segunda-feira, 20 de maio de 2019

Finalizando a correção dos exercícios I


Correção dos exercícios
Texto 4
·    1ª parte

DOC 1) O castelo medieval
· Sua arquitetura causa a impressão de uma fortaleza. Porque é bastante evidente a preocupação com a defesa do lugar em caso de ataques externos – que poderiam durar meses e meses.
·   Os elementos arquitetônicos que tinham a função de defesa são: a muralha, o fosso, a ponte elevadiça, as grades de ferro, as ameias, o caminho de rondar, a torre principal (onde o senhor e sua família se refugiavam e onde poderiam ser armazenados alimentos e água) e as seteiras.
·   O fosso. / O restante do feudo (a floresta e as demais terras senhoriais, os jardins, as terras cultiváveis, as moradias dos servos, os bosques, o moinho, o forno, a igreja e o cemitério) – como podem ser vistos no verso da folha (DOC 1 O feudo).

DOC 2) A cerimônia de armar o cavaleiro
·  Os ideais da cavalaria medieval são a honra, a lealdade, o valor à palavra dada, a defesa do feudo e do reino e da Igreja.
·   A cena da cerimônia se passa em uma igreja.
· A escolha se deve ao fato de ser um local sagrado e à importância da Igreja, enquanto instituição, no período medieval.

DOC 3) A diversão dos cavaleiros
·   Os cavaleiros estão vestidos com cota de malha, armaduras e elmo, além de armados com lanças, espadas e escudo.
·      Para ser cavaleiro, não era obrigatório ter um feudo, mas era obrigatório ser um nobre.
·   Os valores admirados eram só falar a verdade, não trair, proteger as mulheres, os fracos e oprimidos, perseguir malfeitores e “infiéis”.


ATIVIDADES

1) As guerras constantes, a violência e a insegurança da época tiveram forte influência nos seguintes aspectos da vida medieval: (ATENÇÃO!!!)
arquitetura: a construção de castelos
diversão da nobreza feudal: diversões que lembravam a guerra, como as caçadas (nos bosques e florestas), os torneios e até o jogo de xadrez (que surgira na Índia e foi introduzido na Europa, a partir do séculos VIII, pelos árabes – ou mouros, como veremos mais tarde – adquirindo, assim, elementos tipicamente medievais . As festas religiosas também eram comuns nos castelos.
educação dos meninos da nobreza feudal: desde cedo, esses meninos eram educados para ser um cavaleiro. Seu treinamento começava na infância, quando aprendiam a usar armas, a lutar e a montar a cavalo. Por volta dos 18 anos, recebiam sua espada de cavaleiro, consagrada por uma autoridade da Igreja, e juravam usá-la somente em causas nobres. Em seguida, recebiam do seu senhor as armas e a armadura.

2) Todos faziam parte da nobreza, ou seja, eram nobres.

3) A nobreza era uma camada social fechada porque seus integrantes tinham privilégios transmitidos por hereditariedade. Nascia-se nobre.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Principalmente para o 7º ano: Vídeo - "Vida Medieval" - E aí, quer saber, MESMO, como era a vida na Europa Medieval? - 3º edição

   Nas últimas aulas começamos -- finalmente! 😅 -- a estudar como ficou a  Europa Ocidental com as invasões dos povos que não faziam parte do Império Romano (os, pelos romanos, chamados "bárbaros"... 😒), a partir do século V. Já deu tempo para vermos o quando a vida por lá ficou diferente, tanto socialmente, economicamente, politicamente, quanto, principalmente, à mentalidade. Dessa forma, aos poucos, foi se formando o que, mais tarde, foi chamado de feudalismo

  Foi uma época de muitas "novas necessidades" e, consequentemente, de muitas invenções. Muitos alunos ficaram interessados em conhecer, com muitos mais detalhes, essas invenções medievais. Por isso, resolvi repostar o vídeo "Vida Medieval", do History Channel, do qual gosto bastante. O vídeo é meio londo, mas você pode assistir a ele aos poucos, caso fique cansativo (eu gostei tanto que assisti de uma tacada só!).

  Nessa espécie de documentário, o historiador e especialista em armas Mike Loades nos conduz através dessa época na qual tantos desenhos da Disney foram ambientados -- a animação Shrek é um ótimo exemplo --, repleta de lendas, cavaleiros, castelos, justas, batalhas heroicas... Mas que também é de grandes construçõesmudanças e inovações. Uma época de desafios muitas vezes nossos velhos conhecidos, contudo com soluções, certamente, muito diferentes das atuaisMais ainda que nas aulas, encare esse programa como uma jornada para desvendar esse tal mundo medievaltão distante de nóstanto no tempoquanto no espaço

   Acompanhe a reconstrução da vida cotidiana de pessoas comuns, desde coisas bem simples até outras espetaculares, mas que Loades promete ser tudo 100% autêntico... O recorte no tempo escolhido é entre 1200 e 1300, o auge do período, no qual ele e mais um grupo de amigos procuram recriar...
  •  como era o treinamento de um soldado, ou melhor, de um nobre guerreiro cavaleiro
  • construção de um castelo, a moradia/fortaleza, em tamanho natural, com materiais e técnicas exata e unicamente como as da época;
  • caça como uma paixão da nobreza, um evento ritualizado, de status elevado, um exercício militar: "uma verdadeira metáfora para a guerra", segundo Loades. E ainda, a falcoaria, uma paixão de Eduardo III, e os direitos de caça da nobreza (o que restava, então, às "pessoas comuns"?);
  • como era a alimentação de cada grupo e como proceder com elegância à mesa (Sabia que havia o jeito certo de se comer com os dedinhos? Os "dedos de cortesia"... 😲 É, pois é...);
  • no mundo dominado pela agricultura, como era a criação de animais -- leitões e gansos, por exemplo;
  • as práticas de higiene: como eram as receitas de sabão para a lavagem de roupas e de sabonete para o corpo. E escova de dentes, havia? Sim... E pasta de dentes também... E você também verá a função de um colar de contas feitas com ervas aromáticas. Ah, e por falar em higiene, se ligue no método inventado na época para fixar a cor nos tecidos tingidos... 😵;
  • medicina e o porquê das tão comuns sangrias, quando, então, se acreditava que a saúde tinha relação com quatro fluídos corporais, os chamados humores. E a doença que nada na época era o bastante para derrotá-la e que levou à morte de um terço a metade da população europeia em meados do século XIV: a peste negra, que deixava o corpo do doente coberto por caroços escuros e fedorentos... E os médicos da peste? Sua figura dava tanto medo quanto a doença... Aliás, já solto o spoiller de que de nada adiantava, pois a tentativa de cura da peste foi um dos piores fracassos da medicina medieval;
  • as máquinas de guerra medievais: como funcionavam as catapultas de contrapeso, conhecidas como "mauvais voisins" (maus vizinhos... Será por quê?), que podiam até ser usadas como armas biológicas (!!!) ou armas de terror... Ué, como assim? Pois é, assista ao vídeo... Ah, você também verá que havia técnicas para lançar as flechas através das seteiras e a importância, fundamental, da existência de poços artesianos no interior das muralhas do castelo durante o tempo que pudesse durar o cerco, ou sítio;
  • por fim, o surgimento das primeiras armas de fogo -- que na dublagem aparece apenas como "arma", sem especificação, pois em inglês usa-se apenas "gun" para esse tipo de armamento. E o interessante é que quem as utilizava não era considerado cavaleiro (e um cavaleiro seria severamente punido se o fizesse!), pois a este, um nobre, cabiam apenas espadas, lanças e flechas... Mas, enfim, estava chegada a sua hora. Começava a era da artilharia...

E, agora, 

"BOA VIAGEM!!!"
   

History Channel: Vida Medieval 




domingo, 28 de abril de 2019

ATENÇÃO, pessoal do 7° ano! Segue roteiro de estudo para o trabalho em dupla do dia 09/05

     
Roma Antiga
A antiga cidade de Roma foi o centro de um dos maiores e mais poderosos impérios que o mundo já conheceu. O Império Romano tinha sua sede no lugar em que hoje fica a Itália. Ao conquistar mais terras e povos, sua influência se espalhou pela Europa Ocidental e além dela.

 O que cada dupla deverá estudar para o trabalho (que valerá 2 pontos, conforme já combinado) que será feito em sala de aula na próxima 5ª feira?

Roma na Antiguidade

– A República Romana
• Os principais grupos sociais que compunham a sociedade romana na Antiguidade: os patrícios e os plebeus;
• as conquistas da República Romana (a expansão territorial): vitórias e problemas / quem ganhou e quem perdeu com elas;
• a relação entre a utilização em larga escala da mão de obra escrava e guerras de conquista;
• a utilização da política do “pão e circo” como um meio de conter as massas de cidadãos miseráveis;
• a insatisfação e as disputas entre os generais;
– A inauguração do Império
• A Pax Romana (séculos I e II) e a crise da mão de obra escrava (a partir do século III);
• as crises do século III;
• as invasões “bárbaras”: mais problemas para um império já decadente.



[A origem de Roma está envolta em lendas...]
Uma escultura de bronze mostrando Rômulo e Remo com a loba. De acordo com a lenda, Roma foi fundada por Rômulo e Remo, dois irmãos gêmeos que foram criados por uma loba depois de terem sido abandonados.


Na Roma antiga, o Senado era um poderoso grupo 
formado apenas por homens romanos que pertenciam a famílias da classe superior

Otávio de Prima Porta 
(para saber a autoria da imagem, clique AQUI)
 [Caio Otávio, Otávio Augusto ou, simplesmente, Augusto]
Augusto foi o primeiro imperador de Roma. Muitas estátuas foram construídas para homenageá-lo


Imagens (exceto a de Augusto) e legendas 
retiradas do site da Escola Britannica



Postagem editada: o referido trabalho, que seria no dia 02/05,
 foi adiado para 09/05

Para quem quiser muitos mais detalhes sobre a história de Roma na Antiguidade...

   Estes vídeos, do Novo Telecurso Ensino Médio, da Rede Globo, são a respeito do povo que dominou o Mundo Antigo, os romanos, e de suas questões culturais e políticas que ajudaram a moldar o mundo de hoje. Trazem desde o início de sua história (quando ainda eram governados por reis), a sua sociedade, formada pelos patríciosplebeus e escravos -- como vimos desde a nossa primeira aula do ano -- e suas muitas, muitas guerras: as tais guerras de conquista... Afinal, concluímos que Roma, em sua expansão territorial, apesar das vitórias nas guerras, conseguiu também muitos problemas...  

Primeira parte:



Segunda parte:



Até aqui, vimos que a República Romana foi um período de muitas conquistas territoriais, mas também de muitos conflitos sociaispatrícios cada vez mais ricos; plebeus cada vez mais pobres; escravos cada vez mais e mais numerosos -- necessáriospolítica do "pão e circo" para contornar a vida miserável da maioria dos plebeus e disputas entre os generais por mais poder político foram a tônica dos anos finais da república.


   Sobre este momento da história de Roma, assista ao vídeo abaixo:



E agora, por fim, temos as crises do século III e a inevitável 
queda do Império Romano do Ocidente:



quinta-feira, 25 de abril de 2019

Da série "vale a pena repostar": COMO eram, QUANDO foram construídas, o que HOJE são apenas ruínas do que restou do antigo Império Romano


Ao lado, uma representação da Aquila Romana


  A águia romana (em latim: Aquila) era um símbolo da Roma Antiga, sendo usada pelo exército romano como insígnia das legiões romanas.   






    No tempo de Júlio César -- um patrício, líder militar e político dos anos finais da República Romana -- era feita de prata e ouro. A partir da reforma de Augusto passou a ser feita só de ouro. Você se lembra que Augusto, que quando nasceu recebera o nome de Caio Otávio, foi fundador do  Império Romano  seu primeiro imperador, né? E sabia que ele governou de 27 a.C.  até sua  morte, e14 d.C., aos 75 anos
(ou seja, por 41 anos)??? Nascido Caio Otáviopertenceu a um rico
 e antigo ramo da família plebeia dos Otávios, 
foi ele quem iniciou uma era de relativa paz conhecida como  Pax Romana, ou "Paz Romana", lembra também? 
   A águia, ou Aquila Romana, era guardada pela primeira coorte (uma das subdivisões de uma legião romana) e só saía do acampamento romano em ocasiões raras, quando toda a legião se movimentava.   


Bom, clicando AQUI, você irá até uma postagem do finalzinho do ano passado que traz um vídeo sobre algumas ruínas que restaram do Império Romano – como se encontram hoje – e uma simulação de como eram há dois mil anos.


Fonte: wikipedia.org

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Curiosidades sobre o Coliseu



Imagem: historiazine.com 
  "O Anfiteatro Flaviano teria o nome de 'Coliseu' inspirado no Colosso de Nero, uma estátua de cerca de 35 metros de altura que existia nas proximidades. Foi construído entre os anos 70 e 90 da 'Era Cristã' [depois de Cristo] e o imperador que deu início à construção foi o Vespasiano [da Dinastia Flaviana -- e vem daí 'Anfiteatro Flaviano'...] .
  Seu filho, [o recém Imperador] Tito, no ano de 79, inaugurou o Coliseu ainda inacabado  —  da mesma forma que certos governantes inauguram obras públicas hoje em dia  —  pois no ano 80 aconteceriam os primeiros jogos no local.
  Roma tinha acabado de passar por uma erupção do Vesúvio, um surto de peste e um incêndio que destruiu muitas construções pela cidade. Tito teria ordenado os jogos para acalmar e distrair [!!!] a população.
  Mas para os romanos, o palácio era apenas desperdício de dinheiro público, já que a maioria da população não teria acesso à suntuosa construção. [Mas,] com o Coliseu, Vespasiano procurou expandir a 'política do pão-e-circo' que ficou tão famosa durante o auge e o  declínio do Império Romano [e já era empregada desde a República Romana, lembra?]. E como já foi dito, seu filho Tito [que o sucedeu] tratou de [reforçar] esta política o quanto antes."
“Salve, César! Aqueles que vão morrer te saúdam!”

Para continuar lendo, basta ir ao site HISTORIAZINE clicando AQUI
(De onde foi retirado o texto acima.)

Dá para imaginar uma batalha naval dentro do Coliseu Romano? 
(Descrição: gravura representando a naumaquia, uma batalha naval dentro do Coliseu)

AH, QUER SABER AINDA MAIS?
  Então, clique AQUI e vá ao site Viagem e Arquitetura e leia a matéria "7 incríveis fatos sobre o Coliseu Romano que você precisa conhecer"
  E se quiser ir ao site oficial do Coliseu (THE COLOSSEVM), clique AQUI. É tudo super detalhado e a gente até fica perdido com tantas possibilidades de pesquisa... Só que há somente duas opções de idioma: o italiano e o inglês, ok? 

BEM-VINDAS E BEM-VINDOS AO ANO LETIVO DE 2019!



Turmas de 7º e 8º anos,

Que nos alegremos não apenas no encontro do conhecimento, mas também, e principalmente, durante o processo da buscana vontade de procurar, de querer aprender para então, finalmente, encontrar o conhecimento. 

Sejamos felizes na beleza e na alegria de gostar de ensinar e aprender!  

Feliz 2019 para todos e todas nós!

Texto de Paulo Freire sobre 
Imagem do Pinterest: <novaescola.org.br>

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Curiosidades... Como eram, quando foram construídas, o que hoje são apenas ruínas do que restou do antigo Império Romano?

  No vídeo abaixo, você verá algumas ruínas do Império Romano – como se encontram hoje – e uma simulação de como eram há dois mil anos.


É muito legal: vale a pena assistir!




Na imagem abaixo estão os créditos.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Roteiro de estudo para as avaliações de 11/12: PI do 7º ano (7 pontos) e prova da CAIS 1 (4 pontos)

Bom, agora, isso só depende de você...

Segue a lista, bem detalhada, de todos os pontos que estarão na avaliação:

1. Idade Média europeia
- Baixa Idade Média → Texto 7 (CAIS 1 
→ Texto 9)
- revigoramento das cidades e do comércio
- crise do feudalismo

 2. Islã, Reconquista e formação de Portugal → Texto 9 
(CAIS 1 → Texto 10)
- o recém-nascido reino de Portugal: como ficou a situação do rei, da nobreza, da burguesia e dos trabalhadores do campo e das cidades
- a crescente importância do comércio como atividade econômica e o monopólio comercial de Gênova e Veneza sobre o Mediterrâneo

3. Expansão marítima europeia e o pioneirismo português → Textos 10 e 11 
(CAIS 1 → Texto 11 e 12)
- os produtos mais valorizados na Europa e o monopólio de Gênova e Veneza sobre a sua comercialização
 - a chegada a um continente até então desconhecido – a América
- as consequências da descoberta de um novo caminho para as Índias
- Ásia, África e América integradas ao sistema comercial europeu
- o etnocentrismo europeu

4. Formação dos Estados Nacionais → Textos 13, 14 e 15 
(CAIS 1, idem → Textos 13, 14 e 15) 
- a política 
- a sociedade 
- a economia – a nova concepção de riqueza 

5. Colonização da América Portuguesa → Textos 14, 15, 17 e 18 
(CAIS 1, idem → Texto 14, 15, 17 e 18) 
- a colonização do Brasil no contexto da economia europeia – as práticas mercantilistas:
 → o MERCANTILISMO:  a política econômica do absolutismo
 → o protecionismo e a intervenção do governo na economia
 → o metalismo
 → a balança comercial favorável
 → o colonialismo: a exploração de colônias; o pacto colonial (o monopólio da metrópole sobre o comércio colonial); os conceitos de metrópole e colônia
- o período anterior à colonização de fato (1500-1530)
 → os indígenas e a chegada dos primeiros europeus
 → o comércio do pau-brasil 
- a implantação da lavoura canavieira: o início da colonização

 → características – quanto ao tipo de cultura, à extensão de terra, à mão de obra e ao mercado consumidor 
 → o Brasil Colonial – Brasil e África enriquecem Portugal
 → o pacto colonial  – o monopólio comercial da metrópole sobre a colônia
 → a montagem de um engenho de açúcar
 → a escravização dos indígenas
 → a introdução da mão de obra escrava africana – e os altíssimos lucros dos traficantes de escravos
 → a pecuária, a agricultura do tabaco, a produção de gêneros de subsistência e as trocas entre colonos e indígenas

6. África e a introdução do trabalho escravo no Brasil → Texto 16 
(CAIS 1, idem → Texto 16) (sem se preocupar com os detalhes, porém constatando a pluralidade do continente africano, assim como seus principais reinos e a respectiva ligação com a nossa história: os reinos de Gana, Mali, Ioruba, Benin e Congo) + 18 (verso) e 19 (CAIS 1, idem → + verso da 18  e 19) 
- a África: a diversidade cultural (língua, religiões, costumes etc) e o escravismo africano
- a África e o comércio de escravos
- a vida do escravo no Brasil - o processo de despersonalização, de objetificação de seres humanos
- as formas de resistência dos africanos e afrodescendentes à escravidão

7.  Mineração → Texto 20
 (CAIS 1, idem → Texto 20)
- a descoberta do ouro e o o início da mineração 
- a “corrida do ouro” e a questionável ideia de crescimento demográfico 


NÃO SE ESQUEÇA DE ESTUDAR TAMBÉM PELAS ANOTAÇÕES NO CADERNO!


BOM ESTUDO E, CONSEQUENTEMENTE...
BOA PROVA!



quinta-feira, 22 de novembro de 2018

"Amistad" + "Navio Negreiro" -- sobre a parte mais vergonhosa da nossa história

   
Cena do filme Amistad, de Steven Spielberg, de 1997
(www.mariapreta.org)

    Há algumas aulas, e também nas seguintes, estudamos como se deu a colonização do Brasil por Portugal. Já vimos que a "nossa metrópole" estava disposta a gastar quase nada e a lucrar o máximo possível e sabemos que, infelizmente, isso se deu às custas do sofrimento brutal de milhões de pessoas ao longo de cerca de três séculos. E, se pusermos como foco a  escravidão de pessoas trazidas da África para servirem de mão de obra, veremos que esse sofrimento extrapola o tempo em que a compra e venda, a total objetificação de seres humanos, ocorria perfeitamente dentro da lei, uma vez que suas mazelas se arrastam até o presente sobre seus descendentes. Enfim, estamos falando sobre a parte mais vergonhosa da nossa história e que, pasmem, em pleno século XXI, muitos ainda teimam em minimizar -- e até negar (!!!).

(Ah, e vale o registro de que as atrocidades cometidas contra os indígenas são outro "capítulo" das aberrações da história deste país.)

   Na época em que a professora Carolina, hoje Diretora Geral e ex-coordenadora de História do nosso campus, tinha um blog para o sétimo ano, ela sempre postava o vídeo abaixo para seus alunos. São cenas duras, isso é certo e, mesmo extraídas de uma obra de ficção, saiba que a realidade foi -- e, lamentavelmente, ainda é, em MUITOS casos --  ainda mais absurdamente cruel.

   Abaixo segue o texto da Carol:

   "Todo ano, faço questão de mostrar aos alunos o vídeo abaixo. Extraído do filme 'Amistad' feito em 1997 por Steven Spielberg, o trecho mostra o processo doloroso do comércio de gente promovido durante séculos por africanos, europeus e americanos. Nele temos, de uma forma didática, toda a dor e desumanização de uma parcela de africanos que eram capturados por tribos e reinos rivais, ainda em África, e depois vendidos e revendidos várias vezes até que chegavam para o trabalho árduo aqui na América. 
   Para enriquecer mais ainda as imagens, temos ao fundo a leitura majestosa feita por Paulo Autran, um dos maiores atores brasileiros, do poema 'Navio Negreiro', escrito em 1869 [quando a escravidão ainda ocorria dentro da lei por aqui, portanto] por Castro Alves -- o que torna esta montagem realmente emocionante.  
   As cenas são fortes, porém necessárias. Porque mais forte ainda foi a realidade... Não tenha a menor dúvida disso." (Trecho adaptado de Blog de Historia do 7º ano) 

O vídeo segue abaixo.

Procure ficar atento às imagens do filme Amistad, de Steven Spielberge à brilhante narração do poema Navio Negreiro, de Castro Alves, feita pelo falecido ator (um profissional extraordinário) Paulo Autran.

(E lembre-se que, apesar de o filme ser uma obra de ficção, essas e muitas outras atrocidades realmente aconteceram com os africanos trazidos à América.)