quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Como é o Egito visto de um satélite? (5ª edição adaptada)

Pirâmides de Gizé
Site da imagem: superativa.com


E aí, tudo certo para as aulas sobre Egito Antigo?

Então, que tal começar sabendo como é esse país hoje -- só que visto beeem lá do alto?


Para isso, basta clicar no link abaixo:



domingo, 16 de agosto de 2015

Roteiro de estudo agora com links para as postagens!

 Bom, para quem é habitué (frequentador assíduo) aqui do blog, isso nem é tão necessário, mas como sei que tem um pessoal que só vem aqui em época de avaliação, vou dar essa "colher de chá" (essa ajudinha, ou, como vocês falam: esse "mole"). Então, aí vaí: 

Povoamento da América - Cap. 3 *
  • As incertezas – quanto às datas, por exemplo;
  • as ondas migratórias – tipos humanos: negroides e mongoloides e suas características;  * *
  • o caminho dos povoadores – a Beríngia;
  • a agricultura e a domesticação de animais – Mesoamérica e zona andina central;
  • a arqueologia brasileira – os materiais encontrados nas escavações; os principais sítios arqueológicos (MG, PI e os sambaquis do litoral sul e sudeste).  * (Aqui você encontrará vários links)


Final do Neolítico – nascimento das cidades - Cap. 4
  • A agricultura e a criação de gado:  *
            - a criação de utensílios e técnicas e o aumento da produtividade / a produção do excedente  e o surgimento do comércio
  • A criação da escrita – a quem essa invenção se destinava?
  • O processo de sedentarização: *
·         o pleno desenvolvimento da agricultura e da domesticação de animais;
·         a especialização do trabalho;
·         a diferenciação social;
·         o poder político centralizado;
·         o exército profissional;
·         a arquitetura sólida;
·         enfim, a vida sedentária;
·         ou seja os elementos que definem uma cidade.

Mesopotâmia - Cap. 5 * (Aqui você encontrará o vídeo)
  • Os poderes do rei antigo – o rei como a personificação do Estado; *
  • a arquitetura religiosa e real; * *
  • a servidão coletiva; *
  • o politeísmo; *
  • a teocracia. *
  • obs.: a escravidão - existia, mas os escravos eram poucos.


Estude pelo livro, pelo caderno (principalmente os exercícios assinalados e as anotações sobre servidão coletiva) e aqui pelo blog, especialmente onde houver a marcação * (cada asterisco é o link para a postagem correspondente ao assunto, basta clicar nele).


BOM ESTUDO E, CERTAMENTE, 


BOA PROVA!


segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Roteiro de estudo (detalhado) para a prova do dia 18 de agosto

Calvin & Haroldo - Bill Watterson

Para que não tenha que fazer como o Calvin, aí vai, com antecedência, o que você já pode ir estudando...

Povoamento da América - Cap. 3

·         As incertezas – quanto às datas, por exemplo;
·         as ondas migratórias – tipos humanos: negroides e mongoloides e suas características; 
·         o caminho dos povoadores – a Beríngia;
·         a agricultura e a domesticação de animais – Mesoamérica e zona andina central;
·         a arqueologia brasileira – os materiais encontrados nas escavações; os principais sítios arqueológicos (MG, PI e os sambaquis do litoral sul e sudeste).  

Final do Neolítico – nascimento das cidades – Cap. 4

·      A agricultura e a criação de gado: 
- a criação de utensílios e técnicas e o aumento da produtividade / a produção do excedente  e o surgimento do comércio
·      A criação da escrita – a quem essa invenção se destinava?
·      O processo de sedentarização: 
- o pleno desenvolvimento da agricultura e da domesticação de animais;
 - a especialização do trabalho;
 - a diferenciação social;
 - o poder político centralizado;
 - o exército profissional;
 - a arquitetura sólida;
 - enfim, a vida sedentária;
 
 ou se
ja, os elementos que definem uma cidade.

Mesopotâmia – Cap. 5

·      Os poderes do rei antigo – o rei como a personificação do Estado;
·      a arquitetura religiosa e real;
·      a servidão coletiva;
·      o politeísmo;
·      a teocracia.
 Obs.: A escravidão - existia, mas os escravos eram poucos.


Estude pelo livro, pelo caderno (principalmente os exercícios assinalados e as anotações sobre servidão coletiva) e aqui pelo blog. 


BOM ESTUDO E, CERTAMENTE, 
BOA PROVA!

domingo, 9 de agosto de 2015

Vídeo: "As civilizações mesopotâmicas" (Ajudinha para a prova... :D)

Em 2012, mesmo não sendo mais do 6º ano, a aluna Diovana,  atualmente da no 1º ano do Ensino Médio, continuava contribuindo com dicas aqui para o blog. Ela encontrou no YouTube um vídeo, dividido em duas partes, que trata do assunto que vimos em nossas últimas aulas: "As Civilizações Mesopotâmicas".  As duas partes do vídeo seguem abaixo.





Obrigada, mais uma vez, Diovana! 

sábado, 8 de agosto de 2015

Notícias sobre a crise que ameaça o Parque Nacional Serra da Capivara

   Durante as férias, o site do projeto FUMDHAM sofreu modificações. Ok, isso é comum... Mas muitos alunos ficaram preocupados com as notícias acerca dos problemas (principalmente financeiros) que estariam ameaçando a preservação do Parque Nacional Serra da Capivara, afinal, trata-se de um patrimônio natural e cultural da humanidade. 

   Abaixo seguem, então, links para matérias recentes sobre o problema. Em todas elas, a arqueóloga Niède Guidon é tratada como figura fundamental para a existência e manutenção da FUMDHAM.



Em crise, parque arqueológico do Piauí pode ficar sem segurança
Arqueóloga ameaça encerrar atividades da fundação por falta de verba; governo diz que vai garantir segurança

A destruição de um patrimônio

Como a falta de dinheiro está arruinando o Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, considerado um dos mais importantes sítios arqueológicos do mundo


Parque da Serra da Capivara, no Piauí, está ameaçado

Fundação que atua na conservação do Patrimônio Cultural da Humanidade conta com apenas 50 funcionários, poucos recursos e pode fechar




Crise ameaça fechar o Parque Nacional da Serra da Capivara


Conselho de Cultura propõe nome de Niède Guidon ao aeroporto de São Raimundo Nonato


A saga empreendedora da arqueóloga Niède Guidon revelou riquezas do Piauí


sábado, 18 de julho de 2015

E agora, enfim, BOAS FÉRIAS! Até agosto!


Imagem: Calvin & Haroldo de Bill Watterson

A arquitetura religiosa mesopotâmica: os zigurates

   Em 2010, primeiro ano de existência do blog, fiz uma postagem sobre a arquitetura religiosa e real na Mesopotâmia. Como fez e ainda faz muito sucesso, abaixo segue o seu conteúdo com algumas adaptações.

   Tanto há 5 anos quanto nas aulas passadas (exceto nas turmas 604 e 606, que verão isso em agosto), vimos como e o quanto as imponentes construções mesopotâmicas refletiam o poder do Estado, da força militar e da autoridade religiosa.


    Movida pela  e pela coerção, e sob o regime de servidão coletiva, a maioria camponesa (população livre) era obrigada a trabalhar nestas grandes construções e outras obras públicasalém de entregar parte do que produziam ao palácio e aos templos. 

   Um exemplo de construção mesopotâmica grandiosa e imponente é o zigurate, torre onde ficava o templo religioso. Como a religião era politeísta (os povos mesopotâmicos acreditavam em vários deuses) e cada templo era dedicado a um único deus, havia vários zigurates nas cidades. 

  Considerado como o encontro entre o céu e a terra, o zigurate era construído na forma de pirâmides escalonadas. O formato era o de vários andares, um sobre o outro, com o diferencial de cada andar possuir área menor que a plataforma inferior sobre a qual foi construído – as plataformas poderiam ser retangulares, ovais ou quadradas, e seu número variava. 

     Acreditava-se que os zigurates eram a morada dos deuses e através deles as divindades colocariam-se perto da humanidade. Aos sacerdotes era permitida a entrada no zigurate, e era deles a responsabilidade de cuidar da adoração aos deuses – naturalmente, como vimos, os sacerdotes tinham uma reputação especial nas sociedades mesopotâmicas. Além disso, os zigurates poderiam também servir como depósito de cereais, biblioteca e também para a observação do céu e das estrelas e dos níveis das enchentes dos rios (no caso, o Tigre e o Eufrates). 



O Zigurate de Ur

Newhouse, E. L., ed., The Builders, The National Geographic Society, Washington, D.C., 1992

    "O Zigurate de Ur foi construído para o deus da lua, Nanna, entre os anos de 2113 e 2096 a.C., e é um dos que se conservam em melhor estado, graças a Nabucodonosor II, cujo reinado durou entre 605 - 562 a.C., que ordenou sua reconstrução depois que os acádios o destruíram.
   O templo consistia em sete pavimentos e o santuário ficava no terraço superior. Acredita-se que na reconstrução tentou-se copiar a famosa Torre de Babel, hoje destruída. O acesso ao último pavimento era feito por escadarias intermináveis e estreitas que rodeavam os muros."
  (Fonte: http://www.lmc.ep.usp.br/)


Imagem aérea da região do Zigurate de Ur




 Reconstituição mostrando como deve ter sido o zigurate


Fonte das imagens: http://www.lmc.ep.usp.br

A Porta de Ishtar

Site da imagem acima: diaadia.pr.gov.br (23/08/2010)

    Construída por volta de 575 a.C., a Porta de Ishtar, assim como toda a Babilônia, foi soterrada pela areia. No início do século XX, suas fundações e tijolos vitrificados foram descobertos por pesquisadores e foi, pouco a pouco, inteiramente restaurada. Encontra-se hoje no Pergamon Museum, em BerlimAlemanha.

    A Porta de Ishtar era recoberta com tijolos vitrificados azuis brilhantes, mesclados com faixas de baixo-relevo ilustrando leões, dragões e touros, além de motivos geométricos e florais em tons alaranjados e avermelhados. Após o portal, havia um longo corredor adornado com azulejos azuis brilhantes, cobertos por dragões e leões dourados em tijolos com vidro. Era através da Porta de Ishtar, e passando por esse corredor, que se entrava na avenida que conduzia ao Zigurate de Marduk (assunto que a 604 e 606 estudarão em agosto), na Babilônia do rei Nabudonosor II.

    Ishtar, também chamada de Inana por outros povos, era a deusa babilônica do amor, da vida sexual e da guerra.


 
Site da imagem: commons.wikimedia.org  (23/08/2010)


 
Site da imagem: babilonia.templodeapolo.net (23/08/2010)


 Site da imagem: rodadamoda.com

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Curiosidade: a estela com o Código de Hamurábi vista de três ângulos diferentes...

Museu do Louvre - Paris / França

Imagens e montagem: arquivo pessoal

Os poderes do rei antigo e os relevos de Khorsabad

  Nas últimas aulas, vimos que os reis  das  cidades-Estado
   mesopotâmicas controlavam todas as atividadesfossem elas religosas
políticaseconômicas ou administrativasCuidavam também das leis, da justiça e dos assuntos militares. Enfim, rei antigo era o Estado em pessoa, ou a personificação do Estado, pois esse rei detinha todos os poderes que, hoje, somente o Estado -- enquanto instituição -- detém.

    Veremos que a arquitetura mesopotâmica (como, por exemplo, a babilônica), imponente e grandiosa, refletia todo o poder do Estado, todo o poder do rei. Vários símbolos relacionados à bravura e à força física eram utilizados, tanto em pinturas quanto em esculturas, para que a figura real causasse impressão de autoridade, imponência e força. Além disso, sua altura era sempre superior a dos demais - exceto a dos deuses.
  
    Um dos documentos que analisaremos amanhã será a imagem de um relevo, do século VIII a.C., de um enorme touro alado com cabeça humana (de 3,3m de altura!) que ficava à entrada do palácio do rei assírio Sargão II, em Dur Sharrukin, hoje Khorsabad, Iraque. Mas a imagem do livro não faz jus à sua grandiosidade e beleza...
 
    Mas podemos vê-lo, bem melhor, primeiramente de lado, na imagem abaixo. Observe os músculos definidos das pernas (ou seriam patas?) e a barba espessa (e cheia cachinhos!). O que você sentiria diante de tão imponente figura (lembre-se: ela tem mais de 3m)?




    Esse relevo e outros achados arqueológicos da Mesopotâmia encontram-se atualmente no Museu do Louvre, em Paris, no setor "Antiguidades Orientais - Pátio em Khorsabad". O site do museu nos permite ter uma visão de várias partes desta exposição. Quer tentar? É só clicar em Louvre - Antiguidades Orientais e, chegando lá, clicar em cada um dos links "autre vue" (outro ponto de vista).

    Ainda sobre estes relevos, aí vão mais algumas fotos de quanto estive bem pertinho deles, em 2013. Foi tão emocionante... Coisas de professor de História... =P 

Essa aí de cima é para você ver o quanto esses touros são grandiosos! Como você acha que um súdito de Sargão II (um camponês, por exemplo) se sentia diante deles?


Repare que os touros têm cinco patas, para que pudessem (e ainda possam) ser vistos, por completo, tanto de frente quanto de lado.


Aqui, detalhes do "rei dominador de leões"



E não era qualquer leãozinho, não...


E agora o relevo ao lado de uma passagem para que você faça uma ideia melhor do seu tamanho.


Imagens: arquivo pessoal