ESTUDAR TAMBÉM PELAS ANOTAÇÕES NO CADERNO!


BOM ESTUDO E, CONSEQUENTEMENTE...
BOA PROVA!



quinta-feira, 22 de novembro de 2018

"Amistad" + "Navio Negreiro" -- sobre a parte mais vergonhosa da nossa história

   
Cena do filme Amistad, de Steven Spielberg, de 1997
(www.mariapreta.org)

    Há algumas aulas, e também nas seguintes, estudamos como se deu a colonização do Brasil por Portugal. Já vimos que a "nossa metrópole" estava disposta a gastar quase nada e a lucrar o máximo possível e sabemos que, infelizmente, isso se deu às custas do sofrimento brutal de milhões de pessoas ao longo de cerca de três séculos. E, se pusermos como foco a  escravidão de pessoas trazidas da África para servirem de mão de obra, veremos que esse sofrimento extrapola o tempo em que a compra e venda, a total objetificação de seres humanos, ocorria perfeitamente dentro da lei, uma vez que suas mazelas se arrastam até o presente sobre seus descendentes. Enfim, estamos falando sobre a parte mais vergonhosa da nossa história e que, pasmem, em pleno século XXI, muitos ainda teimam em minimizar -- e até negar (!!!).

(Ah, e vale o registro de que as atrocidades cometidas contra os indígenas são outro "capítulo" das aberrações da história deste país.)

   Na época em que a professora Carolina, hoje Diretora Geral e ex-coordenadora de História do nosso campus, tinha um blog para o sétimo ano, ela sempre postava o vídeo abaixo para seus alunos. São cenas duras, isso é certo e, mesmo extraídas de uma obra de ficção, saiba que a realidade foi -- e, lamentavelmente, ainda é, em MUITOS casos --  ainda mais absurdamente cruel.

   Abaixo segue o texto da Carol:

   "Todo ano, faço questão de mostrar aos alunos o vídeo abaixo. Extraído do filme 'Amistad' feito em 1997 por Steven Spielberg, o trecho mostra o processo doloroso do comércio de gente promovido durante séculos por africanos, europeus e americanos. Nele temos, de uma forma didática, toda a dor e desumanização de uma parcela de africanos que eram capturados por tribos e reinos rivais, ainda em África, e depois vendidos e revendidos várias vezes até que chegavam para o trabalho árduo aqui na América. 
   Para enriquecer mais ainda as imagens, temos ao fundo a leitura majestosa feita por Paulo Autran, um dos maiores atores brasileiros, do poema 'Navio Negreiro', escrito em 1869 [quando a escravidão ainda ocorria dentro da lei por aqui, portanto] por Castro Alves -- o que torna esta montagem realmente emocionante.  
   As cenas são fortes, porém necessárias. Porque mais forte ainda foi a realidade... Não tenha a menor dúvida disso." (Trecho adaptado de Blog de Historia do 7º ano) 

O vídeo segue abaixo.

Procure ficar atento às imagens do filme Amistad, de Steven Spielberge à brilhante narração do poema Navio Negreiro, de Castro Alves, feita pelo falecido ator (um profissional extraordinário) Paulo Autran.

(E lembre-se que, apesar de o filme ser uma obra de ficção, essas e muitas outras atrocidades realmente aconteceram com os africanos trazidos à América.)





terça-feira, 30 de outubro de 2018

Sobre a história da moeda no Brasil e no mundo

   Imagem: culturabancodobrasil.com.br

   Durante nossas últimas aulas, quando falamos sobre a efervescência das atividades mercantis na Europa Ocidental a partir, principalmente, dos séculos XVI e XVII, quando a riqueza era determinada pelo acúmulo de metais preciosos (e não mais pela posse da terra), o chamado "metalismo", muitos alunos mostraram interesse em saber mais sobre a história da criação do "dinheiro", ou "moeda" ou ainda "papel-moeda". Pois então... Você sabia que no CCBB aqui do Rio de Janeiro, de 1 a 31 de dezembro deste ano, haverá uma mostra sobre o assunto? 
  Sabendo disso com mais de um mês de antecedência, já dá para ir combinando uma visita com a família e os amigos, o que acha? Aproveite que a entrada será gratuita!

Galeria de Valores
"Exposição de longa duração que mostra a trajetória da moeda no Brasil e no mundo, com cerca de 2 mil peças do acervo numismático do Banco do Brasil.
Na coleção, destacam-se raros exemplares como moedas obsidionais cunhadas pelos holandeses no século XVII e a moeda de ouro lançada para comemorar a coroação de D. Pedro I."
Para mais informações, basta clicar AQUI.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Super análise do quadro de Luís XIV, o "Rei Sol", do artista Hyacinthe Rigaud

   

   Da mesma autora da maioria dos textos que utilizamos nas aulas, Joelza Ester Domingues, o blog "Ensinar História" traz uma análise super detalhada do quadro de Luís XIV, de 1701 (do artista Hyacinthe Rigaud - 1659-1743) -- que também analisamos em sala, só que sem tantos detalhes e cores... --,  no qual o rei francês, considerado o símbolo máximo do absolutismo monárquico, aparece nos trajes de sua coroação e em meio a vários símbolos do seu poder absoluto.

Para ir ao blog "Ensinar História", basta clicar AQUI.


Site da imagem: Wikipédia

Versailles + "Marie-Antoinette", filme de Sofia Coppola

Le Château de Versailles:
700 cômodos, 67 escadarias, 352 chaminés, 1250 lareiras, 2153 janelas e... 9 banheiros

   "Maior e mais célebre palácio da França, Versalhes é o retrato ao mesmo tempo dos exageros delirantes e do requinte extremo da nobreza que mandou no país durante séculos. Também personifica o tamanho do ego de Luís XIV (sim, ele mesmo, o tal "Rei Sol" que vimos nas últimas aulas: o que dizia "L'État c'est moi!" - "O Estado sou eu!"), que em 1682 instalou lá o governo e uma corte de aproximadamente 6 mil pessoas. Louco por luxo, contratou os melhores profissionais de cada área – entre eles o paisagista André Lê Nôtre, responsável pelos imbatíveis jardins do lugar – para que o palácio representasse não só a melhor estética clássica da França, mas também toda a sofisticação de seus mandatários." (viajeaqui.abril.com.br)

Para mais fotos de Versailles, clique AQUI.

Para ir ao site oficial de Versailles (disponível em francês, inglês, espanhol e outras línguas -- menos a nossa), clique AQUI.

Para saber ainda mais sobre Versailles, clique AQUI



AGORA, O FILME!!!


   Quer assistir a um filme (muito bom!) cuja principal locação fora o próprio Palácio de Versailles e mostra todo o luxo e ostentação da corte de Luís XVI? Sabe que filme é esse? Marie-Antoinette, de Sofia Coppola (classificação: 14 anos - como disse nas aulas, fale a respeito com sua família). Veja a sinopse, retirada do AdoroCinema:

 "A princesa austríaca Maria Antonieta (Kirsten Dunst) é enviada ainda adolescente à França para se casar com o príncipe Luis XVI (Jason Schwartzman), como parte de um acordo entre os países. Na corte de Versailles ela é envolvida em rígidas regras de etiqueta, ferrenhas disputas familiares e fofocas insuportáveis, mundo em que nunca se sentiu confortável. Praticamente exilada, decide criar um universo à parte dentro daquela corte, no qual pode se divertir e aproveitar sua juventude. Só que, fora das paredes do palácio, a revolução não pode mais esperar para explodir." 

Mesmo que não assista ao filme, não perca o trailer... Veja toda a (completamente excessiva) vida de luxo e ostentação da corte francesa em Versailles!

É só clicar aqui embaixo, aumentar a tela e o som!





(Ah, apesar de que nunca aluguei filmes pelo YouTube e nem sei como funciona, ao buscar o vídeo para postar aqui, vi que está disponível para aluguel por a a partir de R$3,90) 


segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Para os que faltaram no sábado: roteiro de estudo para a prova de amanhã


Imagem: historiazine.com

EUROPA OCIDENTAL
1. Baixa Idade Média 
 - período de expansão:
Atenção para o crescimento populacional e o aperfeiçoamento das técnicas de cultivo:
a charrua;
a coleira acolchoada;
o uso de cavalos como tração;
o sistema de rotação trienal de culturas etc.
- o período de depressão:
as Cruzadas;
o esgotamento do sistema feudal;
a crise agrícola e a fome;
as epidemias – destaque para a peste negra: suas consequências para a população e para a produção agrícola;
guerras internas.

2. Islã 
- o domínio da Península Ibérica pelos muçulmanos – a partir do século VIII

3. Reconquista e formação de Portugal 
- os mouros na Península Ibérica (século VIII ao XV);
- o que foi o movimento da Reconquista;
- de feudo a reino: a formação de Portugal;
- o recém-nascido reino de Portugal: como ficou a situação do rei, da nobreza, da burguesia e a dos trabalhadores do campo e das cidades;
- a crescente importância do comércio como atividade econômica e o monopólio comercial de Gênova e Veneza sobre o Mediterrâneo.

4. Expansão Marítima Europeia (ou Grandes Navegações) 
- os produtos mais valorizados na Europa e o monopólio de Gênova e Veneza sobre a sua comercialização;
- o conhecimento de mundo dos europeus no início do século XV;
- o porquê da expansão marítima;
- o projeto português de caminho marítimo para chegar às Índias – e seus financiadores;
- o porquê do pioneirismo português nas navegações oceânicas – questões geográficas, tecnológicas (destaque para a utilização das caravelas) e políticas;
- o projeto de caminho marítimo para chegar às Índias patrocinado pelos reis espanhóis – quem foi o seu mentor;
- o caminho que atingiu o objetivo (1498);
- a chegada a um continente até então desconhecido (1492);
- o Tratado de Tordesilhas (1494);
- as consequências da descoberta de um novo caminho para as Índias.

ESTUDAR PELOS TEXTOS 6 (segunda parte), 7, 8, 9, 10 e 11.

BOM ESTUDO E BOA PROVA!