quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O Egito hoje - galeria de fotos (3ª edição)

Cidade do Cairo

E como está o Egito nos dias atuais?

    O Egito é um dos países mais populosos da África. A grande maioria dos habitantes ainda vive nas margens do rio Nilo, praticamente a única área não desértica do país. Devido à aridez do seu território, mais de 90% da população ocupam um pouco mais de 5% da sua superfície total.   

     O Egito é uma república, cuja maioria da população é islâmica, e tem o turismo como uma das atividades econômicas principais. 

    No link viajeaqui.abril, você encontrará imagens belíssimas deste país na atualidade.

Curiosidades sobre o Saara (4ª edição)

   O Deserto do Saara é o maior deserto quente do mundo e, oficialmente, é o segundo maior da Terra, logo após da Antártida (que também é um deserto). Localizado no Norte da África, tem uma superfície total de 9 milhões e 65 mil km² - área equiparável à da Europa inteira, assim como à dos Estados Unidos, e maior que a de muitos países continentais tais como Brasil, Austrália e Índia. 
    O nome Saara é uma transliteração da palavra árabe صحراء que, por sua vez, é a tradução da palavra tuaregue tenere (deserto). O deserto do Saara compreende parte dos seguintes países e territórios: Egito, Argélia, Burkina Faso, Chade, Líbia, Marrocos, Saara Ocidental, Mauritânia, Mali, Níger, Senegal, Sudão e Tunísia.
(Texto adaptado de: wikipédia.org
Site da imagem: astronoo.com)

Um pouco mais do Saara
Embora sejam das regiões mais áridas, 
eis algumas das imagens mais belas:


(curiosidadeseculturas.blogspot.com)


(meumundoviajando.blogspot.com)



(iplay.com.br)



(mundoeducação.com.br)

Como é o Egito visto de um satélite? (4ª edição)

Quer ver o Egito bem lá do alto?


É só clicar no link abaixo:




Pirâmides de Gizé
Site da imagem: superativa.com

sábado, 16 de agosto de 2014

Vídeo: "As civilizações mesopotâmicas"

    Em 2012, mesmo não sendo mais do 6º ano, a aluna Diovana,  atualmente da 902, continuava contribuindo com dicas aqui para o blog. Ela encontrou no YouTube um vídeo, dividido em duas partes, que trata do assunto que vimos em nossas últimas aulas: "As Civilizações Mesopotâmicas".  As duas partes do vídeo seguem abaixo.







Obrigada, mais uma vez, Diovana! 

Mais informações sobre os zigurates e outros assuntos...

   Em 2010, primeiro ano de existência do blog, fiz uma postagem sobre a arquitetura religiosa e real na Mesopotâmia. Como fez e ainda faz muito sucesso, abaixo segue o seu conteúdo com algumas adaptações.

  Tanto há 4 anos quanto nas aulas passadas, vimos como e o quanto as imponentes construções mesopotâmicas refletiam o poder do Estado, da força militar e da autoridade religiosa.


    Movida pela  e pela coerção, e sob o regime de servidão coletiva, a maioria camponesa (população livre) era obrigada a trabalhar nestas grandes construções e obras públicasalém de entregar parte da sua produção ao palácio e aos templos. 

    Um exemplo de construção mesopotâmica grandiosa e imponente é o zigurate, torre onde ficava o templo religioso. Como a religião era politeísta e cada templo era dedicado a um único deus, havia vários zigurates nas cidades. Considerado como o encontro entre o céu e a terra, o zigurate era construído na forma de pirâmides escalonadas. O formato era o de vários andares, um sobre o outro, com o diferencial de cada andar possuir área menor que a plataforma inferior sobre a qual foi construído – as plataformas poderiam ser retangulares, ovais ou quadradas, e seu número variava de dois a sete.
O acesso ao templo, situado no topo do zigurate, se fazia por uma série de rampas construídas ao logo da lateral da construção ou por uma única espiralada que se estendia desde a base até o cume do edifício. Acreditava-se que os zigurates eram a morada dos deuses e através deles as divindades colocariam-se perto da humanidade. Aos sacerdotes era permitida a entrada no zigurate, e era deles a responsabilidade de cuidar da adoração aos deuses – naturalmente, como vimos, os sacerdotes gozavam de uma reputação especial nas sociedades mesopotâmicas. Além disso, os zigurates serviam de depósito de cereais, biblioteca e também para a observação do céu e das estrelas e dos níveis das enchentes dos rios (no caso, o Tigre e o Eufrates). 


Zigurate de Ur

(A parte do texto referente aos zigurates foi adaptada de wikipedia.org)

terça-feira, 12 de agosto de 2014

E, mais uma vez, atendento a pedidos: a Porta de Ishtar!

Site da imagem acima: diaadia.pr.gov.br (23/08/2010)

    Construída por volta de 575 a.C., a Porta de Ishtar, assim como toda a Babilônia, foi soterrada pela areia. No início do século XX, suas fundações e tijolos vitrificados foram descobertos por pesquisadores e foi, pouco a pouco, inteiramente restaurada. Encontra-se hoje no Pergamon Museum, em BerlimAlemanha.

    A Porta de Ishtar era recoberta com tijolos vitrificados azuis brilhantes, mesclados com faixas de baixo-relevo ilustrando leões, dragões e touros, além de motivos geométricos e florais em tons alaranjados e avermelhados. Após o portal, havia um longo corredor adornado com azulejos azuis brilhantes, cobertos por dragões e leões dourados em tijolos com vidro. Era através da Porta de Ishtar, e passando por esse corredor, que se entrava na avenida que conduzia ao Zigurate de Marduk (assunto que estudaremos na aula do próximo sábado), na Babilônia do rei Nabudonosor II.

    Ishtar, também chamada de Inana por outros povos, era a deusa babilônica do amor, da vida sexual e da guerra.


 
Site da imagem: commons.wikimedia.org  (23/08/2010)


 
Site da imagem: babilonia.templodeapolo.net (23/08/2010)


 Site da imagem: rodadamoda.com

Os poderes do rei antigo e os relevos de Khorsabad

  Nas aulas desta semana, vimos que os reis das cidades-Estado mesopotâmicas controlavam todas as atividadesfossem elas religosas, políticaseconômicas ou administrativasCuidavam também das leis, da justiça e dos assuntos militares. Enfim, rei antigo era o Estado em pessoa, ou a personificação do Estado, pois detinha todos os poderes do Estado.

     A arquitetura mesopotâmica (como, por exemplo, a babilônica), imponente e grandiosa, refletia todo o poder do Estado, todo o poder do rei. Vários símbolos relacionados à bravura e à força física eram utilizados, tanto em pinturas quanto em esculturas, para que a figura real causasse impressão de autoridade, imponência e força. Além disso, sua altura era sempre superior a dos demais - exceto a dos deuses.
  
    Um dos documentos analisados durante as aulas foi a imagem, do século VIII a.C., de um enorme touro alado com cabeça humana (de 3,3m de altura!) que ficava à entrada do palácio do rei assírio Sargão II, em Dur Sharrukin, hoje Khorsabad, Iraque. Podemos vê-lo, de lado, na imagem abaixo. Observe os músculos definidos das pernas (ou patas?) e a barba espessa (e com os tais cachinhos).  O que você sentiria diante de tão imponente figura (lembre-se: ela tem mais de 3m)?




    Esse relevo e outros achados arqueológicos da Mesopotâmia encontram-se atualmente no Museu do Louvre, em Paris, no setor "Antiguidades Orientais - Pátio em Khorsabad". O site do museu nos permite ter uma visão de várias partes desta exposição. Quer tentar? É só clicar em Louvre - Antiguidades Orientais e, chegando lá, clicar em cada um dos links "autre vue" (outro ponto de vista).

    Ainda sobre estes relevos, aí vão algumas fotos de quanto estive bem pertinho deles, no ano passado. Foi muita emoção! Coisas de professor de História... =P 


Essa é para você ver o quanto esses touros são grandiosos! Como você acha que um súdito de Sargão II (um camponês, por exemplo) se sentia diante deles?



Repare que os touros têm cinco patas, para que pudessem (e ainda possam) ser vistos, por completo, tanto de frente quanto de lado.



Aqui, mais detalhes do "rei dominador de leões" 

Imagens: arquivo pessoal

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

As estelas com o Código de Hamurábi e a do rei Naram-Sin fotografadas por mim mesma... ;)

Eis a Estela de Hamurábi:



Agora, a parte de cima com mais detalhes: 

Abaixo da cena de Hamurábi com Samash, estão as leis escritas em cuneiforme.


    Atualmente, a estela com o Código de Hamurábi encontra-se no Museu do Louvre, Paris. 


Mais uma curiosidade:

    Outra estela mesopotâmica a ser analisada em nossas aulas é a do rei Naram-Sin, que também encontra-se no Louvre. Abaixo, você pode vê-la em detalhes:



Todas as imagens são de arquivo pessoal.