quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Para os que querem saber mais sobre "A Guerra de Troia"

     A Guerra de Troia teria durado cerca de dez anos e ocorrido por volta do século XIII a.C., entre os aqueus (gregos) e Troia, na atual Turquia.
    Uma das mais famosas histórias da civilização micênica, essa guerra foi narrada pelo poeta grego Homero, que teria vivido, pelo menos, 700 anos após tal fato, e seu relato escrito uns 200 anos após sua morte. Por algum tempo, era tida como totalmente mitológica, porém, pesquisas arqueológicas têm comprovado que algumas partes desse mito são, sim, muito reais...
Imagem:  Helena e Páris
por Jacques-Louis David, Museu do Louvre

          
Heinrich Schliemann: "o primeiro Indiana Jones da Arqueologia"

   "Em 1873, um tesouro de 4 500 anos foi descoberto em Troia, na Turquia. Em 1945, ele desapareceu, em Berlim. Agora, ressurgiu em Moscou, reabrindo a controvérsia sobre a pré-história grega e a lenda do Cavalo de Troia. A ciência já descobriu que partes do mito são muito, muito reais."

   Esta postagem trata das descobertas arqueológicas do europeu Heinrich Schliemann, em 1873. Homem de origem pobre e deslumbrado com a Grécia, com a imaginação incendiada pela visão de Troia em chamas, cantada por Homero, na Ilíadafoi o primeiro Indiana Jones da Arqueologiaque errou muito, mas descobriu Troia e ampliou sua história até a Idade do Bronze (300-1000 a.C.). Além disso, descobriu a civilização de Micenas (1600-1200 a.C.). E, antes de morrer, apontou para a civilização minoica, em Cnossos (3000-1100 a.C.), na Ilha de Creta, onde pretendia escavar, e que foi achada dez anos depois. Era muito mais do que um amador. Foi um visionário e um pioneiro.

 Para ler a matéria completa, clique no link:


SUPERINTERESSANTE / Edição 108 - 1996


Site da imagem: pt.wikipedia.org 

Agora, cópias coloridas dos capítulos 13, 14 e 15: civilizações minoica e micênica, Atenas e Esparta



















Fonte: DOMINGUES, Joelza Ester. História em documento: imagem e texto. São Paulo: FTD, 2006


Para a 602, cópias coloridas do capítulo 8 - Hebreus








Fonte: DOMINGUES, Joelza Ester. História em documento: imagem e texto. São Paulo: FTD, 2006

terça-feira, 13 de outubro de 2015

A Grécia hoje - imagens e outras informações (4ª edição adaptada)

Santorini, Grécia 
(Site da imagem: viagemafora.blogspot.com)

   "A ilha deve o seu nome a Santa Irene, nome pelo qual os venezianos a denominavam. Era anteriormente  conhecida por Kallístē (em grego Καλλίστη, "a mais bela"), Strongýlē (Στρογγύλη, "a circular") ou Thera (Θήρα), nome que ainda hoje ostenta em grego. Para além da ilha principal, Santorini tem nas suas proximidades diversos ilhéus, formando um grupo quase circular de ilhas, vestígio da grande erupção que despedaçou a ilha. [...] O impacto daquela erupção fez-se sentir em toda a Terra, mas com particular intensidade na bacia do Mediterrâneo. A erupção parece estar ligada ao colapso da Civilização Minoica na ilha de Creta, distante de Santorini 110 km ao sul. Acredita-se que tal cataclismo tenha inspirado as posteriores lendas acerca de Atlântida." 
(Fonte: wikipedia.org)


Para mais imagens da Grécia na atualidade, clique no link: tripadvisor.

    
    
Vista do Partenon na Acrópole de Atenas
(Site da imagem: wikipedia.org)

    "A Grécia é um dos berços da civilização europeia. Aos seus pensadores da Antiguidade devem-se grandes progressos nos domínios da filosofia, da medicina, da matemática e da astronomia. As cidades-Estado gregas foram pioneiras do desenvolvimento das formas de governo democrático. O patrimônio histórico e cultural da Grécia continua a repercutir-se no mundo moderno nos campos da literatura, arte, filosofia e política." (EUROPA - O portal oficial da União Europeia)




Para mais informações sobre a Grécia na atualidade, clique AQUI.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Um comentário que não resisti: virou postagem...

   Logo na semana em que se comemora o "Dia dos Professores", me deparo com esse presente: um comentário divo que a minha querida ex aluna Maile, agora no 8º ano, deixou em uma postagem de uns dias atrás... E como se trata, também, de um recado para vocês -- alunos do 6º ano de 2015 --, resolvi transformá-lo no assunto principal desse post. Então, aí vai o print:  



É, então é isso... Muito obrigada, Maile, minha querida! Como já lhe respondi nos comentários, fiquei muito feliz quando li o que nos escreveu... 
Muitos, muitos beijos para você!


O conflito Israel X Palestina - para que a gente sempre lembre que a história tem sempre vários lados...


  Abaixo, a professora Arlene Clemesha, do Curso de História Árabe da USP, nos dá muitos esclarecimentos sobre os conflitos entre judeus e palestinos, desde o final do século XIX, quando surgiu o movimento sionista, que buscava acabar com a diáspora (ou diásporas) que levou os judeus à dispersão por todo o mundo e fazer com que estes voltassem ao território do atual Estado de Israel. 




Site da imagem: www.upf.br

Agora, os SOBRENOMES JUDAICOS... - 4ª edição

Schwartz                 Blat                        Weiss
                
Berg              Kupfer              Gross            Schneider    
  
 Fischer                 Rosenberg                  Bloch

    
   Podem estar relacionados a cores, metais, pedras preciosas, características físicas, ofícios, enfim...

   Quer conhecer o significado (e até um pouquinho da história) destes e de outros sobrenomes judaicos? É só clicar AQUI .



Ah, dê uma olhada nesse trecho da matéria (copiado e colado abaixo) e depois me diga o que achou! 

  Existem muitas histórias de mudanças dos sobrenomes. Durante as conversões forçadas na Espanha e em Portugal, muitos judeus se converteram, adotando novos sobrenomes, que as paróquias escolhiam para os "cristãos novos", como, Salvador ou Santa Cruz

  Mais tarde, ao fugir para a Holanda, América ou ao Império turco, voltaram à religião judaica, sem perder seu novo sobrenome. Assim apareceram sobrenomes como Diaz ou Dias, Errera ou Herrera, Rocas ou Rocha, Marias ou Maria, Fernandez ou Fernandes, Silva, Gallero ou Galheiro, Mendes, Lopez ou Lopes, Fonseca, Ramalho, Pereira e toda uma série de denominações de árvores frutíferas (Macieira, Laranjeira, Amoreira, Oliveira e Pinheiro). Ou ainda de animais como CarneiroBezerra, Lobo, Leão, Gato, Coelho, Pinto e Pombo.

  Outra mudança de sobrenomes foi causada pelas guerras. As pessoas perderam ou quiseram perder seus documentos e se "conseguia" um passaporte com sobrenome que não denunciava sua origem, para cruzar a salvo uma fronteira. Nos fins do século XIX, o Czar da Rússia exigia 25 anos de serviço militar obrigatório, especialmente dos judeus. Muitos imigrantes fugiram da Rússia e da Ucrânia com passaportes mudados para evitar uma vida dedicada ao exército do Czar.

  Outra questão é que somos filhos de imigrantes, e muitos sobrenomes se desfiguraram com a mudança de país e de idioma. Às vezes eram os funcionários da Alfândega ou da Imigração, outras o próprio imigrante que não sabia espanhol, ou escrevia mal. Por isso, muitos integrantes da mesma família têm sobrenomes similares em som, mas escritos com grafia diferente.


E aí, encontrou o sobrenome de alguém que você conheça?

Fonte: chabad.org.br

OS NOMES JUDAICOS

Gabriel        Tamarah        Adelle        Ariel        Zac           

     Samuel        Rafael        Phineas        Nathan     

Deborah           Daniella, Daniela, Danielle             

David        Jennifer        Ruth        Jonathan         Joel      

Hannah            Daniel           Alex, Alexandre   

      Rachel            Gabriela, Gabriella, Gabrielle         Caleb


    Para os judeus, nomear um recém-nascido é algo sagrado. E meninos recebem o seu nome em ocasião diferente das meninas
      A escolha do nome pode ser uma homenagem a um parente e a sua repetição ao longo das gerações, uma garantia de que não seja esquecido. 
      Os nomes podem ser bíblicos, remeter à natureza, ser nome de anjos, enfim.

     Clique AQUI e saiba mais sobre como se dá a escolha de um nome judaico.

     E, logo no final do texto, você encontrará outros links para sugestões (e signifiacado) de nomes judaicos masculinos femininos.  

        De repente, até o seu está lá...


(O site utilizado nessa postagem foi um achado da Diovana - ex 602/2011, atualmente no Ensino Médio. Mais uma vez, obrigada, Diovana!)


             Fonte: site da  Associação Israelita de Beneficência Beit Chabad do Brasil  

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

A religião monoteísta mais antiga: o judaísmo - 3ª edição

"A Torá, ou a Bíblia hebraica, que é chamada pelos cristãos de Velho Testamento, reúne especialmente os cinco primeiros livros da Bíblia,[...] o chamado Pentateuco. Pelo menos uma cópia da Torá, em hebraico, é guardada em cada sinagoga em forma de pergaminho."

   "O judaísmo é a mais antiga das quatro religiões monoteístas do mundo e a que tem o menor número de fiéis. Ao todo são cerca de 12 a 15 milhões de seguidores. Segundo analistas, se não houvesse o Holocausto - matança em massa de judeus, ocorrida entre as décadas de 30 e 40 no século XX -, o número de judeus seria de 25 a 35 milhões em todo o mundo. E muitos  deles viveriam na Europa."

    "Os judeus vivem sob um pacto com Deus, segundo eles, não para benefício  próprio, mas para o benefício de todo o mundo. O grande estudioso do judaísmo Hillel (que viveu entre 70 a.C e 10d.C) resumiu assim o significado da religião: Não faça a seu próximo aquilo que não gostaria que fosse feito a você. Esse é o centro da lei judaica, o resto são meras observações."

    "O judaísmo é uma religião da família. Os judeus se consideram parte de uma comunidade global com laços estreitos com outros judeus. Grande parte da fé judaica é baseada nos ensinamentos recebidos no lar e nas atividades em família."


Princípios judaicos em relação a Deus: 

  Judeus devem adorar somente um Deus e não outros deuses.

  Deus é transcendental, está acima de qualquer coisa.

  Deus não tem um corpo, ou seja, não é masculino, nem feminino.

  Ele criou o universo sem ajuda.

  Deus é onipresente e onipotente.

  Deus é atemporal. Sempre existiu e sempre vai existir.

  Deus é justo, mas também é misericordioso.

Ele é um Deus pessoal e acessível. Deus se interessa por cada um individualmente, ouve a todos individualmente e fala com as pessoas das mais diferentes e surpreendentes formas.



Para ler a matéria completa, é só clicar AQUI .


Fonte: noticias.terra.com.br
Site da imagem: http://comjudaicabh.wordpress.com/simbolos-judaicos

De site em site, a gente descobre cada coisa interessante... "A Culinária Judaica"

Ao pesquisar sobre a primeira sinagoga brasileira, cheguei até o site da Fundação Joaquim Nabuco, na parte referente à "Pesquisa Escolar", e encontrei um texto muito bom, da pesquisadora Semira Adler VainsencherBom, daí descobri que ela tem um blog, fui até lá e me deparei com muitas, muitas postagens interessantíssimas... Uma delas me chamou atenção, em especial, porque trata de um aspecto importantíssimo da parte final da história dos hebreus no 6º ano: o destino desse povo, no século I d.C., logo após o massacre provocado pelos romanos, que destroem Jerusalém, incendeiam o Templo e escravizam milhares de pessoas. Os sobreviventes espalham-se ao redor do Mar Mediterrâneo: essa foi a diáspora

Nas aulas desta semana, veremos que por quase 2 mil anos os hebreus não tiveram pátria, porém, sua identidade cultural os manteve unidos mesmo quando espalharam-se ainda mais, ao longo dos séculos seguintes, em comunidades por todo o mundo. 


Mas, além da religião, ou seja, da fé no pacto entre Abraão e Deus, que outros traços de sua cultura foram importantes para este povo se manter unido até hoje? Bom, é extamente sobre isso a tal postagem da pesquisadora Semira Adler Vainsencher... Ela fala de como os judeus mantiveram a sua identidade mesmo tendo que se adaptar às diferentes realidades que encontraram ao longo da diáspora

Veja só:  


"A culinária judaica é uma das mais saborosas e variadas que existem. Originalmente, essa cozinha enfatizava os sete elementos bíblicos citados no Deuteronômio: a cevada, o trigo, a azeitona, o figo, a romã, a tâmara e as ervas. E, alguns milênios atrás, as comidas eram rústicas, elaboradas pelas mãos de camponesas judias, que foram transmitindo as receitas para suas filhas, como uma das formas de manter a identidade."
"Quando os romanos expulsaram os judeus da Palestina, no século I d.C., estes últimos se dispersaram por muitos lugares do mundo, e tiveram que se adaptar às diferentes formas de vida da diáspora. Neste sentido, eles adquiriram novos hábitos alimentares e passaram a utilizar os ingredientes que estavam disponíveis. Os seus pratos incorporaram vários temperos, ervas e especiarias nativas, que eram cultivadas em função do solo, da temperatura, do clima e dos hábitos das diversas regiões."


Logo no final do texto -- que trata dessas adaptações, assim como dos princípios da dieta kasher -- , a autora transcreve algumas receitas da culinária judaica que ela pesquisou em diversos locais. São elas:
TABULE DE KASHE (TRIGO SARRACENO)
KIGUEL (TORTA DE MACARRÃO)
KREPLACH (RAVIOLI)
KLOPS (BOLO DE CARNE)
TORTA DE BATATA
REPOLHO RECHEADO AGRIDOCE
SALADA DE BERINJELA
ARROZ MARROQUINO
SALADA DE BERINJELA
BORSHT (SOPA DE BETERRABA)
BOLO DE FRUTAS
TORTA DE RICOTA
TORTA DE RICOTA
HONIK LEIKECH (BOLO DE MEL)

E então, será que algum desses pratos despertou o seu interesse? Ou apetite... 

Bom, para ler o texto CULINÁRIA JUDAICA e, no final, ter acesso às receitas, basta clicar AQUI.  

Bom, aí vão as imagens de alguns dos pratos que encontrei aqui pela internet: 

TABULE DE KASHE
www.coisasjudaicas.com


KREPLACH
ruhlman.com


KLOPS
mycuisine.blox.pl


BORSHT
thedeerslayerswife.com


BOLO DE FRUTAS
verbenacomunicacao.blogspot.com.br


TORTA DE RICOTA
ongtora.com


BOLO DE MEL
gutessen.com.br

Se você se animar e fizer -- ou pedir para alguém fazer... -- alguma dessas receitas, depois me conta como foi, tá?