segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

No Fantástico, da Rede Globo: ‘Jornada da Vida’ mostra origem dos brasileiros há 13 mil anos

Fóssil humano mais antigo do Brasil é de Luzia, com 13 mil anos. Ela era negroide e muito parecida com os aborígenes australianos.


Na imagem acima, da esquerda para a direita, 
o crânio e a reconstituição das feições de "Luzia" 
(o mais antigo fóssil encontrado na América, em Lagoa Santa, MG), 
as duas seguintes, o Parque Nacional Serra da Capivara, PI, 
e as duas últimas, pinturas rupestres do mesmo local. 

   "Já parou para pensar como era o Brasil 10 mil anos atrás? O Fantástico [mostrou] como vivia o povo que chegou aqui milhares de anos antes do 'descobrimento'. Esse povo chegou muito antes até do que os índios. Os repórteres Sônia Bridi e Paulo Zero visitaram os lugares que contam essa história. Uma história que tem rosto e tem nome: Luzia, a primeira brasileira.
  Cavernas, água e vento mudam essas formas lentamente. Trazem a terra que cobre e preserva milhares de anos de uma história aos poucos descoberta. A chegada ao continente americano da espécie que conquistou o planeta: o Homo sapiens.
  Como a humanidade chegou até o local, a milhares de quilômetros de onde a espécie surgiu, na África? Caminhando, sem rumo definido, seguia animais de caça, buscava frutas, raízes. Fugia da seca ou do frio. E como não tinha cidades e nem lavouras, uma vez que avançava também não tinha motivos para voltar para trás. Assim chegou até a América do Sul. A última fronteira da humanidade na incrível jornada da vida."
E aí, ficou curioso para saber o restante da história? Então, é só clicar AQUI para ir até a página do programa com o restante do texto e o vídeo sobre a matéria.
Ah, e dois nossos velhos conhecidos participam da matéria: o Walter Neves e a Niède Guidon...
Imagens: museunacionalufrj.br, img.socioambiental.org, renatogrim.com, wikipedia.org, fumdham.org.br, piauibrasil.com, livrevozdopovo.blogspot.com

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Roteiro de estudo para a Prova Institucional (09/12)

1. Introdução à História
Análise de diferentes documentos históricos – escritos e não escritos
2. Mesopotâmia * *
Os poderes do rei antigo – o rei como personificação do Estado
A servidão coletiva 
A teocracia 
O politeísmo 
A escravidão
3. Egito * *
O significado do trabalho 
A crença na vida após a morte – influências na vida antes da morte 
A servidão coletiva
A teocracia – influências da mitologia 
O politeísmo 
A escravidão
4. Hebreus 
O monoteísmo
O pacto feito com Deus
A fé como fator de união
5. Grécia
As cidades-Estado ou polis
A língua e a religião como fatores de união
Atenas:
Os cidadãos e os não cidadãos
A educação – a preparação do cidadão para a política
A economia – a importância dos escravos e metecos
Esparta 
Os hilotas
A educação – a preparação do cidadão para a guerra * * *
6. Roma * * *
Os patrícios e os plebeus 
As conquistas da República Romana (a expansão territorial): quem ganhou e quem perdeu 
A mão de obra escrava
A política do “pão e circo”
As disputas entre os generais
A inauguração do Império – os poderes de Augusto (e os meios utilizados para se manter no poder por tanto tempo) 
A Pax Romana (séculos I e II) – a posterior falta de mão de obra escrava (a partir do século III)
As crises do século III
As invasões bárbaras


Como e por onde estudar?

Mesopotâmia e Egito: estude pelas avaliações do 2º trimestre e pela revisão no caderno (feita antes da prova do 2º trimestre); 

HebreusGrécia e Roma: estude pelas respectivas apostilas, pelas anotações no caderno e o último ponto (Roma) também pelos módulos do livro indicados na apostila.

DICA: Onde houver * (cada asterisco é um link para uma postagem sobre o assunto), você pode estudar também pelo aqui pelo blog!


BOM ESTUDO E BOA PROVA!


Novo Telecurso - Ensino Médio - "Da Crise da República ao Fim do Império Romano do Ocidente" (Parte 2 de 2)

Aí vai a segunda parte do vídeo.


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Novo Telecurso - Ensino Médio - "Da Crise da República ao Fim do Império Romano do Ocidente" (Parte 1 de 2)

  
Cena do filme Gladiador (Ridley Scott / 2000), com o ator Russel Crowe no papel título,
em uma das famosas batalhas sangrentas do Coliseu, 
parte da política romana do "pão e circo" - panem et circenses, em latim

   Nas aulas desta semana, vimos que a República Romana foi um período de muitas conquistas territoriais, mas também de muitos conflitos sociaispatrícios cada vez mais ricos, plebeus cada vez mais pobres, escravos cada vez mais e mais numerosos - e necessários -, política do "pão e circo" para contornar a vida miserável da maioria dos plebeus e disputas entre os generais por mais poder político foram a tônica dos anos finais da república.

   Sobre este momento da história de Roma, assista ao vídeo abaixo. 


Nos próximos dias, continuando as aulas desta semana sobre o Império Romano, veremos as crises do século III e a queda do Império Romano do Ocidente. 
E a próxima postagem trará a parte final desse vídeo...
Aguarde!

Site da imagem: adorocinema.com

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

A infância em Esparta - onde o Estado tomava os meninos das famílias para treiná-los na arte da guerra (2ª edição)



   Os homoioi ["os iguais"], os cidadãos espartanos, cresciam comendo mal e viviam com fome, enfrentavam-se entre si e suportavam um treinamento militar tão intenso que até soldados do Bope pediriam para sair na primeira semana.

    "A ideia básica era deixar os meninos duros, resistentes, no melhor de sua forma física. Acima de tudo, eles tinham que ser autossuficientes e capazes de suportar a dor." - Paul Cartledge, autor de Spartans (sem edição em português) e professor de cultura grega na Universidade de Cambridge

   A restrição de comida também era parte do treinamento. Os jovens soldados recebiam apenas o necessário para sobreviver [... e em] quantidade que não chegava nem perto da saciedade. Constantemente com fome, os jovens só tinham uma solução: roubar comida. Para os espartanos, não havia problema algum em furtar alimentos - o problema estava em ser pego.

   Durante toda agoge [a educação espartana],o papel do Estado espartano era gigantesco. Não se tratava apenas de deixar o filho na escola todas as manhãs e ele crescer até cursar uma universidade, mas a entrega completa do futuro cidadão à Esparta. E só havia um caminho possível: ser soldado.

   Na prática, o que as evidências arqueológicas dão conta é que as mulheres espartanas estavam em forma - as estátuas mostram músculos definidos nos braços e nas coxas. Além disso, tinham fama de serem lindas: Helena, a mulher mais bela do mundo antigo, antes de ser de Troia e de virar a cabeça de Páris, era Helena de Esparta.



Para ler a matéria completa, acesse:



Atenção! Como vimos nas aulas, e diferente do que aparece na matéria, os hilotas - população nativa do território espartano - NÃO eram escravos. Submetidos à condição de servos a serviço de Esparta, não podiam ser vendidos nem comprados e não tinham liberdade para deixar a cidade.    

Site da imagem: recantodeapolo.com

A educação em Esparta II

   Outro trecho interessante do filme "300", de Zack Snyder, é o que trata do treinamento do rei Leônidas quando menino. É o que segue, agora.

E é imperdível!



A educação em Esparta I




               Entre os séculos V e IV a.C., período da história grega conhecido como Clássico, as cidades gregas atingiram o seu apogeu (auge, ápice), ocorrendo a consolidação da cidade-Estado como forma de organização política.  
Existiram muitas cidades-Estado, ou pólis, gregas na Antiguidade; e com histórias bastante diferentes: o mundo grego não era um Estado unificado, como vimos. Dentre elas, Atenas e Esparta eram as mais destacadas. A primeira, pelo regime democrático e pelas realizações culturais; a segunda, pelo militarismo e pela desvalorização da individualidade.  
Na aula de hoje (para as turmas de quinta-feira; com as turmas de terça, será na próxima semana), ao falarmos sobre a educação em Esparta, vimos que esta enfatizava a obediência às ordens, a resistência à dor, ao frio, à fome, à fadiga e buscava, sempre, a vitória em combate. Ou seja, o que se esperava do espartano era que ele fosse uma "máquina de guerra" insensível e obediente. Lemos sobre isso no texto de Plutarco sobre a educação dos meninos espartanos. 
No filme "300", de Zack Snyder, inspirado nos quadrinhos homônimos de Frank Miller, há várias cenas  que ilustram muito bem esse texto de Plutarco. Em uma delas, fica bem claro que espartano vivia exclusivamente para o treinamento militar. Assista a ela logo abaixo.  



Imagem: ahduvido.com

sábado, 25 de outubro de 2014

Mais mitologia grega, mais leitura e mais diversão! (2ª edição adaptada)

  Além dos livros do Sítio de Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato (que já foram tema de postagem aqui no blog), outra coleção que me ensinou ainda mais sobre a mitologia grega foi sugestão de alunos... 


  Depois de ouvir tantos comentários sobre esses livros durante as aulas, e sempre muito entusiasmados, acabei me rendendo e comprando o box com a série completa. Li em janeiro do ano retrasado e foi muito divertido: me senti criança novamente! Sabe de qual coleção estou falando, não é? Acertou quem pensou em Percy Jackson!


Segue a sinopse do primeiro livro:  

       Primeiro volume da saga Percy Jackson e os OlimpianosO Ladrão de Raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia Antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.

    O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos – jovens heróis modernos – terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.

Imagem de arquivo pessoal 
Fonte da sinopse: travessa.com.br

Que tal, para quem ainda não leu, ficar como sugestão de leitura para as férias de final de ano? A diversão é garantida!